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Maçã na Serra Gaúcha: leve queda de preço acompanha avanço da colheita

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A produção de maçã no Rio Grande do Sul apresenta diferentes estágios de desenvolvimento conforme a região, segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar. A safra segue avançando na Serra Gaúcha e em Passo Fundo, refletindo particularidades de cada localidade.

Variedade Gala apresenta boa qualidade e leve recuo nos preços

Em Caxias do Sul e municípios vizinhos, a colheita da variedade Gala segue em andamento. Os frutos mantêm boa coloração e suculência, mas os preços registraram uma leve queda, passando de R$ 8,11 para R$ 7,33 o quilo na Ceasa/Serra.

Apesar do recuo, a queda nos valores não é expressiva. A Emater/RS-Ascar destaca que a cadeia organizada de classificação e comercialização garante o aproveitamento dos frutos independentemente do tamanho. Até mesmo maçãs fora do padrão comercial são encaminhadas para a indústria de sucos e vinagre, evitando desperdício.

Pós-colheita em Passo Fundo prepara próxima safra

Na região administrativa de Passo Fundo, a cultura está na fase de pós-colheita. As plantas continuam realizando fotossíntese para acumular energia, etapa essencial para a brotação e floração da safra seguinte.

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Neste período, os produtores aplicam adubação equilibrada com fósforo, potássio e micronutrientes. Além disso, o cultivo de plantas de cobertura de solo entre as linhas contribui para a conservação do solo, prática também adotada na produção de pêssego, fortalecendo a sustentabilidade da cultura.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Câmbio, custos e geopolítica elevam pressão sobre o agronegócio brasileiro em 2026, aponta Rabobank

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O agronegócio brasileiro inicia 2026 sob um cenário de forte pressão externa e interna, com impactos diretos sobre câmbio, custos de produção e preços das commodities. Segundo o relatório Brazil Agribusiness Quarterly Q1 2026, do Rabobank, o dólar deve encerrar o ano em torno de R$ 5,55, influenciado por incertezas fiscais, ambiente eleitoral e tensões geopolíticas globais.

Mesmo com o início do ciclo de cortes de juros, o banco avalia que a taxa ainda elevada no Brasil pode oferecer algum suporte ao real. No entanto, a volatilidade cambial segue como um dos principais pontos de atenção para o setor produtivo.

Conflito no Oriente Médio pressiona custos e exportações

O conflito no Oriente Médio aparece como um dos principais riscos para o agronegócio global. A região representa cerca de 7% das exportações agrícolas brasileiras, com destaque para produtos como frango, carne bovina, açúcar, milho e soja.

A instabilidade geopolítica já tem reflexos no mercado internacional, especialmente na alta dos preços de combustíveis e fertilizantes, insumos essenciais para a produção agrícola.

Fertilizantes seguem como principal ponto de atenção

Entre os insumos, os fertilizantes nitrogenados são os mais impactados pela volatilidade global, segundo o relatório do Rabobank. O fósforo também começa a apresentar sinais de pressão de preços, o que pode afetar diretamente as decisões de compra dos produtores rurais ao longo da safra.

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A elevação dos custos de produção tende a reduzir margens e aumentar a necessidade de gestão de risco por parte do produtor.

Clima adiciona incertezas ao cenário produtivo

Além dos fatores econômicos e geopolíticos, o clima também preocupa o setor. Chuvas acima da média em algumas regiões prejudicaram a colheita da soja e atrasaram o plantio da segunda safra de milho.

Para o segundo semestre, há expectativa de condições climáticas associadas ao fenômeno El Niño, o que pode trazer novos desafios ao planejamento agrícola.

Setor sucroenergético reage à volatilidade internacional

No segmento sucroenergético, a tensão geopolítica impulsionou os preços do açúcar na bolsa de Nova York, criando oportunidades de hedge para usinas brasileiras.

No mercado interno, o impacto sobre os combustíveis tem sido mais moderado até o momento, com a gasolina apresentando variações menores em comparação aos movimentos internacionais.

Soja segue sustentada por fatores externos, mas cenário pode mudar

No mercado da soja, os preços na Bolsa de Chicago permanecem sustentados por fatores geopolíticos e incertezas globais. No entanto, fundamentos mais fracos no mercado internacional, aliados à oferta recorde do Brasil e ao aumento dos custos logísticos, indicam possível perda de força nas cotações ao longo do ano.

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Agronegócio deve reforçar gestão de risco em 2026

O conjunto de fatores apontados pelo Rabobank reforça um ambiente de maior complexidade para o agronegócio em 2026. Câmbio volátil, custos elevados de insumos, riscos climáticos e instabilidade geopolítica exigem maior planejamento financeiro e estratégias de proteção por parte dos produtores e empresas do setor.

A tendência é de um ano desafiador, com margens pressionadas e necessidade crescente de eficiência operacional para manutenção da competitividade no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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