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Manutenção preventiva no gotejamento garante eficiência e reduz custos na irrigação

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A irrigação por gotejamento é reconhecida por sua precisão em levar água e nutrientes diretamente às raízes, minimizando desperdícios. Entretanto, como qualquer equipamento agrícola, exige manutenção periódica para evitar falhas que comprometam a produtividade da lavoura.

Segundo Elidio Torezani, engenheiro agrônomo e diretor da Hydra Irrigações, “um produtor que realiza manutenção preventiva consegue identificar desgastes, entupimentos e falhas antes que afetem a produção, garantindo que o sistema opere com máxima eficiência e reduzindo custos”.

Economia garantida

Manutenções corretivas costumam ser até cinco vezes mais caras que as preventivas, devido à necessidade de substituir peças em larga escala, paralisar o sistema e lidar com perdas na produção.

“Manter um cronograma de revisão é mais barato e previsível, evitando surpresas durante a safra”, reforça Torezani.

Maior durabilidade dos equipamentos

Filtros, emissores, tubulações e conexões sofrem desgaste natural. A manutenção preventiva ajuda a prolongar a vida útil desses componentes, evitando substituições prematuras.

“Um sistema bem cuidado pode durar anos a mais do que outro sem revisões regulares”, explica o especialista.

Desempenho otimizado no campo

Entupimentos ou falhas de pressão nos gotejadores prejudicam a eficiência da irrigação. Com revisões periódicas, cada planta recebe a quantidade de água necessária, no momento certo.

“É a diferença entre uma lavoura uniforme e outra com falhas de produtividade”, afirma Torezani.

Redução de riscos de perdas na produção

Falhas no sistema durante períodos críticos, como floração e frutificação, podem comprometer toda a produção. A manutenção preventiva minimiza drasticamente essas chances, garantindo a segurança da lavoura.

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Sustentabilidade e uso eficiente da água

Um gotejamento bem mantido consome menos água e energia, promovendo eficiência e sustentabilidade.

“Quando o sistema funciona de forma equilibrada, todos ganham: o produtor, a lavoura e o meio ambiente”, conclui o diretor da Hydra Irrigações.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne de frango do Brasil crescem 29,6% e atingem 3º maior volume histórico em maio de 2026, aponta Cepea

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As exportações brasileiras de proteína animal apresentaram desempenho misto em maio de 2026. Enquanto a carne de frango registrou forte crescimento e alcançou o terceiro maior volume da série histórica, o setor de ovos manteve retração no acumulado do ano, mas com destaque positivo para os produtos processados. Os dados são do Cepea, com base em informações da Secretaria de Comércio Exterior.

Exportações de frango crescem e alcançam 509,9 mil toneladas em maio

O Brasil exportou 509,9 mil toneladas de carne de frango em maio de 2026, volume que representa:

  • Alta de 4,8% em relação a abril
  • Crescimento expressivo de 29,6% frente a maio de 2025
  • Terceiro maior resultado da série histórica, iniciada em 1997

O desempenho confirma a manutenção de um ritmo aquecido das exportações ao longo de 2026, sustentado principalmente pela forte demanda internacional por proteína brasileira.

Entre os principais destinos, os países do Oriente Médio seguem ganhando protagonismo no comércio exterior do setor.

Oriente Médio impulsiona embarques brasileiros

Os Emirados Árabes Unidos ampliaram significativamente suas compras em maio, com alta de 68,8% na comparação mensal, totalizando 32,3 mil toneladas.

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Já a Arábia Saudita importou 39 mil toneladas, avanço de 9% frente a abril.

Com isso, ambos os países reforçam sua posição entre os principais destinos da carne de frango brasileira, ocupando respectivamente a quarta e a terceira colocação no ranking global de importadores.

Exportações de ovos recuam no ano, mas processados atingem melhor resultado desde 2006

O setor de ovos apresentou desempenho mais fraco no acumulado de 2026. Segundo o levantamento, o Brasil exportou 12,39 mil toneladas de ovos in natura e processados entre janeiro e maio, queda de 32,5% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram embarcadas 18,36 mil toneladas.

Em maio, o volume exportado foi de 2,18 mil toneladas, recuo de:

  • 5,7% em relação a abril
  • 59% na comparação com maio de 2025

Apesar da retração geral, os ovos processados mostraram evolução relevante no acumulado do ano.

Processados ganham espaço nas exportações

Do total exportado em 2026, 3,99 mil toneladas foram de ovos processados, o equivalente a 32% dos embarques brasileiros.

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Segundo pesquisadores do Cepea, esse resultado indica uma mudança gradual no perfil das exportações do setor, com a maior participação de processados para o período desde 2006.

Panorama do setor

O contraste entre os dois segmentos evidencia um cenário de:

  • Expansão consistente no mercado de carne de frango, sustentado pela demanda externa
  • Recuo nas exportações de ovos, ainda pressionadas no acumulado do ano
  • Relevância crescente dos produtos processados, especialmente no setor de ovos

O desempenho reforça a importância do comércio internacional como vetor de sustentação para a cadeia de proteínas animais do Brasil em 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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