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Mato Grosso acelera colheita da soja e se prepara para o plantio do milho safrinha

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A colheita da soja 2025/26 em Mato Grosso avança em ritmo acelerado, impulsionada pela melhora do clima nas principais regiões produtoras. De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), até o final de janeiro o estado já havia colhido 24,97% da área plantada, desempenho muito superior ao registrado em anos anteriores.

O resultado reflete o melhor aproveitamento dos períodos secos nas últimas semanas, que têm garantido mais dias de sol e condições ideais para o avanço das máquinas no campo.

Clima favorece avanço da colheita

Após um início de safra marcado por chuvas irregulares e períodos de excesso de umidade, as melhores condições climáticas em várias regiões de Mato Grosso têm sido fundamentais para o bom andamento da colheita.

Embora ainda ocorram chuvas pontuais, a predominância de dias firmes tem possibilitado maior agilidade nas operações agrícolas. Com isso, o ritmo atual está 12,77 pontos percentuais à frente do mesmo período da safra passada e 12,40 pontos acima da média histórica dos últimos cinco anos, segundo o Imea.

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Regiões com maior volume colhido

O levantamento aponta que as regiões Oeste, Médio-Norte e Noroeste lideram a colheita no estado, com índices que já superam 30% da área total prevista.

Essas diferenças regionais refletem o impacto direto do clima e também a eficiência logística e operacional de cada polo produtor. Nas áreas com estrutura mais consolidada, o escoamento da produção tem ocorrido de forma mais rápida, favorecendo o início do plantio da segunda safra.

Chuva pode desacelerar ritmo nos próximos dias

Apesar do bom desempenho até agora, o avanço da colheita pode enfrentar desafios nas próximas semanas. Previsões do NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA) indicam volumes de chuva entre 65 e 75 milímetros em boa parte do território mato-grossense.

Esse cenário pode dificultar o acesso às lavouras em áreas com solo mais úmido e reduzir a eficiência das máquinas, especialmente nas regiões de maior relevo ou com estrutura de escoamento mais limitada.

Janela para o plantio do milho safrinha fica mais apertada

O ritmo da colheita da soja é determinante para o planejamento da segunda safra, especialmente o milho safrinha, que depende de um calendário ajustado para alcançar boa produtividade.

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Atrasos na finalização da colheita podem comprometer o plantio dentro da janela ideal, impactando o potencial produtivo e a competitividade do milho mato-grossense nos mercados interno e externo.

Com o avanço mais rápido neste início de fevereiro, os produtores ganham tempo e segurança para iniciar o plantio da safrinha, reduzindo riscos climáticos e garantindo melhor desempenho na segunda metade do ano.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expansão da indústria de papel e celulose impulsiona demanda por lubrificantes industriais de alta performance

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O crescimento acelerado da indústria brasileira de papel e celulose vem ampliando a necessidade de investimentos em eficiência operacional, confiabilidade industrial e manutenção estratégica. Na avaliação de Rogério Campos, Coordenador de Desenvolvimento de Negócios da FUCHS, os lubrificantes industriais de alta performance deixaram de ser apenas insumos operacionais e passaram a ocupar posição estratégica dentro da competitividade do setor.

A análise ocorre em um momento de expansão histórica da cadeia produtiva brasileira. Segundo dados da Indústria Brasileira de Árvores, o Brasil produziu 25,5 milhões de toneladas de celulose em 2024, crescimento de 5,2% sobre o ano anterior, consolidando o país como o segundo maior produtor global e líder mundial em exportações.

No segmento de papel, a produção nacional alcançou 11,3 milhões de toneladas, avanço de 4,6% em relação a 2023.

Para Rogério Campos, o avanço da indústria exige operações cada vez mais eficientes e tecnologicamente preparadas para suportar ambientes produtivos severos.

Crescimento da indústria aumenta pressão sobre eficiência operacional

Segundo o especialista, a expansão do setor está diretamente ligada à instalação de novos polos industriais, ampliação de fábricas e aumento da demanda global por embalagens sustentáveis, impulsionada pelo comércio eletrônico e pela substituição de plásticos.

Dentro desse cenário, Campos destaca que a confiabilidade operacional se torna um fator crítico para manter produtividade e competitividade.

“A lubrificação assume papel essencial para garantir desempenho, eficiência energética e segurança operacional, especialmente em um ambiente industrial extremamente agressivo como o da produção de papel e celulose”, analisa.

Ambientes severos exigem lubrificantes de alta performance

Na avaliação do especialista, um dos maiores desafios da indústria está nas condições extremas de operação.

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As plantas industriais do setor trabalham com:

  • Altas temperaturas;
  • Elevadas velocidades;
  • Contato constante com água e vapor;
  • Presença de agentes químicos;
  • Grandes cargas mecânicas.

Segundo Rogério Campos, essas condições aceleram desgaste, corrosão e falhas mecânicas quando não há gestão adequada da lubrificação.

“Os lubrificantes atuam diretamente na redução do atrito, dissipação de calor e proteção contra oxidação e contaminação. Quando corretamente especificados, contribuem para aumentar a vida útil dos equipamentos e reduzir paradas não programadas”, explica.

Indústria 4.0 transforma gestão da lubrificação

Outro ponto central da análise do executivo está na transformação tecnológica do setor.

Para Campos, a lubrificação industrial passa por uma evolução alinhada aos conceitos de manutenção preditiva e Indústria 4.0, com crescimento do uso de:

  • Lubrificantes sintéticos;
  • Monitoramento online;
  • Sistemas automatizados;
  • Soluções integradas de manutenção.

Na avaliação do especialista, essa transformação amplia previsibilidade operacional e reduz custos industriais.

“O mercado caminha para soluções mais inteligentes, sustentáveis e com maior estabilidade térmica, permitindo intervalos maiores de manutenção e redução significativa de falhas”, afirma.

Sustentabilidade acelera busca por soluções biodegradáveis

A análise também destaca o avanço das exigências ambientais dentro da indústria de papel e celulose.

Segundo Rogério Campos, cresce a procura por lubrificantes biodegradáveis e soluções com menor impacto ambiental, especialmente em áreas sensíveis das operações industriais.

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Além disso, o desenvolvimento tecnológico vem priorizando:

  • Resistência à contaminação por água;
  • Maior estabilidade térmica;
  • Proteção anticorrosiva;
  • Resistência ao cisalhamento;
  • Melhor desempenho em ambientes úmidos.

“Essas tecnologias garantem maior proteção aos ativos industriais e ajudam a reduzir custos operacionais”, ressalta.

Falhas de lubrificação podem comprometer competitividade

Para o especialista, erros na gestão da lubrificação representam riscos operacionais e financeiros relevantes para a indústria.

Equipamentos como bombas, compressores, mancais, turbinas, sistemas hidráulicos e transportadores dependem diretamente de lubrificantes adequados para operar de forma contínua.

Segundo Campos, falhas podem provocar:

  • Quebras mecânicas;
  • Superaquecimento;
  • Corrosão interna;
  • Paradas inesperadas;
  • Perdas de produção;
  • Aumento dos custos de manutenção.

“As consequências vão além dos danos técnicos. Afetam diretamente produtividade, competitividade e disponibilidade operacional das plantas industriais”, alerta.

Lubrificação passa a ser diferencial estratégico para o setor

Na conclusão da análise, Rogério Campos afirma que empresas que investirem em tecnologias avançadas de lubrificação tendem a ganhar vantagem competitiva nos próximos anos.

Para ele, o setor de papel e celulose brasileiro vive um momento de consolidação global e precisará sustentar crescimento com operações mais eficientes, sustentáveis e confiáveis.

“Investir em inovação e lubrificantes industriais de alta performance fortalece a competitividade das empresas e contribui para o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva”, conclui.

Segundo o especialista, a modernização industrial associada à manutenção estratégica será determinante para que o Brasil continue ampliando sua relevância global na produção de papel e celulose.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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