AGRONEGÓCIO
Mercado interno de algodão segue com poucos negócios e indústria comprando pontualmente
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Pouca liquidez marca início de dezembro no mercado doméstico
O mercado físico de algodão iniciou dezembro com baixo volume de negócios, reflexo da cautela da indústria têxtil, que vem comprando apenas de forma pontual, segundo informações da Safras Consultoria.
A demanda externa também se manteve enfraquecida, enquanto as cotações internacionais apresentaram recuo na Bolsa de Nova York. Mesmo assim, o mercado brasileiro mostrou-se descolado do cenário externo, com preços praticamente estáveis.
Preços do algodão permanecem estáveis no Brasil
O preço do algodão colocado na indústria de São Paulo foi cotado a R$ 3,48 por libra-peso (sem ICMS), o mesmo valor registrado na semana anterior.
Já para o produto pago ao produtor em Rondonópolis (MT), o valor subiu levemente para R$ 108,90 por arroba, uma valorização de R$ 0,10/arroba em relação à quinta-feira anterior, 27 de novembro.
De acordo com analistas, o mercado deve seguir com negociações pontuais, à espera de maior movimentação da indústria e de novos direcionamentos da demanda internacional.
Exportações brasileiras de algodão crescem 34,4% em novembro
As exportações brasileiras de algodão somaram 402,451 mil toneladas em novembro, considerando 19 dias úteis, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).
A média diária exportada foi de 21,181 mil toneladas, enquanto a receita total alcançou US$ 640,07 milhões, com média diária de US$ 33,68 milhões.
Em comparação com o mesmo período de 2024, o volume diário embarcado aumentou 34,4%, e a receita média diária cresceu 18,6% — resultado que reforça o bom desempenho das vendas externas, mesmo diante da lentidão no mercado doméstico.
Vendas dos Estados Unidos apresentam leve avanço
Nos Estados Unidos, as vendas líquidas de algodão upland referentes à safra 2025/26, iniciada em 1º de agosto, somaram 81,5 mil fardos na semana encerrada em 30 de outubro, conforme dados do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA).
Para a temporada 2026/27, o país já registrou 7,9 mil fardos comercializados, mantendo o fluxo positivo das exportações norte-americanas.
Perspectivas: mercado espera maior movimento em 2026
Especialistas avaliam que o mercado interno deve seguir com liquidez reduzida nas próximas semanas, acompanhando o ritmo lento das compras industriais e o comportamento do câmbio.
A expectativa é de que o aumento das exportações brasileiras e possíveis ajustes na demanda global possam reaquecer o setor a partir do início de 2026, principalmente se houver recuperação nas cotações internacionais.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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dsm-firmenich recebe certificação FairFood RPC para tecnologias que reduzem pegada de carbono na pecuária
A dsm-firmenich, detentora das marcas Tortuga® de suplementos nutricionais para animais e FarmTell® de softwares de gestão e consultoria para fazendas e fábricas de ração, conquistou a certificação FairFood Redutor de Pegada de Carbono (RPC) para as tecnologias Bovaer® e CRINA® Ruminants.
O reconhecimento reforça a estratégia da companhia em desenvolver soluções voltadas à eficiência produtiva e à redução do impacto ambiental na cadeia de proteína animal, em um cenário de crescente demanda global por sistemas agropecuários mais sustentáveis.
Certificação reconhece insumos com menor impacto ambiental na pecuária
A certificação RPC é concedida a insumos classificados dentro do escopo de “produtos redutores de pegada de carbono”, com base em critérios técnicos e científicos relacionados à redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) na pecuária.
O processo de avaliação inclui auditorias independentes e periódicas realizadas por organismos internacionalmente acreditados, garantindo rastreabilidade, transparência e confiabilidade aos resultados.
A iniciativa busca incentivar soluções tecnológicas capazes de contribuir para a descarbonização da produção animal sem comprometer eficiência ou produtividade.
Bovaer® pode reduzir emissões de metano na pecuária de corte e leite
Entre as tecnologias certificadas, o Bovaer® se destaca por atuar diretamente na redução das emissões entéricas de metano geradas durante o processo digestivo dos ruminantes.
A solução age sobre uma enzima específica presente no rúmen, responsável pela formação do metano, contribuindo para a redução das emissões sem impacto negativo sobre desempenho produtivo, qualidade do leite ou da carne.
De acordo com a empresa, a suplementação com doses entre 8 e 15 gramas por animal ao dia pode reduzir, em média, até 30% das emissões em bovinos de leite e até 45% em bovinos de corte, dependendo da estratégia nutricional adotada.
CRINA® Ruminants melhora eficiência digestiva e aproveitamento de nutrientes
Outra tecnologia certificada é o CRINA® Ruminants, formulado com compostos funcionais que atuam no equilíbrio da microbiota ruminal e na otimização dos processos digestivos dos animais.
A solução contribui para melhorar a eficiência alimentar e o aproveitamento de nutrientes, favorecendo sistemas produtivos mais eficientes e com melhor desempenho zootécnico.
Segundo a dsm-firmenich, o avanço de soluções com esse perfil reforça o papel da nutrição de precisão como ferramenta estratégica para elevar produtividade e reduzir impactos ambientais na pecuária moderna.
Sustentabilidade e produtividade caminham juntas na pecuária moderna
Para a companhia, o conceito de sustentabilidade no setor não se limita à redução de emissões, mas envolve também o aumento da eficiência no uso de recursos e a melhoria da produtividade dos sistemas de produção.
“A sustentabilidade precisa caminhar junto à produtividade e à viabilidade econômica para o produtor. O reconhecimento da FairFood reforça nossa visão de que inovação e ciência são fundamentais para a evolução dos sistemas produtivos”, afirma Luiz Magalhães, presidente de Nutrição e Saúde Animal da dsm-firmenich para a América Latina.
Certificação fortalece agenda ESG e acesso a mercados
A certificação RPC abrange insumos e fábricas de ração que utilizam soluções capazes de contribuir para a redução da pegada de carbono de alimentos de origem animal.
Além de apoiar a transição para sistemas produtivos mais sustentáveis, o programa também contribui para ampliar o acesso a mercados, aumentar a transparência e fortalecer compromissos ESG ao longo da cadeia de proteína animal.
Com a certificação, a dsm-firmenich passa a integrar um grupo de empresas que investem em inovação e tecnologia como pilares para transformar a pecuária, alinhando produtividade, eficiência e responsabilidade ambiental no agronegócio global.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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