AGRONEGÓCIO
Microverdes conquistam espaço em hortas caseiras e pratos saudáveis
AGRONEGÓCIO
Os microverdes têm ganhado destaque nas hortas domésticas e na alimentação saudável. Pequenos em tamanho, mas ricos em nutrientes, esses vegetais se adaptam facilmente a espaços reduzidos e permitem mais autonomia alimentar para quem deseja cultivar alimentos frescos em casa.
O que são os microverdes e como cultivá-los
Os microverdes são plantas colhidas ainda em estágio inicial, geralmente entre 7 e 21 dias após o plantio, quando surgem as primeiras folhas verdadeiras. Diferenciam-se dos brotos, colhidos logo após a abertura da semente, e das folhas totalmente desenvolvidas, oferecendo um alimento fresco e concentrado em nutrientes.
O cultivo é simples: basta escolher sementes adequadas, utilizar um recipiente com substrato apropriado, garantir luz natural e realizar regas regulares. O ciclo curto e o manejo descomplicado tornam os microverdes ideais para iniciantes na jardinagem doméstica.
Versatilidade na culinária e benefícios nutricionais
Na cozinha, os microverdes podem ser utilizados em saladas, sanduíches, omeletes, sopas e sucos, além de adicionarem textura, frescor e decoração aos pratos. Estudos indicam que esses vegetais podem apresentar maiores concentrações de vitaminas, minerais e antioxidantes em comparação às folhas maduras das mesmas espécies, dependendo do tipo de planta e do método de cultivo.
Novidades da Topseed Garden para cultivo doméstico
A Topseed Garden lançou recentemente envelopes de 5g da linha Blue Line, destinados ao cultivo doméstico de microverdes. Segundo o gerente comercial, Matheus Scarpat, o portfólio oferece 14 variedades, incluindo agrião da terra, alho-poró, beterraba, brócolis, coentro, couve-manteiga, mostarda, rabanete, repolho-roxo, rúcula, agrião-pimenta, cenoura, cebola e manjericão Genovese.
O plantio caseiro de microverdes representa uma alternativa prática, econômica e sustentável, capaz de enriquecer a alimentação, promover hábitos saudáveis e garantir o consumo de alimentos frescos diretamente do vaso para o prato.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Fim da escala 6×1 preocupa setor suinícola e pode elevar custos de produção, alerta presidente da ACCS
A proposta de substituição da escala de trabalho 6×1 pelo modelo 5×2 continua gerando debates entre representantes do setor produtivo brasileiro. No agronegócio, especialmente nas cadeias ligadas à produção animal, a medida é vista com preocupação devido à necessidade de operações contínuas ao longo de todo o ano.
O presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Losivanio Luiz de Lorenzi, avalia que a alteração poderá gerar impactos significativos nos custos operacionais das empresas, afetando diretamente a competitividade da produção nacional.
Segundo o dirigente, atividades como a suinocultura, que exigem monitoramento permanente dos animais, manejo diário e funcionamento ininterrupto das estruturas produtivas, enfrentariam desafios adicionais para adequar suas equipes ao novo regime de trabalho.
Produção animal exige operação contínua
A preocupação do setor está relacionada à necessidade de manter a mesma capacidade operacional em atividades que funcionam 24 horas por dia, sete dias por semana.
Na avaliação da ACCS, a redução da jornada exigiria a contratação de novos trabalhadores para suprir a demanda de horas produtivas, elevando despesas com salários, encargos trabalhistas e gestão de pessoal.
Para os produtores, especialmente os de menor porte, o aumento dos custos poderá representar uma pressão adicional em um cenário já marcado por margens reduzidas e elevada volatilidade dos custos de produção.
Possível impacto nos preços ao consumidor
De acordo com Losivanio, parte dos custos adicionais gerados pela nova configuração trabalhista tende a ser incorporada ao preço final dos produtos.
O dirigente argumenta que o aumento das despesas operacionais poderá atingir diversos segmentos da economia, incluindo a cadeia de proteínas animais, influenciando os preços pagos pelos consumidores.
A avaliação do setor é que qualquer alteração estrutural no mercado de trabalho precisa considerar os impactos sobre a competitividade das empresas e sobre a sustentabilidade financeira das atividades produtivas.
Mercado de trabalho também está no centro do debate
Outro ponto destacado pelo presidente da ACCS refere-se aos possíveis reflexos da medida sobre o mercado de trabalho.
Segundo ele, embora a redução da jornada possa ampliar o tempo livre dos trabalhadores, eventuais aumentos no custo de vida decorrentes do encarecimento dos produtos poderiam reduzir o poder de compra das famílias.
O dirigente também avalia que empresas poderão buscar novas formas de adequar suas estruturas de custos, o que poderá influenciar futuras contratações e políticas salariais em alguns setores.
Competitividade internacional preocupa setor produtivo
A ACCS também demonstra preocupação com a competitividade do Brasil diante de países vizinhos que vêm implementando políticas voltadas à atração de investimentos.
Na visão da entidade, fatores como carga tributária, legislação trabalhista, custos operacionais e segurança jurídica influenciam diretamente as decisões empresariais sobre expansão, investimentos e geração de empregos.
Para o setor produtivo, a manutenção de um ambiente competitivo é considerada fundamental para preservar a capacidade de crescimento da indústria e do agronegócio brasileiro nos próximos anos.
Debate sobre jornada segue em pauta
A discussão sobre mudanças na jornada de trabalho envolve diferentes setores da sociedade e reúne argumentos relacionados à qualidade de vida dos trabalhadores, produtividade, geração de empregos e competitividade econômica.
No agronegócio, entidades representativas defendem que qualquer alteração nas regras trabalhistas considere as particularidades das atividades rurais e das cadeias de produção animal, que demandam operação contínua e planejamento de longo prazo.
Enquanto o debate avança no cenário político e econômico, produtores, indústrias e trabalhadores acompanham atentamente os possíveis desdobramentos da proposta e seus impactos sobre a economia brasileira.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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