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Microverdes conquistam espaço em hortas caseiras e pratos saudáveis

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Os microverdes têm ganhado destaque nas hortas domésticas e na alimentação saudável. Pequenos em tamanho, mas ricos em nutrientes, esses vegetais se adaptam facilmente a espaços reduzidos e permitem mais autonomia alimentar para quem deseja cultivar alimentos frescos em casa.

O que são os microverdes e como cultivá-los

Os microverdes são plantas colhidas ainda em estágio inicial, geralmente entre 7 e 21 dias após o plantio, quando surgem as primeiras folhas verdadeiras. Diferenciam-se dos brotos, colhidos logo após a abertura da semente, e das folhas totalmente desenvolvidas, oferecendo um alimento fresco e concentrado em nutrientes.

O cultivo é simples: basta escolher sementes adequadas, utilizar um recipiente com substrato apropriado, garantir luz natural e realizar regas regulares. O ciclo curto e o manejo descomplicado tornam os microverdes ideais para iniciantes na jardinagem doméstica.

Versatilidade na culinária e benefícios nutricionais

Na cozinha, os microverdes podem ser utilizados em saladas, sanduíches, omeletes, sopas e sucos, além de adicionarem textura, frescor e decoração aos pratos. Estudos indicam que esses vegetais podem apresentar maiores concentrações de vitaminas, minerais e antioxidantes em comparação às folhas maduras das mesmas espécies, dependendo do tipo de planta e do método de cultivo.

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Novidades da Topseed Garden para cultivo doméstico

A Topseed Garden lançou recentemente envelopes de 5g da linha Blue Line, destinados ao cultivo doméstico de microverdes. Segundo o gerente comercial, Matheus Scarpat, o portfólio oferece 14 variedades, incluindo agrião da terra, alho-poró, beterraba, brócolis, coentro, couve-manteiga, mostarda, rabanete, repolho-roxo, rúcula, agrião-pimenta, cenoura, cebola e manjericão Genovese.

O plantio caseiro de microverdes representa uma alternativa prática, econômica e sustentável, capaz de enriquecer a alimentação, promover hábitos saudáveis e garantir o consumo de alimentos frescos diretamente do vaso para o prato.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Consumo em supermercados cresce 1,92% no 1º trimestre de 2026, mas alta dos alimentos pressiona cesta básica

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O consumo nos supermercados brasileiros registrou crescimento de 1,92% no primeiro trimestre de 2026, segundo levantamento divulgado pela Abras. O desempenho reflete a recuperação gradual do poder de compra das famílias, apesar da pressão inflacionária sobre alimentos e itens básicos.

Consumo avança com efeito renda e calendário

O destaque do período foi o mês de março, que apresentou alta de 6,21% em relação a fevereiro e crescimento de 3,20% na comparação anual.

De acordo com a Abras, o resultado foi influenciado por dois fatores principais:

  • Antecipação de compras para a Páscoa, celebrada no início de abril
  • Efeito calendário, já que fevereiro possui menos dias

Além disso, a entrada de recursos na economia contribuiu diretamente para o aumento do consumo. Entre os destaques:

  • Pagamentos do Bolsa Família, que beneficiaram 18,73 milhões de famílias, com repasse de R$ 12,77 bilhões
  • Liberação de aproximadamente R$ 2,5 bilhões do PIS/Pasep
Inflação dos alimentos eleva custo da cesta básica

Apesar do avanço no consumo, o custo da cesta de produtos segue em alta. O indicador Abrasmercado, que acompanha 35 itens de largo consumo, registrou aumento de 2,20% em março, elevando o valor médio de R$ 802,88 para R$ 820,54.

Entre os principais itens que puxaram a alta estão:

  • Feijão: +15,40% no mês e +28,11% no trimestre
  • Leite longa vida: +11,74% no mês
  • Tomate: +20,31%
  • Cebola: +17,25%
  • Batata: +12,17%
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A forte elevação de hortifrutis reflete fatores sazonais e oscilações na oferta, impactando diretamente o bolso do consumidor.

Proteínas e itens básicos mostram comportamento misto

No grupo de proteínas, os preços apresentaram variações distintas:

  • Alta nos ovos (+6,65%) e na carne bovina (traseiro +3,01% e dianteiro +1,12%)
  • Queda no frango congelado (-1,33%) e no pernil (-0,85%)

Já entre os itens básicos, houve recuo em produtos como:

  • Açúcar refinado (-2,98%)
  • Café (-1,28%)
  • Óleo de soja (-0,70%)
  • Arroz (-0,30%)
Higiene e limpeza também registram alta

Os itens de higiene pessoal e limpeza doméstica também apresentaram elevação nos preços, ainda que de forma mais moderada.

Destaques:

  • Detergente líquido (+0,90%)
  • Desinfetante (+0,74%)
  • Sabonete (+0,43%)
  • Papel higiênico (+0,30%)

A única queda relevante foi no sabão em pó (-0,29%).

Nordeste lidera alta regional no custo da cesta

Na análise por regiões, o Nordeste apresentou a maior variação mensal, com alta de 2,49%, elevando o custo da cesta para R$ 738,47.

Confira a variação regional:

  • Nordeste: +2,49%
  • Sudeste: +2,20%
  • Sul: +1,92%
  • Centro-Oeste: +1,83%
  • Norte: +1,82%
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Expectativa: consumo deve seguir aquecido no 2º trimestre

Para o segundo trimestre, a expectativa do setor supermercadista é de continuidade no crescimento do consumo, impulsionado por novas injeções de renda na economia.

Entre os principais fatores:

  • Antecipação do 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS, com previsão de R$ 78,2 bilhões
  • Pagamento das restituições do Imposto de Renda, estimado em cerca de R$ 16 bilhões
Riscos: custos logísticos e cenário externo podem pressionar preços

Apesar do cenário positivo para o consumo, o setor mantém cautela em relação aos custos. A alta do petróleo e o encarecimento do transporte podem impactar a cadeia de abastecimento, elevando os preços de alimentos nos próximos meses.

Segundo a Abras, produtos mais sensíveis a frete, clima e oferta devem continuar sob pressão, exigindo maior eficiência operacional e estratégia de preços por parte das empresas.

Cenário: consumo cresce, mas inflação dos alimentos segue no radar

O avanço do consumo nos supermercados mostra recuperação da demanda interna, sustentada pela renda das famílias. No entanto, a inflação dos alimentos e os custos logísticos continuam sendo fatores-chave para o comportamento do setor no curto prazo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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