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Minas Expo Pet Vet 2025 chega a Pouso Alegre com palestras, workshops e Master Groom Brasil

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Pouso Alegre recebe segunda edição do Minas Expo Pet Vet

Entre os dias 24 e 26 de outubro, a cidade de Pouso Alegre (MG) será sede da Minas Expo Pet Vet 2025, o maior encontro do setor pet e veterinário do Sul de Minas. Realizado no Summit Hall, o evento reunirá profissionais, pesquisadores, estudantes e empresas, com destaque para feira de negócios, palestras, workshops e treinamentos especializados.

Um dos grandes atrativos será o Master Groom Brasil – Circuito Sul de Minas, campeonato de tosa reconhecido nacional e internacionalmente, que promete valorizar o trabalho dos groomers brasileiros. As inscrições para palestras e o campeonato podem ser feitas gratuitamente pelo site da Sympla.

Feira de negócios com novidades e tecnologia para o setor

A feira tem como objetivo promover atualização profissional, troca de experiências e aproximação entre diferentes áreas do setor pet vet.

  • Serão 78 estandes de expositores, com marcas renomadas apresentando medicamentos, insumos, alimentos, equipamentos e tecnologias voltadas à saúde, estética e bem-estar animal.
  • O público poderá acompanhar demonstrações práticas em tempo real, conhecendo de perto as funcionalidades de produtos e técnicas aplicadas na rotina veterinária e de estética animal.

O Summit Hall conta com infraestrutura completa, incluindo 357 m² para cursos e treinamentos, praça de alimentação com food trucks e estacionamento, oferecendo conforto e segurança aos visitantes.

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Programação científica com especialistas renomados

A programação científica reúne palestras e workshops com profissionais de destaque no Brasil, cobrindo temas atuais da medicina veterinária e estética animal.

  • Sexta-feira, 24 de outubro:
    • Protocolos vacinais com a linha Providean Viratec – Érica Lopes (Agener União)
    • Dominando fraturas expostas em cães – Prof. Jean Ciaralho
    • Obesidade felina e suas complicações – Profª Myrian Iser
  • Sábado, 25 de outubro:
    • Alterações oculares na Leishmaniose – Prof. Rodolfo Malagó
    • Reconhecendo a dor em felinos – Profª Eloisa Ribeiro
    • Colecistocentese em cães e gatos – Prof. Caique Augusto Ribeiro Gomes
    • Temas adicionais: alimentação natural, erliquiose, inteligência artificial aplicada à veterinária e estratégias digitais para o mercado pet
  • Domingo, 26 de outubro:
    • Microbiota intestinal e manejo de enteropatias crônicas – Ana Flávia Chizzotti (Quatree) e Vinícius Velione (Farmina)
Histórico e crescimento do evento

A primeira edição, realizada em São Lourenço em 2024, recebeu mais de 5.400 visitantes, com 35 expositores, 30 palestras e 10 workshops, reforçando o potencial do Minas Expo Pet Vet e a expectativa de público para 2025, que já se apresenta mais robusta e consolidada.

Master Groom Brasil: campeonato de tosa renomado

O Master Groom Brasil – Circuito Sul de Minas é uma das atrações mais esperadas do evento, promovido pela Associação Brasileira de Estética Animal (ABEA).

  • Celebrando 10 anos em 2025, a competição reúne groomers nacionais e internacionais em oito categorias, incluindo cortes clássicos, tosa comercial, tosa asiática e Brazilian Style.
  • Cada categoria tem tempo de disputa entre 30 minutos e 2h30, com avaliação de jurados renomados como Luiz Renato, William Galhardi e Daniele Lima.
  • Critérios de julgamento incluem preparo do animal, adequação do estilo, grau de dificuldade, harmonia e acabamento, sempre priorizando o bem-estar animal.
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Os vencedores recebem rosetas e têm a oportunidade de disputar o título de Best in Show, que encerra o campeonato no sábado.

Workshops e capacitação durante o Master Groom

No domingo, 26 de outubro, serão realizados workshops práticos de estética animal, com foco em:

  • Tosa em Spitz Alemão
  • Tosa na tesoura em pelagem lisa

O treinamento será conduzido por William Galhardi e Daniele Lima, com inscrições de R$ 200 para o público geral e R$ 150 para competidores do campeonato.

O Master Groom Brasil reforça a importância de estimular a criatividade, a técnica e o profissionalismo dos groomers, fortalecendo a posição do Brasil como referência internacional em estética animal.

Link inscrições 2ª Minas Expo Pet Vet — Link inscrições Master Groom – Campeonato de Tosa Circuito Sul Minas — Link inscrições Master Groom – Workshop

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Decisão judicial extingue ação da Aprosoja que cobrava R$ 1,1 bilhão por Moratória da Soja

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A Justiça de Mato Grosso encerrou a ação em que a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) cobrava R$ 1,1 bilhão de empresas e entidades por prejuízos que atribuía à Moratória da Soja. A sentença, proferida na terça-feira (13), fecha na primeira instância a tentativa de obter uma reparação coletiva aos agricultores atingidos pelas restrições de compra do acordo.

A cobrança buscava compensar perdas que, segundo a associação, decorreram da dificuldade de vender soja mesmo quando a produção atendia à legislação ambiental. A Aprosoja-MT pretendia que empresas comercializadoras, entidades setoriais e seus representantes respondessem financeiramente por esses danos.

O processo discutia os efeitos de um pacto do qual a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) anunciou sua saída em janeiro de 2026. A retirada ocorreu após a entrada em vigor da lei mato-grossense que restringiu incentivos fiscais a empresas participantes de acordos com exigências superiores às da legislação ambiental. Em agosto, depois do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), a entidade reafirmou que não pretendia retomar a moratória. Saiba mais aqui

Criado em 2006, o compromisso previa a recusa de soja cultivada em áreas do bioma Amazônia desmatadas depois de julho de 2008. A restrição alcançava também áreas abertas com autorização. Para a Aprosoja-MT, esse critério prejudicava agricultores que cumpriam a lei, mas encontravam menos alternativas de compradores para sua produção.

A saída das empresas e a cobrança pelas perdas anteriores seguiram caminhos diferentes. Enquanto a Abiove abandonou o pacto coletivo, a associação dos produtores manteve a tentativa de responsabilizar seus participantes pelos efeitos que atribuía à aplicação das restrições.

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Essa cobrança foi atingida pelo julgamento do STF de 12 de agosto. O Supremo considerou que o acordo respeitava a Constituição e determinou o encerramento dos processos judiciais e administrativos baseados na sua suposta ilegalidade, inclusive dos pedidos de responsabilização financeira. A Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá aplicou essa ordem ao processo da Aprosoja-MT. portal.stf.jus.br

Com isso, o pedido de R$ 1,1 bilhão foi encerrado antes da análise dos prejuízos alegados. A sentença deixa os agricultores representados pela associação sem a reparação buscada nessa ação e afasta das empresas processadas, nesta primeira instância, a cobrança coletiva.

O Supremo também manteve as leis estaduais que restringem incentivos a participantes de acordos dessa natureza. Estabeleceu, porém, que a retirada de benefícios deve respeitar os prazos tributários e a proteção das isenções concedidas mediante condições assumidas pelas empresas. O resultado preservou tanto a validade jurídica do pacto quanto a possibilidade de os estados estabelecerem condições para conceder incentivos.

Na mesma sentença, a Justiça rejeitou os pedidos para que a Aprosoja-MT pagasse honorários, despesas processuais e multa por má-fé. A associação teve sua cobrança encerrada, mas ficou livre dessas despesas reclamadas pelos réus.

Na comercialização atual, a Abiove informou que suas associadas passaram a atender individualmente às exigências dos mercados compradores. Para o produtor, as condições de aceitação da soja dependem das políticas de cada empresa. Já a sentença desta semana trata da disputa pelas perdas atribuídas ao antigo compromisso coletivo e encerra, nessa primeira instância, a tentativa de recuperação desses valores.

Isan Rezende

Com isso, os produtores representados pela Aprosoja-MT não receberão qualquer indenização das empresas ligadas à Moratória da Soja. A Aprosoja-MT buscava responsabilizar empresas e entidades por prejuízos que atribuía à moratória. Seu argumento era que agricultores que respeitavam a legislação ambiental também podiam ficar sem acesso a compradores por causa das exigências do acordo.

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O presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, lamentou a decisão. “O encerramento da ação frustra a expectativa de reparação dos produtores que se consideram prejudicados pela Moratória da Soja. A cobrança da Aprosoja procurava dar uma resposta a quem cumpriu a legislação ambiental, investiu na propriedade e encontrou restrições para vender. A sentença encerrou esse pedido sem examinar os prejuízos alegados. Isso precisa ficar claro para o agricultor”, comentou.

“O problema comercial continua exigindo atenção. O produtor precisa saber, antes de plantar e de assumir compromissos, quais critérios serão usados para receber sua soja. Quem trabalha dentro da lei precisa de previsibilidade para investir. Também é necessário dar transparência às exigências dos compradores, para que o agricultor consiga avaliar suas alternativas de venda e os custos envolvidos”, disse Rezende.

“Agora, o setor precisa concentrar esforços para ampliar mercados e construir condições comerciais mais claras. Sair de um acordo coletivo não significa, necessariamente, abandonar as restrições de compra. Por isso, a representação dos produtores deve acompanhar as regras adotadas por cada empresa e buscar soluções que preservem o acesso aos mercados e a renda de quem produz”, recomendou o presidente do IA.

Fonte: Pensar Agro

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