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Movimento “A carne do futuro é animal” reforça papel essencial da carne na saúde humana

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O movimento “A carne do futuro é animal”, lançado em maio por pecuaristas do Canivete Pool, coletivo que reúne 74 produtores em 27 municípios de Mato Grosso, tem como objetivo central informar a sociedade sobre os benefícios da carne para a saúde, o meio ambiente e a vida social.

Pesquisa aponta redução do consumo de carne, mas especialistas alertam sobre desinformação

Uma pesquisa recente realizada pela Sociedade Vegetariana Brasileira em parceria com o Datafolha indicou que 7% dos brasileiros se consideram veganos. Além disso, 74% dos entrevistados cogitaram reduzir o consumo de carne por motivos de saúde.

Segundo os especialistas do movimento, esses dados refletem um cenário de desinformação, já que o consumo de carne é benéfico à saúde quando feito de forma adequada. Notícias que reforçam mitos sem embasamento científico acabam influenciando a percepção da sociedade sobre o alimento.

Carne é essencial para saúde e desempenho nutricional

O médico Juan Pablo Roig Albuquerque, especialista em psiquiatria metabólica e membro do movimento, afirma que a carne é um alimento essencial e insubstituível em muitos aspectos nutricionais.

“Reduzir o debate sobre alimentação a slogans ou pesquisas que estimulam culpa no consumo de carne é desonesto e perigoso”, diz Roig Albuquerque.

O especialista destaca que dietas sem carne, sem suplementação adequada, podem causar anemia, fadiga crônica, perda de desempenho cognitivo e impactar o desenvolvimento neurológico e cognitivo, especialmente em crianças. Nutrientes como vitamina B12, ferro-heme, ômega 3 e creatina são praticamente exclusivos dos alimentos de origem animal.

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Impacto da pecuária sustentável no campo

No âmbito produtivo, o Canivete Pool apresenta resultados consistentes:

  • Produtividade acima da média nacional
  • Balanço de carbono até quatro vezes menor que propriedades convencionais
  • Monitoramento individual de emissões e bem-estar animal
  • Exportações sob demanda com rastreabilidade “do pasto ao prato”

O movimento defende que o Brasil possui um modelo de pasto regenerativo de ciclo completo, eficiente e sustentável.

Carne de laboratório: promessa distante

O movimento também se posiciona sobre a carne cultivada em laboratório, considerada menos sustentável do que se imagina. Entre os pontos críticos:

  • Pegada de carbono maior que a carne tradicional
  • Processo intensivo em energia
  • Valor nutricional ainda incerto
  • Sabor distante do produto natural
  • Diversidade alimentar é válida, mas exige cuidado

Apesar de reconhecer dietas variadas, os especialistas reforçam que alimentação restritiva sem orientação e suplementação rigorosa pode comprometer a saúde. A inclusão de carne é fundamental para garantir nutrientes essenciais e manutenção do desempenho físico e cognitivo ao longo da vida.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Consumo de arroz cai no Brasil e acende alerta no setor

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O consumo de arroz no Brasil vem passando por transformações relevantes nas últimas décadas, refletindo mudanças no comportamento alimentar da população e nas exigências do consumidor moderno. Embora o grão continue presente na rotina dos brasileiros, ele perdeu espaço e protagonismo na dieta diária, o que preocupa o setor.

A avaliação é de Sergio Cardoso, diretor de operações da Itaobi Representações, ao analisar a queda no consumo per capita do alimento ao longo do tempo.

Consumo per capita de arroz registra queda significativa

De acordo com dados apresentados na análise, o consumo anual de arroz no país caiu de cerca de 45 quilos por pessoa para menos de 30 quilos ao longo de aproximadamente 40 anos.

Mais do que uma simples redução numérica, essa mudança indica uma transformação na percepção do consumidor em relação ao produto, que deixou de ocupar uma posição central na alimentação cotidiana.

Mudança no perfil do consumidor impacta demanda

O avanço de novos hábitos alimentares tem influenciado diretamente o consumo de arroz. Produtos que oferecem praticidade, apelo à saudabilidade e diferenciação ganharam espaço no mercado, atendendo a um consumidor mais exigente e informado.

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Nesse contexto, o arroz manteve, em grande parte, uma imagem tradicional, com menor adaptação às novas demandas. Essa falta de reposicionamento contribuiu para a perda de relevância frente a alimentos que dialogam melhor com as tendências atuais.

Arroz segue presente, mas perde protagonismo

Apesar da redução no consumo, o arroz continua sendo um item importante na mesa dos brasileiros. No entanto, sua participação já não é tão dominante quanto no passado.

Outros produtos passaram a ocupar espaço ao oferecer conveniência e inovação, atributos cada vez mais valorizados pelo consumidor contemporâneo.

Setor enfrenta desafio de reconquistar o consumidor

Diante desse cenário, a cadeia produtiva do arroz enfrenta o desafio de se aproximar mais do consumidor final. A discussão vai além do aumento da oferta e envolve a necessidade de revisar estratégias de comunicação, posicionamento e inovação.

A análise indica que reconquistar a preferência do consumidor será essencial para recuperar relevância no mercado.

Competitividade exige adaptação contínua

Em um ambiente cada vez mais competitivo e dinâmico, o protagonismo de um produto não é garantido. Ele precisa ser construído continuamente, acompanhando as mudanças no comportamento alimentar e as novas exigências do mercado.

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Para o setor de arroz, o momento exige adaptação e reposicionamento estratégico, com foco em atender às expectativas de um consumidor mais atento à praticidade, à qualidade e à informação sobre o que consome.

A tendência observada reforça a necessidade de evolução do setor, que precisará investir em inovação e comunicação para manter o arroz competitivo e relevante no cenário alimentar brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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