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MS Florestal abre inscrições para programa trainee de operadores de máquinas em Água Clara com contratação garantida

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Programa trainee inédito garante contratação imediata

A MS Florestal lança pela primeira vez em Água Clara (MS) vagas para o Programa de Operador(a) de Máquina Florestal Trainee, com contratação imediata em regime CLT. A iniciativa combina capacitação teórica e prática, oferecendo formação técnica completa, estabilidade e oportunidades de crescimento dentro da empresa.

Segundo a coordenadora de Recrutamento e Seleção, Helen Branicio, o programa tem como foco valorizar talentos locais e impulsionar o desenvolvimento socioeconômico da região.

“Buscamos candidatos com Ensino Fundamental completo, disponibilidade para atuar em campo e realizar viagens, além de interesse em se desenvolver na área florestal”, afirma.

Requisitos e perfil dos candidatos

O processo seletivo é conduzido pela Evoluir RH e voltado a profissionais com:

  • Ensino Fundamental completo;
  • CNH categoria B ou superior;
  • Disponibilidade para mudança, turnos, escalas e viagens.

Experiência prévia com tratores, esteiras ou máquinas agrícolas e vivência em campo são diferenciais, mas não obrigatórios. Como o objetivo é fortalecer o emprego local, a prioridade será para candidatos residentes em Água Clara, sem necessidade de alojamento.

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Formação e benefícios do programa

O trainee terá acesso a:

  • Formação profissional completa;
  • Acompanhamento técnico especializado;
  • Benefícios compatíveis com o mercado.

De acordo com Durval Nascimento Bento, supervisor de Treinamento da MS Florestal, a parceria entre a equipe interna e a Evoluir RH permitirá um processo seletivo mais eficiente, alinhando perfís técnicos e comportamentais às demandas da colheita florestal.

“Essa sinergia acelera o desenvolvimento das habilidades práticas, refletindo diretamente na qualidade do trabalho entregue”, destaca.

Inscrições abertas até 25 de outubro

As inscrições vão de 13 a 25 de outubro e podem ser feitas pelo link ou pelo WhatsApp (67) 98465-7734.

Além disso, a MS Florestal realizará ação presencial nos dias 21 e 22 de outubro em Água Clara para apoio às inscrições.

Inscrições

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

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Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

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O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

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Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

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