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Parceria entre Catalytic Generators e Exp. Group impulsiona eficiência no amadurecimento de bananas nos EUA

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Parceria estratégica fortalece operação de amadurecimento de frutas

A parceria entre a Catalytic Generators e o Exp. Group tem contribuído para elevar o nível de eficiência no processo de amadurecimento de frutas nos Estados Unidos.

A operação do Exp. Group envolve o amadurecimento semanal de mais de 75 mil caixas de bananas e cerca de 100 mil caixas de bananas-da-terra, exigindo precisão, previsibilidade e tecnologia confiável para garantir qualidade constante ao mercado.

Ao longo de mais de três décadas de cooperação, a Catalytic Generators fornece sistemas de aplicação de etileno que sustentam o crescimento da empresa e ajudam a manter padrões consistentes de maturação das frutas.

Relação empresarial construída por duas gerações

A colaboração entre as empresas começou com os fundadores Gene Akins e Emil Serafino. Atualmente, a parceria segue com a segunda geração das famílias, representada por Greg Akins, presidente e CEO da Catalytic Generators, e Anthony Serafino, presidente e diretor do Exp. Group.

Ambas as empresas compartilham características semelhantes: são negócios familiares, com valores focados em confiança, qualidade e relações de longo prazo.

Segundo Serafino, essa afinidade cultural fortalece a parceria. Para ele, escolher fornecedores que compartilham os mesmos princípios facilita a construção de relações comerciais duradouras.

Estrutura logística e operação em grande escala

O Exp. Group é uma distribuidora familiar de produtos hortifrutigranjeiros com sede em North Bergen, New Jersey. A empresa compra produtos de fazendas domésticas e também importa frutas do Caribe, da América do Sul e da América Central.

A companhia opera duas grandes plataformas de amadurecimento e distribuição:

  • unidade em North Bergen, New Jersey
  • unidade em McAllen, Texas
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Ao todo, a rede movimenta cerca de um milhão de caixas de produtos frescos por semana, incluindo bananas, bananas-da-terra, mamões, peras e tomates.

O crescimento da empresa é sustentado por quatro pilares estratégicos:

  • qualidade
  • serviço
  • marca
  • cultura organizacional
Tecnologia garante precisão no amadurecimento

Os sistemas desenvolvidos pela Catalytic Generators permitem controle rigoroso do processo de amadurecimento das frutas.

Entre as soluções utilizadas estão:

  • geradores de etileno Easy-Ripe®
  • concentrado de etileno Ethy-Gen® II

Essas tecnologias permitem ajustar com precisão os ciclos de amadurecimento, garantindo cor, textura e vida útil consistentes, mesmo em operações de grande escala.

De acordo com Serafino, a previsibilidade é essencial para o negócio. Clientes que solicitam frutas com determinado nível de maturação precisam receber exatamente o padrão esperado.

Estrutura de amadurecimento cresce com a empresa

O Exp. Group iniciou suas operações de amadurecimento em 2013, com apenas sete câmaras de maturação.

Hoje, a estrutura se expandiu significativamente. Apenas na unidade de North Bergen existem 35 câmaras de amadurecimento, todas equipadas com os sistemas da Catalytic Generators para controlar a aplicação de etileno.

A instalação no Texas segue o mesmo modelo operacional, garantindo padronização de processos e qualidade uniforme entre os centros de distribuição.

Flexibilidade para atender diferentes perfis de clientes

Um dos desafios do negócio é atender às necessidades específicas de cada cliente.

Alguns compradores preferem frutas mais verdes e ciclos de maturação mais lentos, enquanto outros — especialmente varejistas em áreas urbanas — demandam frutas com coloração mais intensa e pronta para consumo.

Segundo o Exp. Group, a operação atende entre 15 e 20 clientes diferentes, cada um com especificações próprias.

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A tecnologia da Catalytic Generators permite adaptar os ciclos de amadurecimento sem comprometer a consistência da qualidade.

Experiência global fortalece a parceria

A Catalytic Generators também oferece suporte internacional, operando em diversos mercados e atendendo requisitos regulatórios em diferentes regiões.

A empresa investe em segurança, conformidade e padronização de sistemas, garantindo que suas soluções atendam às normas de mercados como:

  • Estados Unidos
  • União Europeia
  • países asiáticos

Essa experiência global amplia a confiabilidade das operações do Exp. Group e facilita a expansão da empresa.

Estratégia logística foca na etapa “last-mile”

O Exp. Group também vem ampliando sua estratégia de distribuição focada na chamada “last-mile”, etapa final da entrega ao cliente.

Segundo Serafino, essa fase é crucial para garantir que as frutas cheguem ao consumidor com qualidade ideal de maturação.

A empresa busca combinar:

  • expertise em amadurecimento
  • eficiência logística
  • precisão na distribuição

Essa estratégia pretende fortalecer a experiência do cliente final e ampliar a competitividade da companhia no mercado.

Planos de expansão para os próximos anos

O Exp. Group pretende ampliar ainda mais sua capacidade de amadurecimento com novos centros de distribuição.

De acordo com a empresa, o objetivo é construir uma organização multibilionária, mantendo a parceria com a Catalytic Generators como base tecnológica para sustentar o crescimento.

A relação entre as duas empresas segue baseada em confiança, alinhamento estratégico e visão de longo prazo, fatores considerados essenciais para acompanhar a expansão do setor de distribuição de frutas frescas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações do agronegócio brasileiro somam US$ 16 bilhões em maio e atingem segundo maior valor da história para o mês

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As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 16 bilhões em maio de 2026, registrando crescimento de 8,2% em relação ao mesmo período do ano passado e consolidando o segundo maior resultado da série histórica para o mês. O desempenho foi impulsionado principalmente pelos embarques de soja e proteínas animais, que compensaram a queda observada nos setores sucroenergético e de etanol.

Os dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e analisados pela Consultoria Agro do Itaú BBA mostram que o agronegócio segue como um dos principais motores da balança comercial brasileira, sustentado por volumes robustos de exportação e preços favoráveis em importantes cadeias produtivas.

Soja lidera pauta exportadora e mantém forte geração de receitas

O complexo soja permaneceu como principal destaque das exportações brasileiras em maio.

Os embarques de soja em grão totalizaram 14,8 milhões de toneladas, avanço de 5% em comparação com maio de 2025. Apesar da redução de 12% frente a abril, movimento considerado natural após o pico da colheita, a receita alcançou US$ 6,3 bilhões, sustentada pela valorização dos preços internacionais.

O farelo de soja também apresentou desempenho positivo, com exportações de 2,5 milhões de toneladas, crescimento de 12% na comparação anual.

Já o óleo de soja registrou uma das maiores altas entre os principais produtos do agronegócio, com embarques de 202 mil toneladas, aumento de 34% em relação ao mesmo mês do ano passado. Além do avanço no volume, os preços médios seguiram em trajetória de valorização.

Carnes ampliam participação no mercado internacional

O segmento de proteínas animais manteve ritmo acelerado nas exportações brasileiras.

A carne bovina in natura alcançou 262 mil toneladas exportadas em maio, crescimento de 20% frente ao mesmo período de 2025. A receita somou US$ 1,7 bilhão, impulsionada pelo aumento dos preços internacionais, que atingiram média superior a US$ 6,5 mil por tonelada.

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A carne de frango apresentou um dos melhores desempenhos do mês, com embarques de 442 mil toneladas, alta de 32% na comparação anual.

Já a carne suína exportou 111 mil toneladas, registrando crescimento de aproximadamente 5% sobre maio do ano passado, mantendo a trajetória positiva observada ao longo de 2026.

Açúcar e etanol enfrentam cenário mais desafiador

Enquanto soja e proteínas avançaram, o complexo sucroenergético registrou resultados mais modestos.

As exportações de açúcar VHP somaram 1,8 milhão de toneladas, queda de 10% na comparação anual. Além da redução no volume, os preços internacionais recuaram mais de 20% em relação ao mesmo período de 2025, pressionando as receitas do setor.

O açúcar refinado também apresentou retração, com embarques de 159 mil toneladas, volume 27% inferior ao registrado um ano antes.

No caso do etanol, a queda foi ainda mais expressiva. As exportações despencaram para apenas 17 mil metros cúbicos, retração de 79% na comparação anual. A perda de competitividade do produto brasileiro no mercado internacional continua sendo o principal fator limitante para os embarques.

Milho, algodão e suco de laranja registram avanços

Entre os demais produtos agrícolas, o milho apresentou a maior variação positiva do mês em relação ao ano anterior.

Os embarques alcançaram 249 mil toneladas, crescimento superior a 570%, embora o volume ainda seja considerado modesto devido ao estágio inicial da colheita da segunda safra.

O algodão também registrou forte desempenho, com aumento de 52% nos volumes exportados.

O suco de laranja manteve trajetória positiva, com crescimento de 17% nos embarques, reforçando a posição do Brasil como principal fornecedor global do produto.

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Tarifas dos Estados Unidos voltam ao radar do agronegócio

Além dos resultados comerciais, o setor acompanha com atenção os desdobramentos das investigações comerciais conduzidas pelos Estados Unidos contra o Brasil.

No início de junho, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) propôs uma tarifa adicional de 25% sobre determinados produtos brasileiros. Entre os temas citados estão comércio digital, propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e questões ambientais.

Apesar da medida, boa parte dos principais produtos do agronegócio brasileiro ficou fora da lista de sobretaxação, incluindo carnes, café, frutas, cereais, sementes, fertilizantes e suco de laranja.

Posteriormente, uma nova proposta de tarifa adicional de 12,5% foi apresentada em investigação relacionada a alegações de trabalho forçado em determinadas cadeias produtivas.

As audiências públicas sobre as medidas estão previstas para julho, e o mercado segue atento aos possíveis impactos para o comércio bilateral.

Exportações acumuladas mantêm crescimento em 2026

No acumulado de janeiro a maio de 2026, o agronegócio brasileiro segue apresentando resultados consistentes.

Os destaques são o crescimento das exportações de soja, carnes bovina, suína e de frango, além do avanço das vendas externas de óleo de soja, algodão e milho.

Por outro lado, setores como açúcar refinado, etanol, café verde, trigo e celulose registram desempenho inferior ao observado no mesmo período do ano passado.

Mesmo diante das incertezas comerciais internacionais e da volatilidade dos mercados globais, o agronegócio brasileiro mantém forte competitividade e continua ampliando sua relevância no comércio mundial de alimentos, fibras e energia renovável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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