AGRONEGÓCIO
Pêssego no Rio Grande do Sul: mosca-das-frutas exige cuidados e preço chega a R$ 10/kg
AGRONEGÓCIO
O informativo conjuntural da Emater/RS-Ascar aponta progresso nas atividades relacionadas ao cultivo do pêssego no estado. Na região de Pelotas, o raleio de frutos está na fase final, enquanto produtores realizam a segunda adubação nitrogenada.
No entanto, a população de mosca-das-frutas continua em crescimento, exigindo a adoção de medidas preventivas como uso de iscas tóxicas e, em alguns casos, aplicação de inseticidas.
Colheita inicia em Caxias do Sul
Na região de Caxias do Sul, a colheita das variedades PS do Cedo, BRS Kampai e Tropic Prince já começou. Segundo o boletim, os frutos apresentam calibre médio, coloração esverdeada e acidez, resultado da baixa exposição solar durante o desenvolvimento.
“As condições climáticas impactaram diretamente no crescimento e na aparência dos frutos colhidos no início da safra”, destaca o informativo.
Variedades promissoras e raleio em andamento
As variedades BRS Fascínio, Charme e Chimarrita estão em fase de repasse de raleio, com boas perspectivas de produção. Algumas frutas provenientes de flores temporonas já iniciam a maturação.
As variedades mais cultivadas, PS 10711 e PS 25399, seguem em raleio e repasse, apresentando bom número de frutos e sanidade satisfatória.
Preços do pêssego nas feiras
O preço do pêssego nas feiras do produtor varia entre R$ 6,00 e R$ 10,00 por quilo. Na Ceasa de Caxias do Sul, o valor médio é R$ 8,83/kg, com a qualidade da fruta considerada adequada para comercialização.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Vendas de máquinas agrícolas e industriais caem em 2026 e acendem alerta no setor, aponta Abimaq
A indústria brasileira de máquinas e equipamentos iniciou 2026 sob pressão. Dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) mostram retração nas vendas em março e no acumulado do primeiro trimestre, refletindo um ambiente de demanda mais fraca e maior concorrência com produtos importados.
O faturamento do setor somou R$ 23,8 bilhões em março, queda de 3,4% na comparação com o mesmo período de 2025. No acumulado do trimestre, a receita líquida alcançou R$ 61,7 bilhões, recuo expressivo de 11% frente aos três primeiros meses do ano anterior.
Mercado interno recua e importações avançam
O desempenho negativo foi puxado principalmente pela queda nas vendas no mercado doméstico. A receita líquida interna recuou 0,9% em março e acumulou queda de 12,6% no trimestre, evidenciando a perda de ritmo da demanda nacional.
Em contrapartida, as importações de máquinas e equipamentos cresceram de forma significativa, avançando 21,4% em março e 4,2% no acumulado do trimestre. O aumento reforça a competitividade dos produtos estrangeiros no mercado brasileiro e pressiona ainda mais a indústria local.
Exportações mostram resiliência, mas com sinais de desaceleração
No mercado externo, o desempenho foi mais estável. As exportações somaram US$ 1,03 bilhão em março, praticamente estáveis na comparação anual. No acumulado do trimestre, houve crescimento de 7,5%, atingindo US$ 2,9 bilhões.
Os Estados Unidos seguem como principal destino das exportações brasileiras do setor. As vendas para o país totalizaram US$ 709 milhões no trimestre, acima dos US$ 631 milhões registrados no mesmo período de 2025.
No entanto, na comparação com o quarto trimestre do ano passado, houve retração de 10,5% nas exportações para o mercado norte-americano. O recuo foi puxado por quedas em segmentos relevantes, como máquinas agrícolas (-32%), componentes (-16%) e equipamentos para logística e construção civil (-13,5%).
Com isso, a participação dos Estados Unidos nas exportações do setor ficou em 24,3% no primeiro trimestre, abaixo do pico de 29,3% registrado em 2023, embora ligeiramente acima dos 23,3% observados em 2025.
Capacidade instalada sobe, mas pedidos indicam fraqueza
A utilização da capacidade instalada da indústria atingiu 79,9% em março, acima dos 77,6% registrados no mesmo mês de 2025, indicando melhora operacional.
Por outro lado, a carteira de pedidos, importante indicador de demanda futura, apresenta sinais de enfraquecimento. Em março, houve leve alta frente a fevereiro, com 9 semanas de pedidos, mas ainda assim queda de 1,5% na comparação anual.
No acumulado do trimestre, a retração foi de 5,2%, reforçando a perspectiva de um ano mais desafiador para o setor.
Perspectivas para 2026
Segundo a Abimaq, o comportamento da carteira de pedidos indica que a indústria deve enfrentar um período de receitas mais fracas ao longo de 2026. A combinação de demanda interna desaquecida, avanço das importações e incertezas no mercado externo compõe um cenário de cautela.
Para o agronegócio, o desempenho do setor de máquinas é um termômetro importante, já que reflete diretamente o nível de investimento no campo. A evolução desse mercado será decisiva para medir o ritmo de modernização e expansão da produção agrícola nos próximos meses.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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