AGRONEGÓCIO
Pif Paf Alimentos abre inscrições para Programa de Estágio 2025
AGRONEGÓCIO
A Pif Paf Alimentos abriu as inscrições para a nova edição do seu Programa de Estágio 2025. Os interessados têm até o dia 15 de setembro de 2025 para se candidatar através do site pifpafalimentos.com.br/carreiras, na seção “Programa de Estágio”.
As oportunidades estão disponíveis para Belo Horizonte e cidades do interior de Minas Gerais, Espírito Santo e Santa Catarina.
Benefícios oferecidos aos estagiários
Os participantes do programa receberão uma bolsa-estágio, vale-alimentação, auxílio-academia, seguro de vida, descontos em produtos Pif Paf e um Kit Natalino.
Além disso, os estagiários terão acesso a workshops, palestras, capacitações técnicas e comportamentais e acompanhamento contínuo por líderes e pelo time de Business Partners de RH. Ao final do ciclo, os participantes desenvolverão um projeto técnico, que será avaliado por uma banca, com destaque para os melhores desempenhos.
Desenvolvimento profissional e oportunidades de efetivação
A empresa busca jovens engajados, colaborativos e com vontade de aprender, valorizando a diversidade em todas as suas formas. “Nossos estagiários integram um time plural, criativo e colaborativo, dedicado a gerar soluções inovadoras e sustentáveis”, afirma Ana Elisa Silame Gomes Ferreira, Gerente de Pessoas e Cultura da Pif Paf.
O programa também funciona como uma porta de entrada para efetivação, permitindo que os estagiários com melhor desempenho ingressem de forma permanente no quadro de colaboradores da empresa.
Áreas de atuação e etapas do processo seletivo
O Programa de Estágio 2025 oferece vagas em diversas áreas, incluindo:
- Administração
- Agronomia
- Ciências da Computação
- Ciências Contábeis e Econômicas
- Economia
- Engenharia da Computação, de Alimentos, de Controle e Automação, de Produção e de Software
- Estatística
- Medicina Veterinária
- Psicologia
- Sistemas de Informação
- Zootecnia
O processo seletivo inclui cadastro na plataforma Gupy, seleção de currículos, avaliação com o RH e entrevista com gestores da área.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Entidade diz que o campo preserva, mas há excesso de regras travando os produtores
A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) decidiu reagir às críticas sobre o impacto ambiental do agronegócio e levou ao debate público um conjunto de dados para sustentar que a produção agrícola no Brasil ocorre com preservação relevante dentro das propriedades rurais.
A iniciativa ocorre em um momento de maior pressão sobre o setor, especialmente em mercados internacionais, e busca reposicionar a narrativa com base em números do próprio campo.
Entre os dados apresentados, levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indica que 65,6% do território brasileiro permanece coberto por vegetação nativa, enquanto a agricultura ocupa cerca de 10,8% da área total. A entidade usa o dado para reforçar que a produção ocorre em uma parcela limitada do território.
No recorte estadual, a Aprosoja-MT destaca um levantamento próprio que identificou mais de 105 mil nascentes em 56 municípios de Mato Grosso, com 95% delas preservadas dentro das propriedades rurais . O dado é usado como exemplo prático de conservação dentro da atividade produtiva.
A entidade também aponta que o avanço tecnológico tem permitido aumento de produção sem expansão proporcional de área. O Brasil deve colher mais de 150 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26, mantendo a liderança global, com Mato Grosso respondendo por cerca de 40 milhões de toneladas.
Segundo a Aprosoja-MT, práticas como plantio direto, rotação de culturas e uso de insumos biológicos têm contribuído para esse ganho de produtividade, reduzindo a pressão por abertura de novas áreas.
Isan Rezende, presidente do IA
A associação também cita investimentos em prevenção de incêndios dentro das propriedades e manejo de solo como parte da rotina produtiva, argumentando que a preservação é uma necessidade econômica, e não apenas uma exigência legal.
Na avaliação de Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) a preservação ambiental no campo deixou de ser uma pauta teórica e passou a ser parte direta da gestão da propriedade rural. Segundo ele, o produtor brasileiro já incorporou práticas que garantem produtividade com conservação, muitas vezes acima do que é exigido.
“Quem está na lida sabe que sem água, sem solo bem cuidado e sem equilíbrio ambiental não existe produção. O produtor preserva porque precisa produzir amanhã. Isso não é discurso, é sobrevivência da atividade”, afirma.
Rezende aponta, no entanto, que o ambiente institucional ainda cria distorções que dificultam o reconhecimento desse esforço. Para ele, há excesso de exigências, insegurança jurídica e regras que mudam com frequência, o que acaba penalizando quem já produz dentro da lei.
“O produtor cumpre, investe, preserva, mas continua sendo tratado como problema. Falta coerência. Quem está regular não pode continuar pagando a conta de um sistema que não diferencia quem faz certo de quem está fora da regra”, diz.
Na avaliação do dirigente, o debate sobre sustentabilidade no Brasil precisa avançar com base em dados e realidade de campo, e não em generalizações. Ele defende que o país já possui uma das legislações ambientais mais rígidas do mundo, mas enfrenta falhas na aplicação e na comunicação dessas informações.
“O Brasil tem uma das produções mais eficientes e sustentáveis do planeta. O que falta é organização e clareza nas regras, além de uma comunicação mais firme para mostrar o que já é feito dentro da porteira”, conclui.
Fonte: Pensar Agro
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