RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Plantio da safra de milho 2025/26 no Centro-Sul do Brasil alcança 67,8% da área prevista, aponta Safras

Publicados

AGRONEGÓCIO

O plantio de milho da safra de verão 2025/26 no Centro-Sul do Brasil atingiu 67,8% da área estimada de 3,603 milhões de hectares até sexta-feira (31), conforme levantamento realizado pela Safras & Mercado.

O ritmo de semeadura apresenta variações significativas entre os estados, refletindo condições climáticas, disponibilidade de insumos e logística regional.

Avanço por estado
  • Rio Grande do Sul: plantio chega a 96,1% da área prevista de 946 mil hectares.
  • Santa Catarina: semeadura alcança 97% da área estimada de 590 mil hectares.
  • Paraná: cultivo chega a 98,7% dos 531 mil hectares planejados.
  • São Paulo: plantio avança 40,3% da área prevista de 298 mil hectares.
  • Mato Grosso do Sul: 34,4% da área estimada de 30 mil hectares semeada.
  • Goiás/Distrito Federal: 12,2% dos 296 mil hectares planejados cultivados.
  • Minas Gerais: plantio atinge 30,9% da área estimada de 869 mil hectares.
  • Mato Grosso: 8,7% da área estimada de 11 mil hectares semeada.
Comparativo histórico

No mesmo período de 2024, o plantio da safra de milho estava 71,7% concluído sobre a área de 3,499 milhões de hectares. A média dos últimos cinco anos aponta 71,4% de plantio até o final de outubro, indicando que o ritmo atual segue ligeiramente abaixo da média histórica, principalmente em estados como São Paulo, Mato Grosso e Goiás.

Leia Também:  Preço da mandioca tem maior valorização semanal em quase um ano, aponta Cepea
Perspectivas para os próximos dias

O avanço da semeadura deve depender do clima nos próximos dias, especialmente na região Sudeste e Centro-Oeste, onde chuvas irregulares podem atrasar a conclusão do plantio. A Safras & Mercado acompanha de perto o andamento da safra, considerando impactos sobre produtividade e oferta futura do milho no mercado brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Irrigação por gotejamento reduz custos na cafeicultura e aumenta eficiência produtiva no interior de São Paulo

Publicados

em

Por

A irrigação por gotejamento tem se consolidado como uma das principais tecnologias para aumento de eficiência e redução de custos na cafeicultura brasileira. Em uma propriedade localizada na região da Alta Mogiana (SP), a adoção do sistema, combinada com fertirrigação e automação, resultou em ganhos expressivos de produtividade e uma economia anual estimada em R$ 91 mil.

Tecnologia reduz custos operacionais e otimiza o manejo no café

O case do Grupo Agam, da família Branquinho, no município de Pedregulho (SP), mostra como a modernização do sistema produtivo pode impactar diretamente a rentabilidade da atividade cafeeira.

A propriedade, com mais de 300 hectares de café, implementou irrigação por gotejamento em 100 hectares em parceria com a Netafim. A tecnologia trouxe mudanças significativas na estrutura operacional da fazenda, especialmente na redução do uso de máquinas e insumos.

Economia supera R$ 90 mil por ano em operações mecanizadas

De acordo com os dados levantados na propriedade, os resultados econômicos incluem:

  • Redução de aproximadamente R$ 910 por hectare ao ano em custos com operações tratorizadas
  • Economia total de cerca de R$ 91 mil por ano nos 100 hectares irrigados
  • Evitação de investimento de aproximadamente R$ 340 mil em máquinas agrícolas, como trator e adubadeira

Além da redução de custos, o sistema proporcionou uma reorganização das atividades no campo, com impacto direto na eficiência operacional.

Leia Também:  Preços do trigo despencam no Brasil e em Chicago com oferta global elevada e tensões comerciais
Menos operações no campo e mais eficiência produtiva

Com a adoção do gotejamento, o número de operações mecanizadas caiu de 17 para 10 ciclos por safra, simplificando o manejo da lavoura e reduzindo a dependência de equipamentos pesados.

A mudança também trouxe maior previsibilidade operacional, permitindo melhor planejamento das etapas produtivas e menor exposição a riscos logísticos, como janelas climáticas curtas ou indisponibilidade de máquinas.

Outro ponto de destaque é o uso de sensores de umidade do solo e automação, que contribuíram para uma redução de até 50% no consumo de água, fator estratégico em regiões com maior restrição hídrica.

Fertirrigação aumenta eficiência no uso de insumos

A fertirrigação também desempenhou papel central na redução de custos. Segundo o responsável pela gestão das propriedades, William Ferreira, a aplicação precisa de nutrientes melhora o aproveitamento dos fertilizantes e reduz desperdícios.

“Quando aplicamos os fertilizantes via sistema de irrigação, conseguimos direcionar os nutrientes exatamente para a zona radicular, no momento em que a planta mais precisa. Isso aumenta significativamente o aproveitamento e reduz perdas por lixiviação ou aplicações ineficientes”, explica.

Ele destaca ainda o impacto econômico direto da tecnologia:

“Na prática, a fertirrigação diminui desperdícios e evita reaplicações desnecessárias. Como os fertilizantes representam uma parcela relevante do custo da lavoura, qualquer ganho de eficiência no uso já se traduz em economia direta para o produtor”, afirma.

Irrigação aumenta previsibilidade e reduz riscos climáticos

Além da redução de custos, a irrigação por gotejamento também contribui para maior estabilidade produtiva, especialmente em cenários de irregularidade climática.

Leia Também:  Estudo identifica Salmonella em peixes nativos do Centro-Oeste

Para o especialista agronômico da Netafim, Rafael Gonzaga, a tecnologia permite maior controle sobre a produção.

“Na prática, sistemas como a irrigação por gotejamento permitem uma gestão mais precisa dos recursos, o que se reflete em redução de desperdícios e maior estabilidade produtiva”, afirma.

Ele reforça que a previsibilidade é um dos principais ganhos:

“Além de reduzir custos, a tecnologia traz mais controle sobre o sistema produtivo. Isso muda a lógica da operação, que passa a ser menos reativa e mais estratégica”, complementa.

Eficiência produtiva e sustentabilidade no café

Além dos ganhos econômicos, a irrigação por gotejamento também contribui para o uso mais eficiente de insumos e redução de impactos ambientais, como menor compactação do solo e redução de emissões associadas às operações mecanizadas.

O caso do Grupo Agam reforça uma tendência crescente na cafeicultura brasileira: a busca por sistemas produtivos mais eficientes, previsíveis e sustentáveis, com a tecnologia assumindo papel central na competitividade do setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA