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Preços do boi gordo se mantêm firmes com baixa oferta no final de agosto

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A arroba do boi gordo segue com preços estáveis no encerramento de agosto, sustentada pela escassez de animais disponíveis para abate e pela demanda aquecida de frigoríficos voltados à exportação.

Baixa oferta dá suporte aos preços

Segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a limitada disponibilidade de animais para abate tem sustentado os valores do boi gordo. Frigoríficos de grande porte, focados principalmente em atender ao mercado externo, mantêm firmes os preços pagos por novos lotes e, em alguns casos, chegam a conceder leves aumentos, tanto para bois quanto para novilhas.

Exportações brasileiras em alta

Desde julho, as exportações brasileiras de carne bovina vêm registrando números recordes, fortalecendo a demanda interna por animais de maior qualidade para abate. Esse cenário contribui para que os preços se mantenham estáveis mesmo diante da cautela de pecuaristas.

Pecuaristas monitoram mercado

Produtores consultados pelo Cepea continuam negociando aos poucos, aguardando possíveis elevações nos preços. No estado de São Paulo, a arroba do boi gordo tem sido comercializada em torno de R$ 310, refletindo a firmeza do mercado.

Leia Também:  Demanda aquecida e oferta restrita elevam preço do etanol hidratado em São Paulo, aponta Cepea

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita de arroz atinge 87,45% no Rio Grande do Sul, mas ritmo segue lento

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Colheita de arroz avança no RS, mas abaixo do ritmo esperado

A colheita de arroz no Rio Grande do Sul alcançou 87,45% da área semeada na safra 2025/2026, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).

Até o momento, foram colhidos 780.098 hectares de um total de 891.908 hectares cultivados no Estado. Apesar do avanço significativo, o ritmo dos trabalhos segue mais lento em comparação a anos anteriores.

Regiões costeiras lideram avanço da colheita

As regionais da Planície Costeira Externa e da Zona Sul apresentam os maiores índices de avanço, com 95,76% e 91,10% da área colhida, respectivamente, se aproximando da finalização da safra.

Na sequência, aparecem:

  • Planície Costeira Interna: 88,99%
  • Fronteira Oeste: 88,13%
  • Campanha: 83,22%
  • Região Central: 76,52% (menor índice)

Os dados refletem diferenças no ritmo de colheita entre as regiões, influenciadas por condições climáticas e operacionais.

Ritmo lento preocupa produtores e técnicos

De acordo com o coordenador regional da Planície Costeira Externa do Irga, Vagner Martini, a evolução da colheita mantém um comportamento mais lento, tendência já observada em levantamentos anteriores.

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O atraso pode impactar a qualidade do grão e aumentar os riscos operacionais, especialmente em áreas ainda não colhidas.

Levantamento final vai consolidar dados da safra

A Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Irga informou que, ao término da colheita, será realizado um levantamento consolidado da safra.

O estudo deve incluir informações detalhadas sobre:

  • Produtividade média
  • Área efetivamente colhida
  • Perdas registradas no campo
Safra de arroz segue em fase final no Estado

Com mais de 87% da área colhida, o Rio Grande do Sul caminha para a reta final da safra de arroz 2025/2026, mantendo-se como principal produtor nacional do cereal.

A expectativa agora se concentra na conclusão dos trabalhos e na consolidação dos resultados produtivos, que devem orientar o planejamento da próxima safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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