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Preços do mamão voltam a subir após semanas de queda, aponta Cepea

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Reação de preços após semanas em baixa

Depois de um período prolongado de desvalorização, os preços do mamão voltaram a subir entre os dias 27 e 31 de outubro, conforme levantamento do Hortifrúti/Cepea. A recuperação foi observada nas principais regiões produtoras do País, marcando uma reversão no cenário de queda das últimas semanas.

Espírito Santo registra forte valorização do mamão havaí

No Norte do Espírito Santo, o mamão havaí 12-18 registrou uma alta expressiva de 89%, sendo comercializado a R$ 2,06 por quilo. A recuperação dos preços está diretamente ligada à redução na oferta, consequência das baixas temperaturas e das chuvas que impactaram o ritmo de colheita e a qualidade das frutas.

Mamão formosa também tem alta na Bahia

No Sul da Bahia, o mamão formosa também apresentou valorização significativa, com aumento de 36% e cotação média de R$ 1,50/kg. Assim como no Espírito Santo, a produção baiana foi afetada pelas condições climáticas, o que limitou a disponibilidade do produto no mercado.

Expectativas para novembro: oferta menor e demanda aquecida

De acordo com pesquisadores do Hortifrúti/Cepea, o início de novembro deve manter o movimento de alta nos preços. Além da oferta limitada nas regiões produtoras, o típico aumento da demanda no começo do mês, impulsionado pela reposição de estoques e maior consumo doméstico, tende a sustentar novas elevações nas cotações.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Unesp desenvolve nova abordagem para nanoherbicidas mais eficientes e sustentáveis no controle de plantas daninhas

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Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) propuseram uma nova abordagem científica para o desenvolvimento de nanoherbicidas, com foco em maior eficiência agronômica e sustentabilidade ambiental. O estudo, conduzido no âmbito do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Nanotecnologia para Agricultura Sustentável, sugere inverter a lógica tradicional de criação desses insumos, colocando as características das plantas daninhas no centro do processo.

A proposta foi publicada na revista científica Nature Reviews Methods Primers e representa um avanço relevante para o manejo de invasoras que impactam diretamente a produtividade agrícola no Brasil.

Plantas daninhas seguem como desafio no campo

Espécies como caruru, capim-azevém e capim-pé-de-galinha estão entre as principais ameaças às lavouras, podendo reduzir em cerca de 15% a produtividade de grãos, mesmo em áreas com manejo.

Esse cenário tem impulsionado a busca por soluções mais eficientes, como os nanoherbicidas — tecnologia que permite a liberação controlada e direcionada de ingredientes ativos, aumentando a absorção pelas plantas e reduzindo o volume aplicado.

Novo conceito melhora eficiência dos nanoherbicidas

Atualmente, o desenvolvimento de nanoherbicidas é baseado principalmente nas propriedades dos materiais utilizados. A nova proposta da Unesp, chamada de Plant-informed nanodesign (PIND), muda esse paradigma ao priorizar as características biológicas das plantas-alvo.

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Na prática, isso significa desenvolver nanopartículas específicas para cada espécie daninha, aumentando a eficácia do controle e reduzindo perdas.

Caracterização detalhada das plantas orienta tecnologia

Para viabilizar essa abordagem, os pesquisadores realizam análises aprofundadas das plantas invasoras, considerando fatores como:

  • Espessura e tamanho das folhas
  • Quantidade de estômatos
  • Espessura da cutícula
  • Presença de tricomas
  • Rugosidade da superfície foliar

Essas informações permitem projetar nanopartículas mais aderentes e eficientes na absorção dos herbicidas.

Tecnologia alia produtividade e sustentabilidade

As análises utilizam técnicas avançadas, como microscopia confocal e microscopia eletrônica de varredura, que permitem observar estruturas microscópicas com alta precisão.

O objetivo é desenvolver soluções que aumentem a eficiência do controle de plantas daninhas, reduzam o uso de insumos químicos e minimizem impactos ambientais — uma demanda crescente no agronegócio brasileiro.

Inovação fortalece agricultura de precisão

A nova metodologia reforça o papel da nanotecnologia na agricultura de precisão e na transição para sistemas produtivos mais sustentáveis. Ao alinhar ciência, inovação e eficiência no campo, a proposta da Unesp abre caminho para uma nova geração de defensivos agrícolas mais inteligentes e adaptados às condições reais das lavouras.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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