AGRONEGÓCIO
PremieRpet amplia programa sustentável e evita 5.500 toneladas de CO2 com reciclagem de embalagens
AGRONEGÓCIO
A PremieRpet, referência em alimentos super premium e premium especial para cães e gatos, intensificou suas iniciativas de sustentabilidade em parceria com a cleantech Polen, especialista em soluções sustentáveis com rastreabilidade. Entre 2018 e 2024, a empresa compensou 8.863 toneladas de resíduos, evitando a emissão de aproximadamente 5.500 toneladas de CO2 na atmosfera.
Agora, todas as embalagens plásticas das linhas PremieR Nattu, PremieR Seleção Natural e GoldeN Seleção Natural passam a integrar o programa de logística reversa, garantindo destinação ambientalmente adequada.
Impacto ambiental: números que impressionam
Somente em 2024, a PremieRpet compensou 1.719 toneladas de resíduos, evitando a emissão de 1.100 toneladas de CO2 — volume equivalente a 2 milhões de embalagens de 10 kg de ração, ou cerca de 80 campos de futebol alinhados lado a lado. A quantidade de CO2 evitada corresponde ao que 2.580 árvores levariam anos para capturar da atmosfera.
PremieRpet se torna a primeira marca pet brasileira com certificação Carbon Free®
Em 2025, todos os produtos da marca passam a exibir o Selo Carbon Free, após a conclusão do Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) de 2024, realizado segundo o GHG Protocol. A certificação contempla a neutralização de mais de 4.000 toneladas de CO2, abrangendo os escopos 1 e 2, por meio de créditos de carbono que apoiam:
- Geração de energia renovável
- Conservação de florestas na Amazônia
Além disso, a PremieRpet reforçou o caráter regenerativo do programa com plantio de mais de 600 árvores nativas e mantém sua matriz produtiva operando com 100% de energia solar.
Compromisso com transparência e rastreabilidade
A parceria com a Polen agora inclui selo nas embalagens e permite acompanhar todo o processo — da coleta à destinação final dos resíduos — em tempo real, com dados auditáveis. Segundo Renato Paquet, CEO da Polen:
“Nosso modelo garante transparência às ações ambientais, gera impacto real, inclusão social e fortalece o compromisso de marcas com seus consumidores.”
Fernando Torres Maluf, VP de Exportação e Sustentabilidade da PremieRpet, complementa:
“Nosso compromisso vai além da qualidade dos alimentos. Queremos atuar com responsabilidade ambiental, preservando o planeta e valorizando o trabalho dos catadores no Brasil.”
Sustentabilidade internacional: compensação de embalagens da linha Natoo
A PremieRpet também expandiu suas ações para o mercado internacional. Em 2024, 100% das embalagens da linha Natoo, produzidas a partir de 2023, foram compensadas, totalizando 35,617 toneladas de plástico e evitando 22,43 toneladas de CO2.
As iniciativas concentram-se no Mato Grosso do Sul, região estratégica para a conservação da onça-pintada, e incluem:
- Patrocínio à reciclagem de resíduos em áreas vulneráveis
- Remuneração de cooperativas de catadores
- Fortalecimento da cadeia de coleta e triagem
- Valorização do plástico pós-consumo e inclusão socioeconômica
- Linha PremieR, GoldeN e VittA Natural certificadas Carbon Free®
Além da compensação de resíduos, todas as linhas PremieR, GoldeN e VittA Natural exibem o selo Carbon Free, garantindo que suas produções são livres de emissões, reforçando o compromisso da marca com a sustentabilidade e a preservação ambiental.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Mercado de arroz enfrenta pressão de oferta e demanda enfraquecida, aponta Itaú BBA
O mercado brasileiro de arroz segue enfrentando um cenário de forte pressão sobre os preços, reflexo da ampla disponibilidade do cereal e da demanda doméstica enfraquecida. A avaliação consta no relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que apresenta uma análise detalhada dos principais fatores que influenciam a cadeia produtiva do arroz no Brasil e no mercado internacional.
De acordo com o levantamento, a conclusão da colheita da safra 2024/25 consolidou um quadro de oferta elevada, especialmente nos principais estados produtores. O aumento da produção, combinado com um ritmo mais lento de comercialização, tem contribuído para a manutenção dos preços em patamares inferiores aos registrados nos últimos ciclos.
Oferta elevada amplia pressão sobre as cotações
A produção robusta registrada nesta temporada elevou a disponibilidade de arroz no mercado interno. Com estoques mais confortáveis e maior volume de produto à disposição dos compradores, os preços vêm apresentando dificuldades para reagir.
Segundo a análise do Itaú BBA, a combinação entre aumento da oferta e consumo doméstico moderado tem reduzido o poder de negociação dos produtores, que enfrentam margens mais apertadas diante dos custos de produção ainda elevados.
Além disso, a concorrência com arroz importado e o comportamento cauteloso da indústria beneficiadora contribuem para um ambiente de comercialização mais lento.
Exportações ganham importância para o setor
Diante da pressão no mercado interno, as exportações assumem papel estratégico para equilibrar a oferta disponível no país. O desempenho das vendas externas será um dos principais fatores a serem monitorados ao longo dos próximos meses.
O relatório destaca que a competitividade do arroz brasileiro no mercado internacional dependerá de aspectos como taxa de câmbio, logística e comportamento dos preços globais. Um avanço consistente das exportações poderia ajudar a reduzir a pressão sobre os estoques e oferecer sustentação às cotações domésticas.
Mercado internacional também influencia preços
No cenário externo, a dinâmica de oferta dos principais países exportadores continua sendo um fator relevante para a formação dos preços. Alterações na produção de grandes fornecedores globais podem impactar o fluxo de comércio internacional e criar oportunidades para o arroz brasileiro.
Ao mesmo tempo, a recuperação gradual da oferta mundial após períodos de restrições em importantes países produtores tende a limitar movimentos mais expressivos de valorização no mercado global.
Perspectivas para os próximos meses
Para o restante do ano, a expectativa é de continuidade de um mercado amplamente abastecido, com os preços dependendo da evolução da demanda doméstica e do desempenho das exportações.
Os analistas do Itaú BBA ressaltam que o setor deverá acompanhar de perto o comportamento dos estoques, o ritmo de comercialização e as condições do mercado internacional. Esses fatores serão determinantes para definir o equilíbrio entre oferta e demanda e o direcionamento das cotações nos próximos meses.
Embora o cenário atual seja desafiador para os produtores, oportunidades podem surgir caso haja recuperação do consumo ou avanço mais significativo das exportações brasileiras, contribuindo para uma melhor sustentação dos preços ao longo da temporada.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
-
ACRE4 dias atrásVocabulário emprestado
-
SEM CATEGORIA7 dias atrásPrefeitura de Rio Branco promove “Aulão da Torcida” na Praça da Revolução, nesta quinta-feira (11)
-
ESPORTES7 dias atrásCoreia do Sul vence de virada a República Tcheca na estreia da Copa do Mundo
-
AGRONEGÓCIO6 dias atrásExportações recordes de carnes movimentam mais de R$ 10 bilhões
-
ESPORTES4 dias atrásCosta do Marfim vence o Equador no fim e estreia com força na Copa do Mundo
-
AGRONEGÓCIO6 dias atrásControle de qualidade dos pintinhos no alojamento é decisivo para a produtividade da avicultura
-
ESPORTES3 dias atrásIrã e Nova Zelândia fazem jogo movimentado e empatam por 2 a 2
-
SEM CATEGORIA6 dias atrásPrefeitura de Rio Branco reforça parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias – Embrapa Acre

