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Programação de embarques de açúcar nos portos brasileiros registra queda e fica abaixo de 3 milhões de toneladas

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A programação de embarques de açúcar nos portos brasileiros apresentou leve redução na semana encerrada em 20 de agosto. Segundo levantamento da agência marítima Williams Brasil, o total de navios aguardando carregamento caiu de 76 para 72 embarcações, enquanto o volume agendado passou de 3,317 milhões de toneladas para 2,916 milhões de toneladas.

O Porto de Santos (SP) segue liderando o carregamento, com 1.916.110 toneladas. Na sequência aparecem:

  • Paranaguá (PR): 703.510 t
  • São Sebastião (SP): 140.490 t
  • Imbituba (SC): 106.790 t
  • Itajaí (SC): 25.000 t
  • Suape (PE): 11.000 t
  • Maceió (AL): 8.000 t
  • Santana (AP): 6.000 t

O açúcar destinado à exportação é composto principalmente pelas variedades VHP (2.578.200 t), TBC (133.700 t) e Cristal B150 (55.000 t). O relatório da Williams Brasil considera navios já ancorados, em espera para atracação e os com previsão de chegada até 2 de outubro.

Exportações de açúcar em agosto alcançam 1,88 milhão de toneladas

De acordo com dados parciais da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), a receita média diária com a exportação de açúcar e melaços em agosto foi de US$ 69,244 milhões, considerando onze dias úteis. O volume médio diário embarcado atingiu 171,207 mil toneladas. No total, foram exportadas 1.888.277 toneladas, gerando uma receita de US$ 761,688 milhões, com preço médio de US$ 404,40 por tonelada.

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Queda nos valores e preços em relação a 2024

Na comparação com agosto de 2024, quando a média diária de receita foi de US$ 81,372 milhões, houve redução de 14,9% no valor obtido diariamente. Em volume, a queda foi de 3,9%, ante 178,220 mil toneladas diárias. Já o preço médio do açúcar exportado registrou redução de 11,4%, frente aos US$ 456,60 por tonelada do mesmo período do ano anterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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