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Prova Top Brangus 2025 registra recorde de 43 animais inscritos

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A Prova Top Brangus UFRGS 2025, organizada pela Associação Brasileira de Brangus (ABB) em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), alcançou novo recorde de inscritos, com 43 animais participantes, representando alta de 7,5% em relação à edição de 2024.

Objetivo da prova: eficiência alimentar e sustentabilidade

O evento tem como foco selecionar os animais que convertem alimentos em carne de forma mais eficiente, fornecendo dados essenciais para programas de seleção genética e cruzamentos comerciais. Para Ândrea Plotzki Reis, coordenadora de projetos técnicos da ABB, o aumento nas inscrições reflete a credibilidade da iniciativa, a consistência dos critérios técnicos adotados e a crescente relevância da sustentabilidade na pecuária.

“Os criadores reconhecem o valor estratégico de selecionar os animais mais eficientes. A prova oferece informações confiáveis que auxiliam na tomada de decisão, contribuindo para produtividade, rentabilidade e alinhamento com as exigências do mercado atual”, afirmou.

Origem e composição dos animais inscritos

Entre os 43 animais, 11 são provenientes de propriedades rurais, quatro da Embrapa e três da Estação Experimental da UFRGS. Na edição anterior, em 2024, participaram 40 exemplares.

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O presidente da ABB, Cacaio Osório, destaca a importância da cooperação técnica entre a ABB e a UFRGS para o desenvolvimento da raça Brangus. “A eficiência alimentar está diretamente ligada ao custo de produção, que é o principal item econômico na pecuária de corte. Além disso, a prova contribui para a criação de um banco de dados fundamental para validar essa característica no rebanho Brangus brasileiro”, explica.

Cronograma da prova Top Brangus 2025

Os animais chegarão à Estação Experimental Agronômica da UFRGS, em Eldorado do Sul (RS), até sexta-feira (15/08). A etapa de adaptação começa no dia 18 de agosto, seguida pelo período de prova, que vai até 20 de novembro. O teste total terá 91 dias, sendo 21 dias de adaptação e 70 dias de prova.

A Prova Top Brangus continua consolidando-se como ferramenta estratégica para aprimorar eficiência produtiva, sustentabilidade e rentabilidade na pecuária brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Outono no Cerrado exige atenção no campo, mas abre espaço para boas estratégias de manejo

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O outono marca uma fase de transição importante para a agricultura no Brasil, caracterizada pelo fim do período chuvoso e pela aproximação da estação seca. No Cerrado, essa mudança impacta diretamente o ritmo das lavouras, exigindo ajustes no manejo e maior atenção às condições climáticas.

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento, a estação deve trazer desafios como redução das precipitações, solos mais secos e aumento das temperaturas, fatores que podem dificultar o desenvolvimento das culturas, especialmente as de segunda safra.

Apesar disso, o período também abre espaço para oportunidades no campo, já que o clima mais estável favorece o avanço das operações agrícolas e a adoção de estratégias mais planejadas.

Clima mais seco favorece avanço das operações agrícolas no Cerrado

Com a diminuição das chuvas entre abril e maio nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, o produtor rural encontra melhores condições para a execução das atividades de campo.

“A redução da umidade do solo pode ajudar o trabalho no campo a avançar. Com menos chuva em abril e maio no Centro-Oeste e Sudeste, como aponta a Conab, o produtor pode finalizar a colheita e tocar as operações com menos interrupções. Para quem está com a segunda safra, o foco agora é aproveitar melhor a umidade que ainda resta no solo”, explica Manoel Álvares.

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O cenário favorece a organização das atividades agrícolas, reduzindo paralisações e permitindo melhor aproveitamento da janela operacional.

Atraso no plantio exige ajustes no planejamento agrícola

As chuvas mais intensas durante o verão provocaram atraso no plantio em diversas regiões, o que encurtou a janela ideal para algumas culturas e obrigou produtores a reverem o planejamento.

Diante desse cenário, muitos agricultores optaram por cultivares mais adaptadas e ajustaram o manejo das lavouras. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento, mesmo com redução na área plantada, culturas como milho, feijão e algodão ainda apresentam bom potencial produtivo, desde que recebam manejo adequado.

Altas temperaturas aumentam demanda por atenção ao manejo

As temperaturas mais elevadas típicas do Cerrado durante o outono também influenciam o desenvolvimento das lavouras. O aumento do calor intensifica a necessidade de atenção à disponibilidade de água no solo, ao mesmo tempo em que favorece o crescimento das plantas quando há manejo adequado.

Controle fitossanitário exige monitoramento constante

O período também demanda maior vigilância no controle de pragas. Entre os principais desafios fitossanitários estão a lagarta-do-cartucho, a mosca-branca e os percevejos, que tendem a se intensificar nesta época do ano.

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O acompanhamento constante dessas ameaças é essencial para evitar perdas de produtividade e garantir o bom desenvolvimento das culturas.

Planejamento e manejo transformam desafios em produtividade

Para especialistas do setor, o outono no Cerrado representa um momento estratégico para transformar desafios climáticos em oportunidade de melhor gestão no campo.

Segundo Manoel Álvares, mesmo com uma janela mais curta e condições mais secas, o produtor dispõe de ferramentas para tomar decisões mais planejadas.

“Mesmo em uma época mais seca e com uma janela mais curta, o produtor do Cerrado dispõe de ferramentas para tomar decisões mais planejadas. É um período que valoriza o bom manejo e traz bons resultados para quem se antecipa”, destaca o especialista.

Cenário reforça importância da gestão eficiente no campo

O avanço do outono no Cerrado reforça a importância do planejamento agrícola, da adoção de boas práticas de manejo e do uso de tecnologia para mitigar riscos climáticos.

Apesar dos desafios impostos pelo clima, o período pode ser positivo para quem consegue ajustar estratégias e otimizar o uso dos recursos disponíveis.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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