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Qualidade da forragem é determinante para produtividade e rentabilidade do rebanho

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Forragem de alta qualidade influencia diretamente o desempenho animal

A qualidade da forragem é um fator crítico para a saúde do rebanho e para o sucesso econômico da pecuária. Ela impacta diretamente a produção de leite, ganho de peso e saúde reprodutiva do gado.

Segundo Marcelo Pupin, coordenador de Marketing de Produto da Massey Ferguson, “uma forragem nutritiva aumenta a produção de leite em vacas, fornece energia para altos rendimentos e favorece o ganho de peso em animais em crescimento. Também contribui para a fertilidade e gera crias mais saudáveis, garantindo melhor desempenho do rebanho a longo prazo”.

Além do desempenho animal, a forragem de qualidade é decisiva para a rentabilidade. Produtos com alto valor nutritivo proporcionam melhor retorno por fardo e aumentam o potencial de lucro da fazenda. “Investir na produção de forragem de qualidade é investir na sustentabilidade do rebanho e no sucesso econômico da propriedade”, reforça Pupin.

Principais indicadores da qualidade da forragem

O desempenho do rebanho é o melhor indicativo da qualidade da forragem. Para alcançar bons resultados, é necessário compreender as necessidades nutricionais de cada espécie. Entre os fatores que influenciam a qualidade, destacam-se:

  • Espécies de forragem: Cada espécie apresenta características nutricionais específicas. A alfafa é rica em proteína e indicada para vacas leiteiras, enquanto feno de gramíneas perenes é ideal para vacas de corte e cavalos.
  • Retenção de folhas durante a colheita: As folhas concentram a maior parte dos nutrientes. Manter o máximo de folhas no corte preserva o valor nutricional da forragem.
  • Estágio de maturação: O momento da colheita é crucial. Plantas mais maduras apresentam maior teor de fibra e matéria seca, mas menor digestibilidade. Colher no estágio correto garante equilíbrio entre volume e qualidade nutricional.
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Tecnologia e mecanização aumentam eficiência no fenação

A Massey Ferguson oferece soluções completas para fenação, abrangendo corte, revolvimento, enleiramento e enfardamento, garantindo que produtores de todos os portes colham a forragem no momento ideal, preservando nutrientes e reduzindo perdas.

Entre os equipamentos, destacam-se:

  • Enfardadora MF 4160V (câmara variável, fardos cilíndricos): Produz fardos de 0,7 m a 1,6 m de diâmetro com alta densidade e núcleo protegido, utilizando sistema patenteado de pressão constante. Oferece eficiência, baixa manutenção e logística facilitada.
  • Enfardadora MF 2234 (prismática): Capaz de produzir fardos gigantes de até 3 metros de comprimento. Estrutura robusta garante durabilidade, reduz necessidade de manutenção e otimiza transporte e armazenamento.

A tecnologia embarcada permite ajustes automáticos do tamanho, compactação e recolhimento dos fardos diretamente da cabine do operador, aumentando a eficiência, reduzindo perdas e tornando toda a logística mais prática.

Forragem de qualidade: investimento na sustentabilidade e no lucro

Investir em forragem nutritiva, aliada à mecanização moderna, não só melhora o desempenho e a saúde do rebanho, como também aumenta a rentabilidade da propriedade. Técnicas de manejo adequadas, colheita no estágio correto e equipamentos eficientes são essenciais para produtores que buscam maximizar o valor da produção e reduzir perdas no campo.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Guerra no Oriente Médio pode elevar custos no campo e pressionar inflação dos alimentos no Brasil

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As tensões geopolíticas no Oriente Médio voltaram a acender um alerta para o agronegócio global. Um estudo divulgado pelo Rabobank aponta que o prolongamento do conflito na região, aliado ao fechamento do Estreito de Ormuz — uma das principais rotas mundiais de transporte de petróleo — pode provocar aumento dos custos de produção agropecuária e pressionar a inflação dos alimentos no Brasil ao longo de 2026 e 2027.

Segundo a análise, o choque nos mercados de energia já está elevando os preços internacionais do petróleo e do gás natural, criando uma cadeia de impactos que alcança combustíveis, fertilizantes, transporte e logística agrícola.

Petróleo mais caro aumenta custos da produção rural

O relatório destaca que a valorização das commodities energéticas tem efeito direto sobre a atividade agropecuária. O diesel, principal combustível utilizado nas operações agrícolas e no transporte de cargas, tende a registrar alta de preços, elevando os custos desde o plantio até a distribuição dos alimentos.

Além disso, a produção mundial de fertilizantes depende fortemente de gás natural e derivados de petróleo. Com a elevação dos preços desses insumos, a tendência é de aumento nos gastos dos produtores rurais em diversas culturas.

De acordo com as projeções do Rabobank, o Índice de Commodities do Banco Central para Energia (IC-Br Energia) deverá encerrar 2026 com avanço de 41,6% na comparação anual, refletindo a disparada dos preços energéticos observada após a escalada do conflito.

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Agro sente impacto de forma gradual

Diferentemente do mercado de energia, onde os reflexos são imediatos, os efeitos sobre as commodities agrícolas costumam ocorrer de forma mais lenta.

O estudo avalia que os custos mais elevados de energia, frete, fertilizantes e logística devem ser gradualmente incorporados aos preços agrícolas. Como consequência, o Índice de Commodities Agropecuárias (IC-Br Agro) deve voltar a registrar valorização nos próximos meses.

A expectativa é que o indicador feche 2026 com crescimento de 8,8%, sinalizando um ambiente de custos mais elevados para a cadeia produtiva.

Outro fator de preocupação é a possibilidade de ocorrência de um fenômeno El Niño de forte intensidade, cenário que pode provocar alterações climáticas relevantes em importantes regiões produtoras, afetando produtividade e disponibilidade de alimentos.

Inflação dos alimentos pode ganhar força

O levantamento mostra que os alimentos in natura deverão ser os mais sensíveis aos efeitos do choque externo.

Frutas, hortaliças, legumes e outros produtos frescos costumam reagir rapidamente ao aumento dos custos de transporte, combustíveis e insumos agrícolas. Por isso, a projeção é que a inflação desse grupo alcance 9,6% ao final de 2026 e ultrapasse 10% em 2027.

Nos alimentos semielaborados e industrializados, o repasse tende a ocorrer de forma mais gradual. Estoques, contratos de fornecimento e maior diversificação de custos ajudam a amortecer os impactos iniciais da alta das commodities e da energia.

Mesmo assim, os analistas observam que o aumento dos custos deverá atingir toda a cadeia alimentícia ao longo dos próximos trimestres.

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Alimentação no domicílio deve permanecer pressionada

Após um período de desaceleração observado no início de 2026, a inflação dos alimentos consumidos dentro de casa pode voltar a acelerar.

As projeções indicam que a inflação de alimentação no domicílio deverá encerrar 2026 próxima de 6,1%, permanecendo acima dos níveis considerados confortáveis para o controle inflacionário.

Embora o índice deva apresentar desaceleração em 2027, os preços continuarão refletindo os efeitos acumulados da alta dos custos energéticos, das despesas logísticas e dos insumos agrícolas.

Agronegócio acompanha cenário com atenção

Especialistas destacam que o atual cenário reforça a importância do monitoramento dos mercados internacionais pelo setor agropecuário brasileiro.

O Oriente Médio ocupa posição estratégica no abastecimento global de petróleo e fertilizantes. Qualquer interrupção prolongada nos fluxos comerciais pode gerar volatilidade nos preços e afetar diretamente a competitividade do agronegócio.

Para produtores rurais, cooperativas, tradings e indústrias de alimentos, o principal desafio será administrar o aumento dos custos de produção em um ambiente marcado por incertezas geopolíticas, oscilações climáticas e maior volatilidade dos mercados globais.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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