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Rubi S.A. abre vagas para safra 2026 em Uruaçu e fortalece economia regional

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A Rubi S.A., localizada em Uruaçu, no norte de Goiás, anunciou a abertura de vagas para a safra 2026, com oportunidades nas áreas industrial e agrícola. A iniciativa reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento regional e o fortalecimento da cadeia bioenergética, setor estratégico para a matriz energética sustentável do Brasil.

Geração de empregos e fortalecimento do setor bioenergético

Reconhecida pela produção de açúcar e etanol, a Rubi S.A. é referência no setor sucroenergético goiano. A companhia integra uma cadeia produtiva que alia eficiência, inovação e sustentabilidade, contribuindo diretamente para o crescimento econômico regional e para a redução das emissões de carbono, ao apostar em fontes renováveis de energia.

Oportunidades disponíveis na indústria

Na área industrial, há vagas para Soldador Industrial, Mecânico Industrial, Analista de Laboratório (com registro no CRQ), Operador Industrial, Pedreiro, Torneiro Mecânico e Serviços Gerais. As funções exigem diferentes níveis de qualificação técnica, oferecendo oportunidades tanto para profissionais experientes quanto para novos trabalhadores que buscam ingressar no setor.

Vagas no setor agrícola

No campo, a empresa busca Motoristas com CNH D e E, Operadores de Máquinas Agrícolas (categorias A e B, com curso), Trabalhadores Rurais e profissionais para Serviços Gerais. Esses cargos são essenciais para garantir a produtividade e a segurança durante o período de colheita, contribuindo para o bom andamento das operações agrícolas.

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Como se inscrever

Os interessados devem realizar a inscrição presencialmente em um dos sindicatos parceiros da empresa:

  • Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Uruaçu – Rua Pilar, QD 41 LT 14, Centro;
  • Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de São Luiz do Norte e Hidrolina – Avenida Lauzimar Oliveira, São Luiz do Norte;
  • Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Itapaci – Rua Domiciano Peixoto, nº 01, Centro.

Para participar do processo seletivo, é necessário apresentar RG, CPF, título de eleitor e CNH (para as vagas que exigem o documento).

Compromisso com o desenvolvimento local

Com as novas contratações, a Rubi S.A. reafirma seu papel como uma das principais geradoras de emprego e renda da região norte de Goiás. A empresa convida os profissionais a fazerem parte de uma operação que movimenta a economia local e fortalece o avanço sustentável do setor sucroenergético no estado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mais terra, crédito e tecnologia para mulheres podem ampliar produção e renda no campo

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Ampliar o acesso das mulheres à terra, ao crédito e à tecnologia pode aumentar a produção de alimentos e a renda no campo. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), eliminar as diferenças de produtividade e remuneração entre mulheres e homens nos sistemas agroalimentares elevaria o Produto Interno Bruto (PIB) mundial em aproximadamente 1% e reduziria em 45 milhões o número de pessoas em insegurança alimentar.

A estimativa dá dimensão econômica ao apelo feito pela ONU Mulheres nesta quinta-feira (15), Dia Internacional da Mulher Rural. A entidade cobrou de governos, bancos e empresas investimentos diretamente nas produtoras e a retirada de obstáculos que limitam sua participação nos negócios. A mobilização ocorre em 2026, declarado pelas Nações Unidas o Ano Internacional das Mulheres na Agricultura.

No Brasil, o Censo Agropecuário de 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou mulheres na direção de 18,7% dos estabelecimentos, ante 12,7% em 2006. Eram cerca de 947 mil unidades sob comando feminino.

A diferença aparece também no tamanho das áreas. Uma análise dos dados censitários feita pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com o IBGE e o Ministério da Agricultura, mostrou que os estabelecimentos dirigidos por mulheres somavam aproximadamente 30 milhões de hectares, apenas 8,5% da área total. O Nordeste concentrava 57% das unidades comandadas por produtoras.

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A presença feminina na gestão é maior quando se considera a administração compartilhada. Segundo o IBGE, cerca de 817 mil mulheres dividiam a direção com o cônjuge. Somadas às que apareciam como dirigentes, eram aproximadamente 1,76 milhão na condução dos estabelecimentos em 2017.

O avanço também aparece em dados recentes de trabalho. Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Universidade de São Paulo, com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), apontou aumento da participação relativa feminina no agronegócio no primeiro trimestre de 2026. Isso ocorreu porque a ocupação caiu menos entre as mulheres, 0,5%, do que entre os homens, 1,2%. A pesquisa abrange toda a cadeia, incluindo indústria e serviços.

No cenário mundial, a FAO identifica uma diferença de 24% na produtividade da terra entre propriedades de mesmo tamanho conduzidas por mulheres e homens. O relatório, publicado em 2023, relaciona essa distância à discriminação e ao acesso desigual a financiamento, capacitação, tecnologia e direitos sobre a terra.

Isso significa que comparar apenas o volume colhido deixa parte do problema de fora. A disponibilidade de dinheiro para comprar insumos, de equipamentos adequados e de orientação técnica interfere no resultado da lavoura. As mulheres também acumulam com maior frequência o trabalho produtivo e os cuidados domésticos não remunerados, o que reduz o tempo disponível para formação e negócios. fao.org

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A vulnerabilidade aumenta diante de secas, calor e enchentes. A FAO aponta que o acesso limitado a recursos dificulta a adaptação das famílias chefiadas por mulheres às mudanças climáticas. Investir em orientação técnica, infraestrutura e financiamento também faz parte da preparação para enfrentar perdas na produção.

recuperação de terras. A cobrança inclui proteção social e serviços que reduzam a sobrecarga de cuidados. O objetivo é permitir que a participação das mulheres na produção se traduza também em renda e poder de decisão sobre o próprio negócio.

Fonte: Pensar Agro

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