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Rumo registra crescimento anual de 6% no volume transportado em setembro

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AGRONEGÓCIO

Volume total transportado cresce 6% em base anual

A Rumo, maior operadora de logística ferroviária do Brasil, transportou 7,838 bilhões de toneladas por quilômetro útil (TKU) em setembro de 2025, registrando alta de 6,0% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Na comparação com agosto, porém, houve uma queda de 3,1%, quando o volume transportado foi de 8,089 bilhões de TKU.

No acumulado de janeiro a setembro, a empresa movimentou 61,346 bilhões de TKU, superando os 59,948 bilhões de TKU registrados no mesmo período de 2024.

Produtos agrícolas lideram transporte

O setor agrícola manteve-se como principal motor da operação, com 6,316 bilhões de TKU transportados em setembro. Entre os principais produtos:

  • Açúcar: 3,051 bilhões TKU
  • Soja: 1,347 bilhão TKU
  • Farelo de soja: 760 milhões TKU
  • Fertilizantes: 629 milhões TKU
  • Outros grãos: 529 milhões TKU

Esses números reforçam a dependência do transporte ferroviário do agronegócio para escoamento de produção e exportação.

Produtos industriais e contêineres também apresentam crescimento

Os produtos industriais somaram 1,143 bilhão TKU, distribuídos principalmente em:

  • Combustível: 547 milhões TKU
  • Madeira, papel e celulose: 435 milhões TKU
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O transporte de contêineres também se destacou, com 378 milhões TKU em setembro, superior ao mesmo mês de 2024 (344 milhões TKU) e ao mês anterior (367 milhões TKU).

Desempenho por operação: Norte e Sul

Na operação Norte, os volumes transportados foram de 6,545 bilhões TKU, crescimento em relação a setembro de 2024 (6,294 bilhões TKU), mas ligeiramente abaixo de agosto de 2025 (6,780 bilhões TKU).

Na operação Sul, o volume alcançou 1,293 bilhão TKU, abaixo do transportado em agosto (1,309 bilhões TKU), mas acima do registrado em setembro de 2024 (1,100 bilhão TKU).

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Dia do Boi: Brasil lidera produção mundial de carne bovina em 2026 e reforça protagonismo no agro

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Avanço da produção, crescimento do rebanho e papel estratégico da carne bovina na alimentação colocam o Brasil no centro do mercado global, com atenção à saúde e ao consumo equilibrado.

Brasil assume liderança global na produção de carne bovina

Celebrado em 24 de abril, o Dia do Boi marca um momento histórico para o agronegócio brasileiro. O país consolidou sua posição como maior produtor mundial de carne bovina em 2025, superando os Estados Unidos e reforçando sua relevância no cenário global.

Dados recentes apontam que a produção nacional atingiu 11,1 milhões de toneladas em abates fiscalizados, crescimento de 7,2% em relação a 2024, segundo o IBGE. Quando considerados os abates informais, o volume total chega a 12,3 milhões de toneladas, conforme estimativas do setor.

Pecuária brasileira cresce com força e amplia presença nacional

A força da pecuária se distribui por todo o território nacional, com destaque para o Mato Grosso, que mantém a liderança com cerca de 14,4% do rebanho brasileiro.

Outros estados, como Bahia, Pará e Tocantins, também registram crescimento expressivo no número de animais, ampliando a base produtiva e fortalecendo a cadeia da carne bovina no país.

Consumo interno segue elevado no Brasil

No mercado doméstico, a carne bovina continua sendo um dos principais itens da dieta do brasileiro. O consumo médio anual gira em torno de 30 quilos por pessoa, segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

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Esse patamar reforça a importância da proteína animal tanto para a alimentação quanto para a economia nacional, movimentando toda a cadeia produtiva.

Consumo equilibrado é essencial para a saúde

Especialistas destacam que, apesar dos benefícios nutricionais, o consumo de carne vermelha deve ser feito com moderação, especialmente por grupos específicos.

A recomendação geral indica ingestão semanal entre 350 e 500 gramas de carne vermelha já preparada, o equivalente a duas a três porções.

Pessoas com risco cardiovascular, histórico de câncer colorretal, doenças renais ou condições metabólicas devem ter atenção redobrada, priorizando cortes magros e evitando o consumo excessivo.

Escolha de cortes influencia qualidade da dieta

A diferença entre os cortes está diretamente relacionada ao teor de gordura e ao valor calórico.

Cortes magros como patinho, coxão mole, lagarto, músculo e filé mignon são mais indicados para o consumo frequente. Já opções com maior teor de gordura, como picanha, costela e cupim, devem ser consumidas com menor frequência.

Além disso, práticas como retirar a gordura aparente, evitar frituras e reduzir o consumo de carnes muito tostadas contribuem para uma alimentação mais saudável.

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Benefícios nutricionais reforçam importância da carne bovina

Quando consumida de forma equilibrada, a carne bovina pode trazer benefícios relevantes para a saúde. Entre os principais destaques estão:

  • Proteína de alto valor biológico, essencial para manutenção e ganho de massa muscular
  • Fonte de ferro heme, com alta absorção pelo organismo
  • Rica em vitamina B12, importante para o sistema nervoso
  • Presença de zinco, que contribui para a imunidade
  • Aporte de nutrientes essenciais, especialmente em dietas com alimentos de origem animal

Especialistas reforçam que não existe um único padrão alimentar ideal, e que a dieta deve ser individualizada, considerando necessidades, estilo de vida e preferências de cada pessoa.

Conclusão: liderança global e consumo consciente caminham juntos

O avanço da produção de carne bovina coloca o Brasil em posição de destaque no cenário global do agronegócio, consolidando a força da pecuária nacional.

Ao mesmo tempo, o equilíbrio entre produção, consumo e saúde se torna cada vez mais relevante, reforçando a importância de práticas sustentáveis e de uma alimentação consciente para garantir o futuro do setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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