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SLC Agrícola registra receita de R$ 8,6 bilhões em 2025 e alcança produtividade recorde no milho

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A SLC Agrícola encerrou 2025 com resultados expressivos, consolidando sua posição entre as maiores produtoras de commodities agrícolas do Brasil. De acordo com o Relatório Integrado 2025, a companhia registrou receita líquida de R$ 8,6 bilhões no período.

O documento reúne uma visão completa das operações da empresa ao longo do último ano, com destaque para indicadores financeiros, desempenho produtivo e estratégias de expansão. Entre os principais planos futuros está a ampliação da área irrigada para 53 mil hectares até 2030, com foco em maior segurança hídrica e resiliência das operações.

Recorde de produtividade do milho na safra 2024/2025

A safra 2024/2025 foi marcada por um desempenho histórico na produção de milho, com produtividade média de 138 sacas por hectare, o maior nível já registrado pela companhia.

A SLC Agrícola também projeta expansão relevante de sua escala produtiva, com expectativa de atingir 837 mil hectares de área plantada na safra 2025/2026, reforçando sua estratégia de crescimento com eficiência operacional.

Expansão territorial e avanços na agenda ambiental

Segundo o diretor-presidente da SLC Agrícola, Aurélio Pavinato, o ano de 2025 foi marcado por crescimento geográfico e avanços estruturantes.

A companhia ampliou sua área plantada em cerca de 100 mil hectares, realizou aquisições estratégicas e avançou em projetos de longo prazo. No campo ambiental, houve evolução na mensuração de emissões e na definição de planos de mitigação climática.

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Um dos destaques foi a identificação de quatro fazendas com emissões negativas de carbono, reforçando a estratégia da empresa de alcançar suas metas ambientais até 2030.

Tecnologia e agricultura digital impulsionam eficiência

O uso intensivo de tecnologia foi um dos principais fatores de ganho de eficiência no campo.

  • Investimento de R$ 12,1 milhões em agricultura digital em 2025
  • Economia de R$ 58,2 milhões com aplicação localizada de insumos
  • 100% das fazendas com conectividade 4G
  • Frota equipada com telemetria em tempo real

Esses avanços reforçam a digitalização das operações e o uso de dados como base para tomada de decisão.

SLC Sementes amplia participação e fortalece integração vertical

A unidade de negócios SLC Sementes apresentou forte crescimento em 2025, ampliando sua participação de mercado e consolidando a integração vertical da companhia.

A autossuficiência avançou de forma significativa:

  • Aproximadamente 70% da demanda interna de sementes de soja passou a ser atendida pela própria empresa
  • Praticamente 100% das sementes de algodão utilizadas nas fazendas são de produção própria

A unidade também utiliza inteligência artificial e automação para análise digital de sementes e leitura de canteiros por imagens. As informações são disponibilizadas aos clientes por QR Code nas embalagens, garantindo rastreabilidade e transparência, dentro do programa SLC Sementes Garante, que assegura germinação mínima de 90%.

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SLC Agrícola reforça liderança em sustentabilidade e ESG

A SLC Agrícola manteve posição de destaque global na agenda ESG, sendo reconhecida na “A-List” do CDP em Florestas e Segurança Hídrica.

A companhia reafirma o compromisso com desmatamento zero, não operando em áreas convertidas desde agosto de 2021.

Entre os principais indicadores ambientais estão:

  • 131,9 mil hectares de vegetação nativa protegida (36,7% da área própria)
  • 325 mil hectares certificados pelo padrão Regenagri, alta de 79% em relação ao ciclo anterior
Investimentos sociais e capacitação de colaboradores

Com mais de 6,7 mil colaboradores, a empresa destinou R$ 4,7 milhões a projetos sociais por meio do Instituto SLC.

Na área educacional, o programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA) formou 197 funcionários em 2025, reforçando o compromisso com desenvolvimento humano e qualificação profissional.

Governança corporativa e transparência

Como companhia de capital aberto e integrante do Ibovespa, a SLC Agrícola reúne em seu Relatório Integrado informações detalhadas sobre desempenho operacional, gestão de riscos e indicadores de capital humano e intelectual.

O documento também apresenta demonstrações financeiras auditadas, reforçando a transparência e a governança corporativa da companhia perante o mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro

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A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.

A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.

Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.

A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.

A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.

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A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.

Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.

O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.

A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.

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Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.

A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.

Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.

Você lê a versão em português clicando aqui.

You can read the English version by clicking here.

Fonte: Pensar Agro

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