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Superbac amplia atuação e lança linha inédita de biodefensivos agrícolas no Brasil

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O mercado de biodefensivos agrícolas vive um momento de crescimento acelerado no Brasil. Estimativas apontam que o segmento — que inclui biofungicidas, bionematicidas, bioinseticidas e inoculantes — já movimenta cerca de R$ 3,8 bilhões por ano e deve manter um ritmo de expansão anual em torno de 15%. Atualmente, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) contabiliza mais de 1.200 produtos biológicos registrados para uso no país.

Superbac entra no setor com foco em inovação e sustentabilidade

Atenta a esse cenário promissor, a Superbac, referência nacional em biotecnologia aplicada à nutrição vegetal e regeneração do solo, anunciou sua entrada no mercado de biodefensivos. A empresa lança uma nova linha composta por quatro soluções biológicas desenvolvidas para proteger as plantas e fortalecer a saúde do solo, integrando alta tecnologia e sustentabilidade.

Segundo Fernando Ferraz Barros, engenheiro agrônomo e superintendente de Novos Negócios da Superbac, o movimento da companhia é estratégico e reforça o compromisso da marca com a agricultura regenerativa. “Contamos com uma das biofábricas mais modernas do país e um time altamente qualificado, capaz de desenvolver tecnologias próprias e soluções inovadoras. Nossa inteligência biotecnológica nos permite criar produtos únicos, pensados para gerar resultados consistentes em campo”, afirma.

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Estratégia combina nutrição e proteção vegetal

Um dos principais diferenciais da Superbac é a integração entre nutrição e proteção vegetal, oferecendo um manejo completo e sustentável.

“Trabalhamos desde fertilizantes biotecnológicos, que recuperam a microbiota do solo e favorecem o crescimento das plantas, até biodefensivos voltados à proteção contra nematoides, doenças e pragas. É um manejo que eleva a produtividade, melhora a qualidade dos grãos e cria um ecossistema agrícola mais equilibrado”, explica Barros.

Linha de produtos traz soluções com alta performance

A nova linha de biodefensivos da Superbac inclui quatro produtos voltados a diferentes necessidades do campo:

  • Supershield – bionematicida com quatro cepas exclusivas, formulado para alta concentração e amplo espectro de ação;
  • Supershield Pro – bionematicida com duas cepas exclusivas, projetado para máxima performance em campo;
  • Superguard Pro – biofungicida desenvolvido com duas cepas altamente concentradas, específico para o controle de doenças fúngicas;
  • Tilsis – produto bivalente com dupla função, atuando simultaneamente no manejo de nematoides e mofo branco.

De acordo com Barros, a proposta é complementar o manejo químico tradicional, aprimorando a eficiência do controle e reduzindo falhas que ainda persistem em algumas áreas. “Os biodefensivos da Superbac chegam para atuar em sinergia com os defensivos convencionais, potencializando o manejo e promovendo uma agricultura mais sustentável”, ressalta.

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Mercado de biodefensivos segue em ritmo acelerado

O avanço das tecnologias biológicas no campo reflete uma mudança de paradigma na agricultura brasileira, cada vez mais voltada à sustentabilidade e ao uso responsável de insumos.

Com o lançamento da nova linha, a Superbac reforça sua posição como protagonista no desenvolvimento de soluções biotecnológicas integradas, atendendo às demandas de produtividade e conservação ambiental. “Nosso objetivo é oferecer alternativas eficazes, seguras e com resultados comprovados em campo. Acreditamos que o futuro do agronegócio passa por uma agricultura mais inteligente e regenerativa”, conclui o executivo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Frigoríficos voltam às compras e boi gordo reage em parte do país

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A necessidade de completar as escalas de abate levou frigoríficos a aumentar as compras de gado e abriu espaço para a recuperação da arroba em algumas regiões. O movimento foi mais evidente em Goiás e Mato Grosso do Sul, mas ainda não representa uma alta generalizada do boi gordo no país.

Em Goiânia, a arroba a prazo encerrou a quinta-feira, 16, em R$ 320, alta semanal de 1,59%. Em Dourados, o preço chegou a R$ 325, avanço de 1,56%. São Paulo permaneceu em R$ 330, enquanto Cuiabá ficou em R$ 320 e Uberaba, em R$ 310. Em Vilhena, na contramão, houve queda para R$ 310.

A diferença entre as praças mostra que o poder de negociação continua ligado à situação de cada frigorífico. Empresas com escalas mais curtas aceitaram pagar mais para garantir animais, enquanto unidades abastecidas mantiveram as ofertas.

A continuidade da reação dependerá principalmente da disponibilidade de gado terminado e do ritmo de abate. Se a indústria voltar a alongar as escalas, a pressão compradora poderá diminuir.

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O mercado também acompanha os efeitos da cota criada pela China para a carne brasileira. Em 2026, até 1,106 milhão de toneladas podem entrar no país asiático sem a tarifa adicional de 55%. Frigoríficos e analistas já consideram o limite comprometido por cargas entregues e produtos ainda em trânsito.

A restrição não impede novos embarques, mas torna as vendas que ultrapassarem a cota menos competitivas. Como a China é o principal destino da carne bovina brasileira, uma redução das compras poderá limitar a capacidade dos frigoríficos de sustentar preços maiores pela arroba.

Por enquanto, as exportações totais continuam fortes. Até a segunda semana de julho, o Brasil embarcou 104,7 mil toneladas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada, com receita de US$ 668,1 milhões, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior.

Na comparação com julho do ano passado, a média diária exportada cresceu 8,7%. O preço médio avançou 15%, para US$ 6.382 por tonelada, e ajudou a elevar em 25% a receita diária.

No mercado interno, o comportamento dos cortes foi desigual. O quarto dianteiro caiu para R$ 19 por quilo, enquanto o traseiro subiu para R$ 26. A perda de força do consumo na segunda quinzena e a concorrência da carne de frango dificultam reajustes mais amplos.

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Para o pecuarista, o momento é de acompanhar as escalas e comparar ofertas. A arroba encontrou sustentação onde a indústria precisou comprar, mas a reação ainda depende de uma oferta controlada de animais e da capacidade dos exportadores de compensar a provável redução dos negócios com a China.

Fonte: Pensar Agro

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