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CerradinhoBio abre processo seletivo com vagas de emprego em Aquidauana (MS)

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CerradinhoBio abre oportunidades de trabalho no Mato Grosso do Sul

A Cerradinho Bioenergia, empresa do setor sucroenergético dedicada à produção de etanol e coprodutos a partir de matérias-primas renováveis como cana-de-açúcar e milho, está com processo seletivo aberto para novas contratações em Aquidauana (MS).

As oportunidades fazem parte da ampliação das atividades da companhia e contemplam diferentes áreas operacionais ligadas ao setor agrícola e industrial.

Vagas disponíveis no processo seletivo

Entre as principais oportunidades anunciadas pela empresa estão cargos voltados para operações no campo e apoio técnico. As vagas disponíveis incluem:

  • Fiscal
  • Operador de Máquinas II
  • Auxiliar de Produção Agrícola
  • Motorista Bombeiro

O processo de candidatura para essas posições começa de forma online, por meio dos links específicos disponibilizados pela empresa.

Links para candidatura:

FiscalOperador de Máquinas II Auxiliar de Produção AgrícolaMotorista Bombeiro

Entrega de currículos também pode ser feita presencialmente

Além das inscrições online, os candidatos interessados nas vagas em Aquidauana também podem entregar o currículo impresso presencialmente.

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Os documentos devem ser levados até a Casa do Trabalhador de Aquidauana, localizada na: Rua Estevão Alves Corrêa, nº 1895 – Centro (em frente ao Mercado São Rafael)

A iniciativa facilita o acesso de candidatos da região às oportunidades oferecidas pela empresa.

Plataforma da empresa reúne outras oportunidades de emprego

Quem deseja acompanhar outras vagas abertas na CerradinhoBio pode acessar a página oficial da empresa no Portal de Talentos Senior.

No site, os interessados podem:

  • visualizar oportunidades disponíveis
  • escolher a vaga compatível com seu perfil
  • cadastrar dados pessoais e currículo para avaliação

O portal de recrutamento pode ser acessado em: https://grupocerradinhobio.portaldetalentos.senior.com.br/jobs

Segundo a empresa, novas oportunidades de trabalho são divulgadas com frequência na plataforma.

Setor sucroenergético segue gerando empregos no interior do país

A abertura de vagas pela CerradinhoBio reforça o papel do setor sucroenergético na geração de empregos, especialmente em regiões do interior do Brasil ligadas à produção de cana-de-açúcar e biocombustíveis.

Além de produzir etanol, empresas do segmento também atuam na geração de energia e na produção de diversos coprodutos industriais, ampliando as oportunidades de trabalho nas cadeias produtivas do agronegócio.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Superávit no comércio exterior cresce, mas pressão sobre margens exige novas estratégias das empresas brasileiras

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O Brasil mantém, nos últimos anos, uma sequência de superávits expressivos na balança comercial, impulsionados principalmente pelo desempenho do agronegócio e de commodities. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) confirmam resultados positivos recorrentes no comércio exterior.

No entanto, esse cenário de crescimento agregado convive com um desafio crescente para as empresas: a redução das margens de lucro, pressionadas por custos logísticos elevados, instabilidade cambial e mudanças nas regras do comércio global.

Superávit da balança comercial não reflete ganho real das empresas

Apesar do saldo positivo nas exportações, especialistas apontam que o resultado macroeconômico não reflete necessariamente maior rentabilidade para as companhias exportadoras.

Segundo Murillo Oliveira, especialista em investimentos e estruturação financeira internacional e Head of Treasury da Saygo, muitas empresas estão vendendo mais, mas com margens menores.

“O superávit não significa que as empresas estão ganhando mais. Muitas estão vendendo mais, mas com margens comprimidas por custos que não aparecem na leitura macro dos dados”, afirma.

Custos logísticos e barreiras globais pressionam competitividade

O ambiente internacional tem sido marcado por fatores que elevam o custo das operações. Entre eles estão juros elevados em economias centrais, oscilações frequentes do câmbio e o avanço de políticas protecionistas.

Medidas como a imposição de tarifas adicionais por grandes economias também impactam diretamente a competitividade dos exportadores brasileiros, reduzindo previsibilidade e ampliando riscos.

Além disso, gargalos logísticos e tributários continuam pesando sobre o setor. Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indica que custos logísticos e fiscais podem representar cerca de 30% das operações de comércio exterior no Brasil.

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Gestão financeira se torna fator decisivo para manter margens

De acordo com o especialista, a sustentabilidade das margens depende cada vez mais da estruturação financeira e da eficiência operacional das empresas.

“Hoje, margem não se protege só com preço ou volume. Ela depende de gestão financeira, estratégia cambial e eficiência operacional integrada”, destaca Oliveira.

Esse cenário tem levado empresas a revisar processos, buscar novos mercados e investir em inteligência financeira para reduzir riscos e melhorar previsibilidade.

Diversificação de mercados e integração de operações ganham força

Entre as principais respostas das companhias está a diversificação geográfica das exportações, reduzindo a dependência de poucos destinos comerciais.

A entrada em mercados da Europa e da Ásia tem sido uma alternativa para diluir impactos de tarifas e instabilidades geopolíticas. No entanto, essa estratégia exige maior maturidade operacional e planejamento financeiro mais sofisticado.

Também cresce a demanda por soluções que integrem câmbio, logística e tributação em uma única visão estratégica, permitindo maior controle das operações internacionais.

Falta de visibilidade aumenta riscos nas operações internacionais

A ausência de integração entre dados financeiros e operacionais é apontada como um dos principais riscos para empresas exportadoras.

“A empresa que opera no exterior sem visibilidade de ponta a ponta está exposta. Pequenas variações de custo ou câmbio já são suficientes para transformar lucro em prejuízo”, afirma Oliveira.

Cinco estratégias para proteger margens no comércio exterior

Especialistas destacam um conjunto de decisões estruturais adotadas por empresas que conseguem preservar rentabilidade mesmo em cenários de pressão:

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1. Gestão cambial estruturada

A volatilidade do dólar segue como um dos principais riscos do comércio exterior. O uso de instrumentos como hedge, contratos a termo e contas em moeda estrangeira ajuda a reduzir exposição e aumentar previsibilidade.

“O câmbio não pode ser tratado como uma variável passiva”, afirma o especialista.

2. Diversificação de mercados e moedas

A concentração em poucos destinos aumenta riscos comerciais. A ampliação para diferentes regiões reduz impactos de barreiras comerciais e instabilidades geopolíticas.

3. Revisão de custos logísticos e tributários

Frete internacional, armazenagem e carga tributária continuam entre os principais fatores de pressão. Regimes especiais e estratégias fiscais podem reduzir custos operacionais.

4. Integração de dados financeiros e operacionais

A centralização de informações permite melhor leitura de riscos e decisões mais rápidas, especialmente em operações globais complexas.

5. Uso de assessoria especializada

O suporte técnico contribui para negociações mais eficientes, acesso a incentivos fiscais e estruturação adequada das operações internacionais.

Reorganização global abre oportunidades, mas exige eficiência

Apesar dos desafios, o processo de reorganização das cadeias globais de comércio cria novas oportunidades para países exportadores como o Brasil.

No entanto, especialistas reforçam que o aproveitamento desse cenário depende de controle operacional e estratégia financeira.

“A oportunidade existe, mas não é automática. Quem tiver controle, inteligência financeira e capacidade de adaptação vai capturar valor. Quem operar no automático tende a perder margem, mesmo com crescimento de vendas”, conclui Oliveira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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