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Syngenta abre 25 vagas em Programa de Estágio para jovens no agronegócio

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Oportunidades para estudantes em diferentes regiões do Brasil

A Syngenta, uma das maiores empresas do agronegócio, abriu 25 novas vagas para o seu Programa de Estágio 2026, com início previsto para maio. As posições contemplam modelos híbrido e presencial, distribuídas entre São Paulo (SP), Cuiabá (MT), Holambra (SP), Goiânia (GO) e Paulínia (SP).

As inscrições estão abertas até o dia 13 de fevereiro e podem ser feitas diretamente pelo site oficial do Programa de Estágio.

Perfil dos candidatos e áreas de atuação

O programa é voltado para estudantes de graduação com disponibilidade de 1,5 a 2 anos para estagiar. A empresa busca perfis dinâmicos, curiosos e colaborativos, de cursos como:

  • Administração
  • Economia
  • Engenharias
  • Marketing
  • Química
  • Direito
  • Biologia
  • Entre outros

As áreas de atuação incluem Recursos Humanos, Pesquisa e Desenvolvimento, Marketing, Sustentabilidade, Produção, Suprimentos, Finanças e Jurídico.

Desenvolvimento e benefícios para os estagiários

O programa oferece jornada de desenvolvimento estruturada, com treinamentos em parceria com a Cia de Talentos e curso de inglês com a Hult EF. Os estagiários aprovados terão acesso a um pacote completo de benefícios, que inclui:

  • Remuneração compatível com o mercado
  • Assistência médica e odontológica
  • Acesso ao Wellhub
  • Cartão de Natal
  • Day off no aniversário
  • Benefícios locais como vale-mobilidade, fretado ou estacionamento
  • Vale-refeição ou refeição no local
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Carreira com propósito no agronegócio

Segundo Luciana Miyagui, Coordenadora de Atração de Talentos da Syngenta:

“A Syngenta oferece um ambiente propício para o início de uma carreira sólida e com propósito. Buscamos jovens talentos diversos, interessados em evoluir profissionalmente e gerar impacto positivo por meio da inovação no agronegócio.”

O programa reforça o compromisso da empresa em desenvolver novos profissionais e fomentar inovação e resultados no setor agrícola brasileiro.

Programa de Estágio Syngenta

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Com custos em alta, eficiência passa a definir competitividade no agro

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A combinação de juros elevados, custos de produção pressionados, instabilidade geopolítica e preços mais baixos das commodities tem imposto desafios adicionais ao agronegócio brasileiro em 2026. Na Bahia, porém, produtores apostam em ganhos de produtividade, tecnologia e gestão para atravessar um dos cenários mais complexos dos últimos anos sem comprometer a expansão da atividade. A estratégia ganha relevância às vésperas da Bahia Farm Show, principal feira agrícola do Norte e Nordeste, que começa nesta semana em Luís Eduardo Magalhães.

O desafio não é pequeno. O aumento dos custos dos fertilizantes, impulsionado pelas tensões no Oriente Médio e pela valorização do petróleo, se soma ao crédito rural mais caro e às incertezas sobre o comportamento do clima na próxima safra. Ao mesmo tempo, produtores convivem com margens mais apertadas diante da acomodação dos preços internacionais da soja, do milho e do algodão.

Mesmo assim, o agro baiano chega ao novo ciclo sustentado por um diferencial que tem chamado a atenção do setor: o avanço consistente da produtividade. No Oeste da Bahia, principal fronteira agrícola do estado, a produção de soja registrou recordes sucessivos de rendimento nos últimos anos, resultado da adoção de novas tecnologias, melhor manejo agronômico e investimentos em genética e agricultura de precisão.

Os números ajudam a explicar o otimismo cauteloso dos produtores. Em 2025, a Bahia colheu uma safra recorde superior a 12,8 milhões de toneladas de grãos, com crescimento de 12,8% sobre o ano anterior. A soja alcançou 8,6 milhões de toneladas, avanço de 14,3%, enquanto o milho cresceu 18,2%. O algodão, uma das principais culturas de exportação do estado, também ampliou sua produção.

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Para a safra 2025/26, as projeções apontam um novo avanço. Levantamentos do setor indicam que a produção baiana de grãos e fibras poderá superar 14 milhões de toneladas, consolidando a liderança do estado dentro da região do Matopiba, considerada a principal fronteira de expansão agrícola do país.

O desempenho do campo já vem refletindo diretamente na economia estadual. Dados da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia mostram que a agropecuária cresceu 12,4% no quarto trimestre de 2025, desempenho muito superior ao avanço de 2,3% registrado pelo Produto Interno Bruto (PIB) da Bahia no mesmo período. O Valor Bruto da Produção agropecuária alcançou R$ 4,9 bilhões no trimestre, confirmando o papel do setor como principal motor da economia baiana.

Além das lavouras de grãos, outras cadeias vêm reforçando a diversificação do agro estadual. A produção de café avançou 5,1% em 2025, enquanto a cacauicultura registrou crescimento de 7%, beneficiada pela forte demanda internacional e pelos elevados preços da commodity. Na pecuária, o aumento dos abates e da produção de leite também contribuiu para sustentar a renda no interior do estado.

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O principal desafio agora é manter a competitividade diante da escalada dos custos. Lideranças do setor avaliam que o produtor precisará ser ainda mais eficiente na gestão financeira, antecipando compras de insumos, reduzindo desperdícios e utilizando ferramentas de comercialização capazes de proteger margens. A palavra de ordem passou a ser planejamento.

Ao mesmo tempo, cresce a preocupação com fatores que escapam ao controle das fazendas. O comportamento do clima, a volatilidade dos mercados internacionais e possíveis interrupções nas cadeias globais de fertilizantes continuam no radar dos produtores. Para especialistas, a capacidade de combinar produtividade elevada com gestão de risco será decisiva para determinar quem conseguirá atravessar o atual ciclo de incertezas.

Se há um consenso entre lideranças do setor, é que a Bahia deixou de competir apenas pela expansão de área. O avanço do agro estadual passa cada vez mais pela capacidade de produzir mais por hectare, com maior eficiência e menor custo. Em um ambiente de margens pressionadas, a produtividade deixou de ser apenas um diferencial competitivo para se tornar uma condição de sobrevivência

Fonte: Pensar Agro

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