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Syngenta abre mais de 30 vagas de estágio no Brasil com inscrições até abril de 2026

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Programa de estágio da Syngenta abre vagas em todo o Brasil

A Syngenta está com inscrições abertas para seu Programa de Estágio 2026, oferecendo mais de 33 vagas destinadas a estudantes de graduação interessados em iniciar carreira em uma das principais empresas do agronegócio global.

As oportunidades contemplam diferentes regiões do país e incluem formatos de trabalho presencial e híbrido. Os interessados podem se inscrever até o dia 30 de abril por meio do site oficial do programa.

Vagas estão distribuídas em diferentes estados

As posições estão distribuídas em importantes polos do agronegócio e centros corporativos, incluindo as cidades de São Paulo (SP), Campo Novo do Parecis (MT), Cuiabá (MT), Holambra (SP), Goiânia (GO), Londrina (PR), Ribeirão Preto (SP) e Paulínia (SP).

Entre os destaques, Paulínia concentra 10 das 33 vagas disponíveis. O início das atividades está previsto para agosto de 2026.

Requisitos incluem graduação em andamento e disponibilidade

Para participar do processo seletivo, é necessário estar matriculado em curso de ensino superior e ter disponibilidade para estagiar por um período de um ano e meio a dois anos.

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O programa busca estudantes com perfil dinâmico, colaborativo e com interesse em desenvolvimento contínuo.

Diversas áreas de atuação no agronegócio

As oportunidades abrangem uma ampla gama de cursos e áreas de atuação, como:

  • Administração
  • Economia
  • Engenharias
  • Marketing
  • Química
  • Direito
  • Biologia, entre outros

Os estagiários poderão atuar em setores estratégicos, como Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento, Comercial, Recursos Humanos, Produção, Suprimentos, Finanças, Tecnologia da Informação e Jurídico.

Empresa destaca foco em inovação e desenvolvimento de talentos

De acordo com Luciana Miyagui, Coordenadora de Atração de Talentos da Syngenta, o programa é voltado à formação de profissionais preparados para os desafios do agronegócio.

Segundo a executiva, a iniciativa busca atrair jovens que desejam crescer profissionalmente e contribuir para a transformação do setor por meio da inovação e da sustentabilidade.

Benefícios e trilha de desenvolvimento estruturada

Os candidatos aprovados terão acesso a um pacote de benefícios competitivo, que inclui:

  • Bolsa-auxílio compatível com o mercado
  • Assistência médica e odontológica
  • Acesso ao Wellhub
  • Cartão de Natal
  • Day off no aniversário

Além disso, os benefícios podem variar conforme a localidade, incluindo vale mobilidade, transporte fretado ou estacionamento, além de vale-refeição ou alimentação no local.

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O programa também oferece uma jornada estruturada de desenvolvimento, com treinamentos realizados em parceria com a Cia de Talentos e curso de inglês em colaboração com a Hult EF, promovendo o crescimento pessoal e profissional dos estagiários.

Programa de Estágio

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Decisão judicial extingue ação da Aprosoja que cobrava R$ 1,1 bilhão por Moratória da Soja

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A Justiça de Mato Grosso encerrou a ação em que a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) cobrava R$ 1,1 bilhão de empresas e entidades por prejuízos que atribuía à Moratória da Soja. A sentença, proferida na terça-feira (13), fecha na primeira instância a tentativa de obter uma reparação coletiva aos agricultores atingidos pelas restrições de compra do acordo.

A cobrança buscava compensar perdas que, segundo a associação, decorreram da dificuldade de vender soja mesmo quando a produção atendia à legislação ambiental. A Aprosoja-MT pretendia que empresas comercializadoras, entidades setoriais e seus representantes respondessem financeiramente por esses danos.

O processo discutia os efeitos de um pacto do qual a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) anunciou sua saída em janeiro de 2026. A retirada ocorreu após a entrada em vigor da lei mato-grossense que restringiu incentivos fiscais a empresas participantes de acordos com exigências superiores às da legislação ambiental. Em agosto, depois do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), a entidade reafirmou que não pretendia retomar a moratória. Saiba mais aqui

Criado em 2006, o compromisso previa a recusa de soja cultivada em áreas do bioma Amazônia desmatadas depois de julho de 2008. A restrição alcançava também áreas abertas com autorização. Para a Aprosoja-MT, esse critério prejudicava agricultores que cumpriam a lei, mas encontravam menos alternativas de compradores para sua produção.

A saída das empresas e a cobrança pelas perdas anteriores seguiram caminhos diferentes. Enquanto a Abiove abandonou o pacto coletivo, a associação dos produtores manteve a tentativa de responsabilizar seus participantes pelos efeitos que atribuía à aplicação das restrições.

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Essa cobrança foi atingida pelo julgamento do STF de 12 de agosto. O Supremo considerou que o acordo respeitava a Constituição e determinou o encerramento dos processos judiciais e administrativos baseados na sua suposta ilegalidade, inclusive dos pedidos de responsabilização financeira. A Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá aplicou essa ordem ao processo da Aprosoja-MT. portal.stf.jus.br

Com isso, o pedido de R$ 1,1 bilhão foi encerrado antes da análise dos prejuízos alegados. A sentença deixa os agricultores representados pela associação sem a reparação buscada nessa ação e afasta das empresas processadas, nesta primeira instância, a cobrança coletiva.

O Supremo também manteve as leis estaduais que restringem incentivos a participantes de acordos dessa natureza. Estabeleceu, porém, que a retirada de benefícios deve respeitar os prazos tributários e a proteção das isenções concedidas mediante condições assumidas pelas empresas. O resultado preservou tanto a validade jurídica do pacto quanto a possibilidade de os estados estabelecerem condições para conceder incentivos.

Na mesma sentença, a Justiça rejeitou os pedidos para que a Aprosoja-MT pagasse honorários, despesas processuais e multa por má-fé. A associação teve sua cobrança encerrada, mas ficou livre dessas despesas reclamadas pelos réus.

Na comercialização atual, a Abiove informou que suas associadas passaram a atender individualmente às exigências dos mercados compradores. Para o produtor, as condições de aceitação da soja dependem das políticas de cada empresa. Já a sentença desta semana trata da disputa pelas perdas atribuídas ao antigo compromisso coletivo e encerra, nessa primeira instância, a tentativa de recuperação desses valores.

Isan Rezende

Com isso, os produtores representados pela Aprosoja-MT não receberão qualquer indenização das empresas ligadas à Moratória da Soja. A Aprosoja-MT buscava responsabilizar empresas e entidades por prejuízos que atribuía à moratória. Seu argumento era que agricultores que respeitavam a legislação ambiental também podiam ficar sem acesso a compradores por causa das exigências do acordo.

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O presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, lamentou a decisão. “O encerramento da ação frustra a expectativa de reparação dos produtores que se consideram prejudicados pela Moratória da Soja. A cobrança da Aprosoja procurava dar uma resposta a quem cumpriu a legislação ambiental, investiu na propriedade e encontrou restrições para vender. A sentença encerrou esse pedido sem examinar os prejuízos alegados. Isso precisa ficar claro para o agricultor”, comentou.

“O problema comercial continua exigindo atenção. O produtor precisa saber, antes de plantar e de assumir compromissos, quais critérios serão usados para receber sua soja. Quem trabalha dentro da lei precisa de previsibilidade para investir. Também é necessário dar transparência às exigências dos compradores, para que o agricultor consiga avaliar suas alternativas de venda e os custos envolvidos”, disse Rezende.

“Agora, o setor precisa concentrar esforços para ampliar mercados e construir condições comerciais mais claras. Sair de um acordo coletivo não significa, necessariamente, abandonar as restrições de compra. Por isso, a representação dos produtores deve acompanhar as regras adotadas por cada empresa e buscar soluções que preservem o acesso aos mercados e a renda de quem produz”, recomendou o presidente do IA.

Fonte: Pensar Agro

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