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Tegram bate recorde de exportação de grãos em agosto e projeta novo avanço em 2025

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Exportações em agosto alcançam marca histórica

O Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), localizado no Porto de Itaqui, em São Luís, registrou um recorde de exportações em agosto, com o embarque de 1,75 milhão de toneladas de soja e milho. O volume foi 150 mil toneladas superior ao registrado no mesmo mês de 2024, segundo informações do consórcio que administra o terminal à agência Reuters.

Acumulado do ano já soma 10 milhões de toneladas

Entre janeiro e agosto, o Tegram movimentou cerca de 10 milhões de toneladas de grãos, dos quais 9,23 milhões de toneladas de soja e o restante dividido entre milho e farelo de soja. O desempenho reforça o papel do terminal como um dos principais hubs de exportação do país.

Expectativa é repetir embarques recordes anuais

Com a entrada da segunda safra de milho no mercado e após a colheita recorde de soja no início do ano, o Tegram projeta encerrar 2025 com mais de 15 milhões de toneladas exportadas, patamar semelhante ao registrado em 2023. O desempenho de 2024 ficou abaixo devido à quebra de safra.

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Hub estratégico para o Arco Norte

O terminal recebe grãos produzidos na região conhecida como Mapito (Maranhão, Piauí e Tocantins), além de áreas do nordeste de Mato Grosso e da Bahia. Sua localização estratégica no Arco Norte tem sido decisiva para reduzir gargalos logísticos antes concentrados nos portos do Sul e Sudeste.

Consórcio e plano de expansão

O Tegram é administrado pelo consórcio Tegram-Itaqui, formado pelas empresas Terminal Corredor Norte (TCN), Bunge, Corredor Logística e Infraestrutura (CLI) e ALZ Grãos (Amaggi, Louis Dreyfus Company e Zen-Noh Grain Terminais Portuários). Atualmente, o terminal opera com dois berços de atracação.

Em 2025, o consórcio deu início à terceira fase de expansão, que prevê a construção de um novo berço e a ampliação da capacidade operacional em mais 8,5 milhões de toneladas de grãos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Safra de laranja 2026/27 começa com preços abaixo de 2025, apesar da menor produção

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A safra brasileira de citros 2026/27 começou com um cenário diferente do observado no ano passado. Mesmo diante da expectativa de uma produção menor, os primeiros preços negociados para a laranja estão abaixo dos registrados no início da temporada 2025/26, refletindo um mercado menos aquecido e uma postura mais cautelosa da indústria de processamento.

De acordo com levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o início da nova safra tem sido marcado por menor urgência das processadoras em adquirir matéria-prima, diferentemente do que ocorreu em julho de 2025, quando os baixos estoques de suco impulsionaram a disputa pela fruta e sustentaram as cotações em níveis historicamente elevados.

Indústrias reduzem ritmo de compra

Segundo os pesquisadores do Cepea, a dinâmica de comercialização mudou significativamente entre uma safra e outra. No ciclo anterior, a oferta limitada e a necessidade de recompor estoques fizeram com que as indústrias antecipassem negociações, elevando os preços pagos aos produtores.

Neste ano, porém, o mercado iniciou a temporada de forma mais equilibrada, sem a mesma pressão compradora. Como resultado, as primeiras referências de preços ficaram abaixo das observadas no mesmo período de 2025, mesmo com a perspectiva de menor disponibilidade de fruta.

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Primeiras negociações envolvem frutas precoces

O Cepea destaca que as cotações registradas neste início de julho ainda refletem principalmente contratos fechados anteriormente para frutas precoces e de meia-estação, além de negociações pontuais realizadas no mercado spot.

Por esse motivo, os preços atuais ainda não representam completamente o comportamento da safra 2026/27, uma vez que o volume de fruta disponível segue limitado neste começo de colheita.

Mercado deve ganhar novas referências nas próximas semanas

A expectativa é que o avanço da segunda florada e o aumento gradual do processamento industrial proporcionem um volume maior de negociações, permitindo a formação de referências de preços mais consistentes para a temporada.

Com a entrada de uma oferta mais ampla e a intensificação das atividades das indústrias, produtores e compradores terão maior clareza sobre o equilíbrio entre oferta e demanda, fator que deverá definir o comportamento das cotações ao longo dos próximos meses.

Enquanto isso, o setor acompanha atentamente a evolução da safra, o ritmo de processamento e o mercado internacional de suco de laranja, elementos que continuarão influenciando a formação dos preços da fruta no Brasil durante a temporada 2026/27.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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