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Tradings mantêm compras de arroz a R$ 62 e impulsionam escoamento da safra passada

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Exportações seguem firmes e sustentam ritmo do mercado de arroz

O mercado de arroz em casca segue com bom ritmo de comercialização, impulsionado pelas compras contínuas das tradings para exportação. Segundo a Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), os negócios estão sendo fechados com valores em torno de R$ 62,00 por saca de 50 quilos, o que contribui para o escoamento da safra anterior e ajuda a manter o fluxo comercial ativo no setor.

A entidade destaca que o movimento tem sido essencial neste período de transição entre safras, evitando o acúmulo de estoques e garantindo liquidez aos produtores.

Federarroz destaca continuidade das compras pelas tradings

De acordo com a Federarroz, as tradings têm mantido uma presença constante no mercado, sem interrupções nas aquisições. O presidente da federação, Denis Dias Nunes, reforça que a atuação firme dessas empresas tem sido determinante para o equilíbrio da oferta e demanda.

“As tradings não pararam de comprar”, afirma Nunes.

O dirigente observa que, com a abertura da colheita, as tradings já iniciam novas compras com valores acima dos praticados nos mercados tradicionais, o que fortalece a confiança dos produtores e favorece o escoamento do arroz remanescente da safra anterior.

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Impactos positivos para o setor e expectativa para nova safra

A continuidade das exportações tem proporcionado estabilidade nos preços e dinamismo nas negociações internas, fatores considerados essenciais para a sustentação da renda dos arrozeiros.

Segundo a Federarroz, o cenário atual é positivo para o setor, pois as vendas externas ajudam a equilibrar o mercado doméstico, absorvendo parte da oferta excedente e abrindo espaço para a entrada da nova safra.

Com a manutenção do ritmo de compras e os preços próximos de R$ 62 por saca, o setor do arroz entra na nova temporada com melhores condições de comercialização e perspectivas de continuidade no fluxo de exportação.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita de arroz atinge 87,45% no Rio Grande do Sul, mas ritmo segue lento

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Colheita de arroz avança no RS, mas abaixo do ritmo esperado

A colheita de arroz no Rio Grande do Sul alcançou 87,45% da área semeada na safra 2025/2026, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).

Até o momento, foram colhidos 780.098 hectares de um total de 891.908 hectares cultivados no Estado. Apesar do avanço significativo, o ritmo dos trabalhos segue mais lento em comparação a anos anteriores.

Regiões costeiras lideram avanço da colheita

As regionais da Planície Costeira Externa e da Zona Sul apresentam os maiores índices de avanço, com 95,76% e 91,10% da área colhida, respectivamente, se aproximando da finalização da safra.

Na sequência, aparecem:

  • Planície Costeira Interna: 88,99%
  • Fronteira Oeste: 88,13%
  • Campanha: 83,22%
  • Região Central: 76,52% (menor índice)

Os dados refletem diferenças no ritmo de colheita entre as regiões, influenciadas por condições climáticas e operacionais.

Ritmo lento preocupa produtores e técnicos

De acordo com o coordenador regional da Planície Costeira Externa do Irga, Vagner Martini, a evolução da colheita mantém um comportamento mais lento, tendência já observada em levantamentos anteriores.

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O atraso pode impactar a qualidade do grão e aumentar os riscos operacionais, especialmente em áreas ainda não colhidas.

Levantamento final vai consolidar dados da safra

A Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Irga informou que, ao término da colheita, será realizado um levantamento consolidado da safra.

O estudo deve incluir informações detalhadas sobre:

  • Produtividade média
  • Área efetivamente colhida
  • Perdas registradas no campo
Safra de arroz segue em fase final no Estado

Com mais de 87% da área colhida, o Rio Grande do Sul caminha para a reta final da safra de arroz 2025/2026, mantendo-se como principal produtor nacional do cereal.

A expectativa agora se concentra na conclusão dos trabalhos e na consolidação dos resultados produtivos, que devem orientar o planejamento da próxima safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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