RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Vale dos Vinhedos marca presença histórica na Wine South America 2026

Publicados

AGRONEGÓCIO

O Vale dos Vinhedos participa de forma inédita da Wine South America 2026, que acontece de 12 a 14 de maio em Bento Gonçalves (RS), com 18 vinícolas associadas à Aprovale. A participação recorde evidencia a maturidade do território, consolidado como a primeira Denominação de Origem (DO) de vinhos e espumantes do Brasil, construída ao longo de décadas de trabalho, conhecimento técnico e cooperação.

Estande coletivo e presença estratégica

A Aprovale coordena a presença institucional do Vale dos Vinhedos na feira, reunindo oito vinícolas associadas em um estande coletivo que simboliza a colaboração que sustenta o território desde 1995.

Além do espaço conjunto, outras dez vinícolas participam com estandes próprios, ampliando a visibilidade da região e reforçando a solidez empresarial das marcas que fazem do Vale dos Vinhedos um polo competitivo e estrategicamente posicionado no mercado nacional e internacional.

Identidade do terroir e vinhos de destaque

O Vale dos Vinhedos construiu sua vocação a partir do conhecimento aprofundado sobre solo, clima e altitude. Entre os destaques estão:

  • Chardonnay: referência em vinhos brancos com Denominação de Origem;
  • Merlot: variedade emblemática dos tintos D.O.V.V.;
  • Espumantes pelo método tradicional: elaborados com uvas Chardonnay e Pinot Noir, expressando frescor, elegância e tipicidade.
Leia Também:  Líderes rurais debatem desafios do setor agro na Paraíba

Segundo André Larentis, presidente da Aprovale, “estar na Wine South America com 18 vinícolas associadas demonstra a maturidade empresarial do Vale dos Vinhedos e a capacidade das nossas marcas de atuar com identidade clara e estratégia definida. A Denominação de Origem agrega valor, diferencia nossos vinhos e amplia nossa competitividade”.

Feira como espaço para negócios e inovação

A participação do Vale na Wine South America permite às vinícolas:

  • Apresentar lançamentos e novas safras;
  • Exibir projetos autorais e inovações em produtos e experiências;
  • Realizar degustações orientadas;
  • Estabelecer conexões comerciais com compradores, importadores e profissionais do setor.

Larentis destaca que a feira vai além da exposição de rótulos: “Apresentamos um território estruturado, com origem certificada, vocação definida e marcas preparadas para atuar em diferentes mercados, consolidando o posicionamento do Vale dos Vinhedos como referência em qualidade e autenticidade”.

Vinícolas associadas à Aprovale presentes na Wine South America 2026

Estande coletivo da Aprovale:

  • Cave do Sol
  • Valhalla Vinhos
  • Vinhos Don Laurindo
  • Vinhos Larentis
  • Vinícola Ales Victoria
  • Vinícola Almaúnica
  • Vinícola Torcello
  • Vitivinícola Santa Bárbara
Leia Também:  Chuvas irregulares atrasam plantio da soja no Tocantins e preocupam safra de milho safrinha 2026

Estandes próprios:

  • Adega Cavalleri
  • Amitié Espumantes e Vinhos
  • Bodega Iribarrem
  • Casa Valduga
  • Cooperativa Vinícola Aurora
  • Pizzato Vinhas e Vinhos
  • Vinhedos Capoani
  • Vinícola Dom Cândido
  • Vinícola Foppa & Ambrosi
  • Vinícola Miolo

A expressiva participação consolida o Vale dos Vinhedos como território de referência em vinhos finos e espumantes, promovendo seu terroir, cultura e potencial de negócios no cenário nacional e internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

Publicados

em

Por

Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

Leia Também:  Carne suína ganha competitividade no Brasil e atinge melhor relação de preços frente à bovina em quatro anos

O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

Leia Também:  TCU alerta governo Lula sobre irregularidade em uso do piso da meta fiscal

Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA