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Variedade Coimbra Eleva Rentabilidade do Cultivo de Coentro no Sudeste e Sul do Brasil

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O coentro é uma das hortaliças mais consumidas pelos brasileiros, presente em feiras, supermercados e na culinária de milhões de lares. Apesar da popularidade, o cultivo da espécie exige atenção a fatores que podem comprometer a produtividade, como o pendoamento precoce e a incidência de doenças, que afetam tanto a qualidade quanto o retorno financeiro das lavouras.

Coentro Coimbra: Variedade de Alta Performance

Atenta a essas demandas, a Topseed Premium, linha profissional de sementes, desenvolveu a variedade Coimbra, originária do segmento português, que se destaca nas regiões Sudeste e Sul do Brasil. O principal diferencial é a alta tolerância ao pendoamento precoce, tornando-a a mais resistente disponível no mercado.

Segundo Roberto Araújo, especialista em Cinturão Verde, essa característica permite que o produtor mantenha a lavoura por mais tempo no campo, aguardando o momento ideal para a comercialização sem perda de qualidade:

“Há casos em que agricultores conseguiram segurar o Coimbra por até 20 dias, e ele se manteve intacto, sem florescer antes da hora.”

Resistência a Doenças e Estabilidade da Lavoura

Além da tolerância ao pendoamento, o Coimbra apresenta alta resistência a doenças, incluindo tombamentos de mudas e manchas foliares, garantindo maior sanidade e lavouras mais estáveis e produtivas. Essa combinação de vigor e saúde das plantas contribui para a rentabilidade do produtor e diminui perdas no campo.

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Qualidade Visual e Aceitação no Mercado

Outro ponto de destaque do Coimbra está na aparência e no aroma marcante. Com folhas verde-escuras, brilhantes e maços volumosos, o coentro atrai o consumidor nas gôndolas e bancas, aumentando o apelo comercial do produto. Araújo complementa:

“O consumidor percebe a diferença: o maço é mais volumoso devido ao tamanho das folhas, o que valoriza o produto no mercado.”

Produtores Confirmam Desempenho

O coentro Coimbra tem conquistado produtores profissionais. Adriano da Costa Zanfirov, de Piedade (SP), relata:

“Faz dois anos e meio que planto o coentro Coimbra. É a variedade com a qual melhor me adaptei, por sua boa coloração, folhas largas e tolerância ao pendoamento precoce. Atualmente, cultivo cerca de 50 hectares dessa variedade.”

Com desempenho superior no campo e excelente aceitação comercial, o coentro Coimbra reforça a posição da Topseed Premium como referência em sementes para cultivo profissional, oferecendo rendimento, tolerância e qualidade superior do produto final.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro argentino deve gerar US$ 36,1 bilhões em 2026 com avanço da soja e do milho, projeta Bolsa de Rosario

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O setor agropecuário da Argentina deve voltar a desempenhar papel decisivo na geração de dólares para a economia em 2026. A combinação entre aumento da produção de grãos e recuperação parcial dos preços internacionais elevou as projeções de exportação, em um momento em que o país segue altamente dependente da entrada de divisas externas para equilibrar suas contas.

Segundo estimativas divulgadas pela Bolsa de Comércio de Rosario, a liquidação de divisas do agronegócio argentino deve atingir US$ 36,111 bilhões em 2026. O valor representa um acréscimo de cerca de US$ 800 milhões em relação à projeção anterior e praticamente repete o desempenho estimado para 2025, mantendo o complexo agroexportador como principal fonte de dólares da economia argentina.

Soja e milho lideram revisão positiva da safra

A revisão para cima das projeções está diretamente relacionada ao desempenho esperado das principais culturas do país, especialmente soja e milho.

De acordo com a atualização do GEA-BCR, a produção de soja na safra 2025/26 foi estimada em 50 milhões de toneladas, um aumento de 2 milhões em relação à projeção anterior. Já o milho teve sua estimativa elevada para 68 milhões de toneladas, avanço de 1 milhão frente ao cálculo divulgado em abril.

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Com maior disponibilidade de grãos, o setor industrial argentino tende a ganhar fôlego ao longo do ciclo. A moagem de soja deve crescer cerca de 1 milhão de toneladas, sustentando o processamento local e ampliando a oferta de derivados. No comércio exterior, as exportações de farelo e óleo de soja também devem registrar expansão. No caso do milho, a projeção indica incremento de aproximadamente 500 mil toneladas nas vendas externas.

Cotações e fluxo de exportação sustentam receitas

Além do aumento da produção, o cenário internacional mais favorável também contribui para o reforço das receitas do agro argentino. A recuperação recente das cotações de diversas commodities agrícolas elevou o valor estimado das exportações, fortalecendo a entrada de divisas no país.

O cálculo da Bolsa de Rosario considera tanto as liquidações realizadas no Mercado Livre de Câmbio quanto as operações via Contado com Liquidação, mecanismo amplamente utilizado por exportadores argentinos.

Entrada de dólares ainda abaixo de 2025 no início do ano

Apesar da perspectiva positiva para o ano fechado, o fluxo de divisas nos primeiros meses de 2026 ainda apresenta desempenho inferior ao observado no mesmo período do ano anterior.

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Entre janeiro e abril, o setor agroexportador argentino aportou cerca de US$ 8,516 bilhões, abaixo dos mais de US$ 9 bilhões registrados no primeiro quadrimestre de 2025. Segundo analistas, a diferença está ligada a fatores como o efeito residual da redução temporária de retenções, antecipação de vendas no ciclo anterior e o ritmo mais lento da colheita em abril.

Ainda assim, o mercado projeta que a aceleração da safra ao longo dos próximos meses tende a compensar parcialmente esse atraso, consolidando o agro como pilar central da geração de divisas da Argentina em 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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