RIO BRANCO
Search
Close this search box.

Brasil

Associações empresariais lançam onda de manifestações de repúdio ao vandalismo em Brasília

A onda de comunicados que contestam os atos de vandalismo começou a se avolumar na noite de domingo (8), pedindo resposta da sociedade.

Publicados

BRASIL

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A lista de manifestações de repúdio divulgadas pelas entidades empresariais contra as invasões bolsonaristas em Brasília cresceu nesta segunda-feira (9). A onda de comunicados que contestam os atos de vandalismo começou a se avolumar na noite de domingo (8), pedindo resposta da sociedade.

O Ibram (Instituto Brasileiro de Mineração), que reúne empresas como Alcoa, Arcelor Mittal, Vale e Usiminas, divulgou comunicado pedindo que as autoridades públicas recebam “todo o apoio da sociedade e do setor privado”.

Empresas como a Natura também se manifestaram individualmente. “Esses atos criminosos representam uma afronta à democracia brasileira, em uma tentativa de calar as instituições constituídas e silenciar os espaços públicos de diálogo. As cenas a que assistimos neste domingo se opõem a nossas crenças e razão de ser”, disse a companhia.

Isaac Sidney, presidente da Febraban, pediu uma reação firme do estado.

Em nota, a Anbima, (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) disse ter convicção “de que o estado de direito prevalecerá e que seguiremos contribuindo para o desenvolvimento da nossa economia e fortalecimento da nossa sociedade”.

Leia Também:  Governo, militares e entidades divergem em julgamento sobre decretos das armas no STF

A CNseg (confederação que representa as seguradoras) disse que a depredação dos bens públicos contribui para o atraso no crescimento do país.

A Abit (associação da indústria têxtil) pediu a reintegração da paz e do equilíbrio.

Em sua nota de repúdio, o grupo de empresários Esfera Brasil disse que “nenhuma divergência política ou ideológica pode servir de justificativa para os atos violentos de vandalismo”.

A Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial) pede que as instituições cumpram seu papel e que os envolvidos nos ataques sejam punidos de acordo com a lei.

Para Fiesp, “a invasão do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal por vândalos equiparados a terroristas é consequência dos sólidos antecedentes, não apenas retóricos, que indicavam o desenvolvimento de uma trama com intenções golpistas”.

O Cebds (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), entidade que representa mais de 100 empresas como Amazon, Ambev, BRF e Danone afirmou que o sucesso das empresas só pode ser alcançado em democracias plenas, com respeito ao resultado das urnas e às instituições do estado.

Leia Também:  Lula é eleito presidente pela terceira vez

Em seu comunicado, a Abrasca (Associação Brasileira das Companhias Abertas), que representa mais de 450 empresas, diz que “conclama todas as partes para assumirem suas responsabilidades, do governo e da oposição, da sociedade civil, empresários e todas as lideranças políticas, para que haja uma rápida retomada da normalidade institucional e democrática”.

Entidades como Firjan (federação da indústria do Rio de Janeiro), Aneor (Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias), Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), Ancord (associação que representa empresas do mercado financeiro e de capitais), IBP (Instituto Brasileiro do Petróleo Gás) e Abiis (aliança da indústria inovadora em saúde) também se manifestaram.

O Fórum de Dirigentes de Agências Reguladoras Federais também pediu punição aos responsáveis. “É preciso que haja responsabilização e que tais agentes sejam punidos com rigor, de forma que não ocorram mais ações como essas, que afrontam gravemente o Estado Democrático de Direito.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

ACRE

História, identidade e esperança: Nicolau Júnior exalta trajetória do povo acreano

Publicados

em

Por

Uma solenidade tradicional, com a presença de diversas autoridades e da população acreana, marcou a celebração dos 63 anos de emancipação política do Acre, neste domingo, 15. O presidente da Assembleia Legislativa do Acre (ALEAC), deputado estadual Nicolau Júnior compareceu ao ato que foi conduzido pelo governador do Estado, Gladson Cameli, no Calçadão da Gameleira em Rio Branco, e que contou com a presença de diversas autoridades. Em seu discurso o presidente do Poder Legislativo destacou o orgulho de ser acreano.

“Antes de ser presidente da Assembleia Legislativa, eu sou um cidadão acreano, essa é a minha identidade, e assim como cada um de vocês, sonho todos os dias com um Acre mais justo, mais desenvolvido, mais humano”.

Já o governador Gladson fez questão de mencionar os avanços, lembrar dos desafios que o Estado ainda tem e mencionou algumas das grandes personalidades acreanas que ajudaram a construir a história do Acre.

“Aqui, antes da chegada dos europeus, já viviam mais de uma dezena de povos indígenas, muitos dos quais nos deixaram sua genética, conhecimento e costumes. Somos parte dessa herança ancestral”, disse.

Leia Também:  Governo Bolsonaro vai terminar sem cumprir plano de ampliar Enem digital

A solenidade homenageou acreanos que com seu trabalho, por meio de suas histórias de vida, contribuíram para o desenvolvimento do estado. Eles receberam a mais alta honraria – a Ordem da Estrela do Acre. Foram eles: o ginecologista obstetra, Labib Murad; o Padra Mássimo Lombardi; o empresário Narciso Mendes; o empresário Aldenor Araújo da Silva; o reitor da Uninorte Ricardo Leite; Osmir de Albuquerque Lima; o empresário de Cruzeiro do Sul Adauto José Batista (in memorian); e o servidor público Messias dos Santos Paiva.

FONTE: ASCOM ALEAC

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA