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ONGs sofrem queda de 70% nas doações de alimentos

Presidentes de ONGs que atuam na distribuição de alimentos também destacaram diminuição no número de voluntários.

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Grupos que distribuem refeições para pessoas em situação de vulnerabilidade em São Paulo registraram uma queda de 70% na doação de alimentos. Segundo o Movimento Estadual da População de Rua, qualquer alimento que entra na cozinha deve te rum destino, mas não está sendo o suficiente. A ONG Banco de Alimentos, que atua na distribuição em São Paulo desde 1998, comprova essa realidade. A fundadora e presidente da ONG, Luciana Chinalia, diz que de abril a outubro de 2020 foram doadas três mil toneladas de alimentos, sendo que neste mesmo período de 2022, o número caiu para 128 toneladas. “Houve uma queda realmente drástica em relação à doação espontânea. Nós seguimos fazendo nosso trabalho de 25 anos, arrecadando alimentos, conversando para doadores não jogarem alimentos fora, mas sim nos doarem. Nós doamos em média 100 toneladas de alimento todos os meses”, disse Luciana.

Há oito anos, ONG Multiplicando o Amor distribui cestas básicas na região do Jaraguá, na Zona Norte de São Paulo. Andrea de Farima Velcev , presidente da ONG, conta que, além das doações, o número de voluntários diminuiu bastante. “A gente faz essas marmitas todos os sábados. No começo, fazíamos de 15 a 600 refeições, e caiu muito, uns 70% praticamente. Hoje a gente faz 150, quando consegue 200. Todos os sábados. Diminuiu muito e não foi só o alimento, (mas também) os voluntários. Antes tínhamos 30 pessoas, agora meia dúzia”, relatou Andrea. Quem quiser ajudar com doações pode acessar o Instagram da ONG Multiplicando o Amor e ver o trabalho que é feito por lá. A Prefeitura de São Paulo anunciou que receberá até o dia 21 deste mês, inscrições de entidades interessadas em participar de uma iniciativa de combate à fome na cidade.

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História, identidade e esperança: Nicolau Júnior exalta trajetória do povo acreano

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Uma solenidade tradicional, com a presença de diversas autoridades e da população acreana, marcou a celebração dos 63 anos de emancipação política do Acre, neste domingo, 15. O presidente da Assembleia Legislativa do Acre (ALEAC), deputado estadual Nicolau Júnior compareceu ao ato que foi conduzido pelo governador do Estado, Gladson Cameli, no Calçadão da Gameleira em Rio Branco, e que contou com a presença de diversas autoridades. Em seu discurso o presidente do Poder Legislativo destacou o orgulho de ser acreano.

“Antes de ser presidente da Assembleia Legislativa, eu sou um cidadão acreano, essa é a minha identidade, e assim como cada um de vocês, sonho todos os dias com um Acre mais justo, mais desenvolvido, mais humano”.

Já o governador Gladson fez questão de mencionar os avanços, lembrar dos desafios que o Estado ainda tem e mencionou algumas das grandes personalidades acreanas que ajudaram a construir a história do Acre.

“Aqui, antes da chegada dos europeus, já viviam mais de uma dezena de povos indígenas, muitos dos quais nos deixaram sua genética, conhecimento e costumes. Somos parte dessa herança ancestral”, disse.

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A solenidade homenageou acreanos que com seu trabalho, por meio de suas histórias de vida, contribuíram para o desenvolvimento do estado. Eles receberam a mais alta honraria – a Ordem da Estrela do Acre. Foram eles: o ginecologista obstetra, Labib Murad; o Padra Mássimo Lombardi; o empresário Narciso Mendes; o empresário Aldenor Araújo da Silva; o reitor da Uninorte Ricardo Leite; Osmir de Albuquerque Lima; o empresário de Cruzeiro do Sul Adauto José Batista (in memorian); e o servidor público Messias dos Santos Paiva.

FONTE: ASCOM ALEAC

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