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Energisa Acre alerta sobre os riscos de queimadas próximas à rede elétrica

Queimadas podem danificar cabos e estruturas, interrompendo o fornecimento de energia

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Foto: Assessoria

Período de baixa umidade do ar e altas temperaturas resultam no aumento do registro de queimadas urbanas e rurais no Acre. Além dos prejuízos causados pelo fogo ao meio ambiente e para a saúde das pessoas, tem outro agravante: a interrupção no fornecimento de energia.

O Diretor-Técnico e Comercial da Energisa Acre, Ricardo Xavier explica que as chamas causadas pelas queimadas em matas, terrenos baldios e outros lugares próximos às redes de baixa, média e alta tensão, são capazes de ocasionar sérios transtornos aos consumidores e aos serviços essenciais, devido à interrupção do fornecimento de energia elétrica.

“Mesmo sem atingir a rede diretamente, as queimadas colocam em risco a segurança da comunidade e a distribuição de energia. O calor intenso que provém das chamas pode danificar a estrutura da rede, como cabos condutores, postes, equipamentos do sistema elétrico e, consequentemente, causar a interrupção no fornecimento da energia para os clientes”, detalhou Ricardo Xavier.

Orientações

Uma das principais causas de incêndios florestais são as queimadas preparatórias de pastos e de terrenos para plantio, que se espalham rapidamente, especialmente no período seco. Toda queima deve ser autorizada pelos órgãos competentes.

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Preste atenção aos cuidados:

  • É proibido realizar queimadas perto de subestações e redes elétricas;
  • Faça aceiros (faixas sem vegetação ao longo das cercas) para controlar o fogo;
  • Respeite a faixa de servidão (espaço de terra que acompanha o percurso de uma linha de energia) ao realizar o plantio;
  • Nunca realize queimadas a menos de 15 metros de rodovias, ferrovias e do limite das faixas de segurança das linhas de transmissão e de distribuição de energia;
  • Outras ações também são importantes para evitar incêndios florestais:
  • Não solte balões. Além de ser proibido por lei, o balão provoca incêndios;
  • Pontas de cigarro acesas, latinhas de metal ou vidro em acostamentos das rodovias são um perigo, por isso, jogue lixo somente nos locais adequados;
  • Apague qualquer resto de fogo em acampamentos jogando água, areia ou terra para abafar qualquer brasa;
  • Evite colocar fogo em terrenos baldios ou lixões.

 

Ao identificar um foco de incêndio, avise o Corpo de Bombeiros (193). Se for próximo à rede elétrica ou a uma subestação, avise também a Energisa através do telefone (0800 647 7196), da atendente Gisa (68) 99233-0341 ou app Energisa ON.

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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

Sejusp intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus. Foto: Cedida

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

Projeto Pequeno Brilhante realizou a formatura dos alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município. Foto: Cedida

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

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Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania. Foto: Ascom Sejusp

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Agenda integrou atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas. Foto: Cedida

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos. Foto: Cedida

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

Coordenadora do Acre pela Vida, Francisca de Fátima, destaca o caráter preventivo das ações. Fpto: Ascom Sejusp

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

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Assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, ressaltou a importância da atuação integrada. Foto: Cedida

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.

Fonte: Governo AC

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