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Atlético-MG cede empate heroico para o Bolívar na altitude de La Paz
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Em um confronto eletrizante disputado a 3.650 metros de altitude, no estádio Hernando Siles, o Atlético-MG viu a vitória escapar nos minutos finais, empatando em 2 a 2 com o Bolívar pelas quartas de final da Copa Sul-Americana. Em uma partida de reviravoltas, o Galo chegou a abrir 2 a 0, mas os bolivianos buscaram a igualdade, deixando a decisão da vaga para Belo Horizonte.
Os gols atleticanos foram marcados por Vitor Hugo e Alexsander, que balançaram as redes pela primeira vez com a camisa alvinegra. Pelo lado do Bolívar, Robson Matheus e Dorny Romero, de pênalti, garantiram o empate em casa.
Primeiro tempo
Desde o início, o Bolívar se impôs, utilizando a altitude como trunfo para pressionar com chutes de longa distância e cruzamentos. O goleiro Everson, no entanto, foi o grande destaque do Atlético-MG nos primeiros minutos, realizando defesas importantes. A equipe mineira ainda sofreu um desfalque precoce com a lesão de Cuello, substituído por Caio Paulista aos 32 minutos.
Apesar da pressão adversária, o Galo foi letal. Aos 44 minutos, Rony conduziu um contra-ataque rápido e serviu Scarpa, que rolou para Alexsander abrir o placar. Nos acréscimos, aos 50, a vantagem mineira foi ampliada quando Vitor Hugo subiu alto após cobrança de falta de Scarpa e cabeceou para o fundo da rede, levando o Atlético-MG para o intervalo com um confortável 2 a 0.
Reação bolíviana e drama no segundo tempo
O segundo tempo começou com o Bolívar buscando o ataque e rapidamente descontando. Aos 2 minutos, Robson Matheus se antecipou na área e, de cabeça, diminuiu para os donos da casa. A reação boliviana parecia arrefecer aos 11 minutos, quando Gariglio foi expulso por uma entrada dura em Caio Paulista, deixando o Bolívar com um jogador a menos.
Mesmo em desvantagem numérica, o time da casa não se entregou. Aos 24 minutos, teve a chance de empatar em um pênalti, mas Cauteruccio carimbou o travessão, para alívio atleticano. O drama, porém, reservava um último capítulo. Aos 43 minutos, um novo pênalti foi marcado para o Bolívar e, desta vez, Dorny Romero não desperdiçou, convertendo a cobrança e selando o empate em 2 a 2.
Cenário aberto para a volta
Com o resultado, a decisão da vaga para a semifinal fica para a partida de volta, na próxima quarta-feira (25), às 19h (de Brasília), na Arena MRV, em Belo Horizonte. Quem vencer avança. Em caso de novo empate no placar agregado, a definição irá para a disputa de pênaltis. O classificado enfrentará o vencedor do confronto entre Independiente del Valle e Once Caldas na semifinal.
Próximos Compromissos:
- Bolívar: Recebe o Academia del Balompie às 12h (de Brasília) no Hernando Siles, pelo Campeonato Boliviano.
- Atlético-MG: Visita o Botafogo às 18h30, no Nilton Santos, pela 24ª rodada do Brasileirão.
Fonte: Esportes
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Brasil vira sobre a Austrália e vence por 4 a 2 em amistoso
A Seleção Brasileira superou um primeiro tempo de sustos e derrotou a Austrália por 4 a 2, nesta terça-feira (29.09), em amistoso disputado no Suncorp Stadium, em Brisbane. Vanderson, Raphinha, Bruno Guimarães e Vinicius Júnior balançaram as redes para o Brasil; Circati e Metcalfe marcaram para os donos da casa. A Seleção ainda tem mais um compromisso nesta Data Fifa: no sábado, encara a Índia às 11h (de Brasília), no Vivekananda Yuba Bharati Krirangan Stadium, em Calcutá.
O jogo começou da melhor forma possível para os brasileiros. Aos dois minutos, uma jogada ensaiada pela ponta direita terminou com Rayan servindo Bontempo, que encontrou Vanderson livre para acertar um belo chute no ângulo e abrir o placar.
O segundo quase saiu em seguida. Raphinha recebeu na entrada da área e soltou uma pancada forte, obrigando Patrick Beach a fazer grande defesa. No rebote, o atacante do Barcelona voltou a finalizar, mas parou novamente no goleiro australiano.
Com o controle da posse de bola e do ritmo da partida, o Brasil ditava as ações, mas foi pego em falha pontual. Aos 29 minutos, após cobrança de escanteio fechado, a defesa brasileira se atrapalhou e Circati empatou para os mandantes.
O golpe abalou a equipe de Carlo Ancelotti, que três minutos depois viu o placar virar. Aos 32, a defesa saiu jogando errado, Metcalfe dominou com liberdade na entrada da área e finalizou com precisão, vencendo Otávio.
Aos poucos, a Seleção voltou a crescer. Aos 42, em mais uma boa trama coletiva, Danilo foi derrubado na área. O árbitro japonês Yusuke Araki revisou o lance no VAR e assinalou o pênalti. Raphinha cobrou com firmeza e deixou tudo igual antes do intervalo.
O segundo tempo começou mais equilibrado. A primeira grande chance foi australiana: aos 15 minutos, Circati apareceu livre na área após escanteio, mas cabeceou por cima, desperdiçando boa oportunidade para os donos da casa.
Do outro lado, o Brasil demorou a criar, mas foi cirúrgico quando chegou. Depois de um primeiro tempo discreto, Vinicius Júnior passou a aparecer mais no jogo. O atacante foi lançado pela esquerda e encontrou Endrick dentro da área, que deu um passe preciso para Bruno Guimarães completar para o fundo das redes e recolocar o Brasil em vantagem.
Aos 30 minutos, quase saiu o quarto. Vini arrancou pela esquerda e inverteu a jogada para Estêvão, que finalizou no canto e viu Patrick Beach fazer mais uma grande defesa. No rebote, a bola ainda bateu em Endrick antes de sair pela linha de fundo.
Aos 34, nada impediu o gol que selou a vitória. Vinicius Júnior fez bela jogada individual, driblou o marcador e foi derrubado dentro da área. O próprio camisa 7 cobrou o pênalti com categoria e converteu.
Nos minutos finais, a equipe de Carlo Ancelotti administrou a vantagem e controlou a partida até o apito final, confirmando o resultado.
| FICHA TÉCNICA | ||
|---|---|---|
| Austrália 2 x 4 Brasil | ||
| Competição | Amistoso | |
| Local | Suncorp Stadium, Brisbane (AUS) | |
| Data | 29 de setembro de 2026 (terça-feira) | |
| Horário | 7h (de Brasília) | |
| Cartões | Amarelos (Austrália) | Irankunda, Souttar |
| Cartões | Amarelos (Brasil) | Gabriel Magalhães, Endrick |
| Cartões | Vermelhos | Nenhum |
| Arbitragem | Árbitro | Yusuke Araki (JAP) |
| Arbitragem | Assistentes | Kota Watanabe (JAP) e Kohe Ando (JAP) |
| Arbitragem | Quarto árbitro | Ryo Tanimoto (JAP) |
| Gols | 1º gol | Vanderson, aos 2 do 1ºT (Brasil) |
| Gols | 2º gol | Circati, aos 29 do 1ºT (Austrália) |
| Gols | 3º gol | Metcalfe, aos 33 do 1ºT (Austrália) |
| Gols | 4º gol | Raphinha, aos 44 do 1ºT (Brasil) |
| Gols | 5º gol | Bruno Guimarães, aos 24 do 2ºT (Brasil) |
| Gols | 6º gol | Vinicius Júnior, aos 34 do 2ºT (Brasil) |
| Escalação | Austrália | Patrick Beach; Jacob Italiano (Geria), Alessandro Circati, Harry Souttar e Lucas Herrington; Aziz Behich, Jackson Irvine e Paul Okon-Engstler (O’Neill); Connor Metcalfe (McGree), Nestory Irankunda (Younis) e Tete Yengi. Técnico: Tony Popović |
| Escalação | Brasil | Otávio, Vanderson (Matheuzinho), Jair (Vitor Reis), Gabriel Magalhães e Mauro Júnior (Arthur Dias); Danilo (Breno Bidon), Bruno Guimarães (Martinelli) e Gabriel Bontempo (Andrey Santos); Rayan (Estêvão), Raphinha (Endrick) e Vini Júnior (Samuel Lino). Técnico: Carlo Ancelotti |
Fonte: Esportes
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