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Bélgica e Egito empatam e deixam Grupo G aberto na Copa do Mundo
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A estreia do Grupo G na Copa do Mundo de 2026 reservou emoções no Lumen Field, em Seattle. Em um confronto equilibrado nesta segunda-feira, Bélgica e Egito ficaram no empate por 1 a 1. O resultado mantém o tabu histórico dos egípcios, que seguem sem vencer em Mundiais, enquanto os belgas precisaram contar com um gol contra para evitar a derrota na primeira rodada.
Com o placar, as duas seleções somam um ponto cada e aguardam o desfecho do duelo entre Nova Zelândia e Irã para conhecerem a configuração final da tabela após a rodada inaugural.
O jogo
A Bélgica iniciou o jogo tentando impor seu ritmo. Logo aos 6 minutos, Kevin De Bruyne assustou o goleiro Mostafa Shobeir com um chute perigoso. No entanto, foi o Egito quem demonstrou eficiência. Aos 20 minutos, o astro Mohamed Salah serviu Emam Ashour na entrada da área; o meia dominou com categoria e bateu firme para abrir o marcador.
A vantagem deu confiança aos africanos, que quase ampliaram com Mostafa Ziko, parado por uma boa intervenção de Thibaut Courtois. Na reta final do primeiro tempo, os belgas pressionaram com Doku e Trossard, mas pecaram na finalização. O Egito ainda teve a chance de ir para o intervalo com 2 a 0 no placar após um erro defensivo belga, mas Marmoush desperdiçou o lance cara a cara com Courtois.
Segundo tempo
Na volta do intervalo, a tônica de lá e cá permaneceu. De Bruyne quase igualou em uma cobrança de falta que carimbou a trave. Do outro lado, Salah e Ziko desperdiçaram oportunidades claras de liquidar a fatura, com Ziko mandando para fora uma sobra após falha rara de Courtois.
A insistência belga aumentou com a entrada de Romelu Lukaku. Aos 21 minutos da etapa final, a pressão surtiu efeito: Thomas Meunier cruzou com força pela direita e, na tentativa de antecipar Lukaku, o defensor Mohamed Hany acabou desviando contra a própria meta, selando o empate.
Nos minutos finais, o Egito ainda buscou a vitória em chutes de Marmoush, enquanto Meunier quase virou para os europeus. No fim, o 1 a 1 refletiu o equilíbrio de uma partida em que ambas as equipes tiveram chances de sair com os três pontos, deixando a disputa pela classificação totalmente indefinida para as próximas rodadas.
Próximos jogos | 2ª rodada – Grupo G
Jogo: Bélgica x Irã
Competição: Copa do Mundo
Data e hora: 21 de junho de 2026 (domingo), às 16h (de Brasília)
Local: SoFi Stadium, em Los Angeles (EUA)
Jogo: Nova Zelândia x Egito
Competição: Copa do Mundo
Data e hora: 21 de junho de 2026 (domingo), às 22h (de Brasília)
Local: BC Place, em Vancouver (CAN)
| FICHA TÉCNICA | |
|---|---|
| Placar Final |
Bélgica 1 x 1 Egito |
| Competição | Copa do Mundo (1ª rodada – Grupo G) |
| Local | Estádio Lumen Field, Seattle (EUA) |
| Data e Horário | 15 de junho de 2026, às 16h (de Brasília) |
| Gols | Emam Ashour (20′ 1T – Egito); Mohamed Hany (contra, 22′ 2T – Bélgica) |
| Cartões Amarelos | Castagne e De Cuyper (Bélgica); Attia e Fatouh (Egito) |
| Cartões Vermelhos | Nenhum |
| Arbitragem | Ramon Abatti Abel (Árbitro), Danilo Manis e Rafael Alves (Assistentes), Juan Soto (VAR) |
| Bélgica | Courtois; Meunier, Ngoy, Mechele, Castagne (De Cuyper); Onana (Raskin), Tielemans, De Bruyne (Vanaken); Doku (Fernández-Pardo), De Ketelaere (Lukaku), Trossard. Técnico: Rudi Garcia |
| Egito | Shobeir; Hany, Yasser Ibrahim, Fathy (Adel), Fetouh (Hafez); Lashin, Attia, Ashour (Rabia); Salah (Abdelkarim), Marmoush, Zico (Zizo). Técnico: Hossam Hassan |
Fonte: Esportes
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Brasil vira sobre a Austrália e vence por 4 a 2 em amistoso
A Seleção Brasileira superou um primeiro tempo de sustos e derrotou a Austrália por 4 a 2, nesta terça-feira (29.09), em amistoso disputado no Suncorp Stadium, em Brisbane. Vanderson, Raphinha, Bruno Guimarães e Vinicius Júnior balançaram as redes para o Brasil; Circati e Metcalfe marcaram para os donos da casa. A Seleção ainda tem mais um compromisso nesta Data Fifa: no sábado, encara a Índia às 11h (de Brasília), no Vivekananda Yuba Bharati Krirangan Stadium, em Calcutá.
O jogo começou da melhor forma possível para os brasileiros. Aos dois minutos, uma jogada ensaiada pela ponta direita terminou com Rayan servindo Bontempo, que encontrou Vanderson livre para acertar um belo chute no ângulo e abrir o placar.
O segundo quase saiu em seguida. Raphinha recebeu na entrada da área e soltou uma pancada forte, obrigando Patrick Beach a fazer grande defesa. No rebote, o atacante do Barcelona voltou a finalizar, mas parou novamente no goleiro australiano.
Com o controle da posse de bola e do ritmo da partida, o Brasil ditava as ações, mas foi pego em falha pontual. Aos 29 minutos, após cobrança de escanteio fechado, a defesa brasileira se atrapalhou e Circati empatou para os mandantes.
O golpe abalou a equipe de Carlo Ancelotti, que três minutos depois viu o placar virar. Aos 32, a defesa saiu jogando errado, Metcalfe dominou com liberdade na entrada da área e finalizou com precisão, vencendo Otávio.
Aos poucos, a Seleção voltou a crescer. Aos 42, em mais uma boa trama coletiva, Danilo foi derrubado na área. O árbitro japonês Yusuke Araki revisou o lance no VAR e assinalou o pênalti. Raphinha cobrou com firmeza e deixou tudo igual antes do intervalo.
O segundo tempo começou mais equilibrado. A primeira grande chance foi australiana: aos 15 minutos, Circati apareceu livre na área após escanteio, mas cabeceou por cima, desperdiçando boa oportunidade para os donos da casa.
Do outro lado, o Brasil demorou a criar, mas foi cirúrgico quando chegou. Depois de um primeiro tempo discreto, Vinicius Júnior passou a aparecer mais no jogo. O atacante foi lançado pela esquerda e encontrou Endrick dentro da área, que deu um passe preciso para Bruno Guimarães completar para o fundo das redes e recolocar o Brasil em vantagem.
Aos 30 minutos, quase saiu o quarto. Vini arrancou pela esquerda e inverteu a jogada para Estêvão, que finalizou no canto e viu Patrick Beach fazer mais uma grande defesa. No rebote, a bola ainda bateu em Endrick antes de sair pela linha de fundo.
Aos 34, nada impediu o gol que selou a vitória. Vinicius Júnior fez bela jogada individual, driblou o marcador e foi derrubado dentro da área. O próprio camisa 7 cobrou o pênalti com categoria e converteu.
Nos minutos finais, a equipe de Carlo Ancelotti administrou a vantagem e controlou a partida até o apito final, confirmando o resultado.
| FICHA TÉCNICA | ||
|---|---|---|
| Austrália 2 x 4 Brasil | ||
| Competição | Amistoso | |
| Local | Suncorp Stadium, Brisbane (AUS) | |
| Data | 29 de setembro de 2026 (terça-feira) | |
| Horário | 7h (de Brasília) | |
| Cartões | Amarelos (Austrália) | Irankunda, Souttar |
| Cartões | Amarelos (Brasil) | Gabriel Magalhães, Endrick |
| Cartões | Vermelhos | Nenhum |
| Arbitragem | Árbitro | Yusuke Araki (JAP) |
| Arbitragem | Assistentes | Kota Watanabe (JAP) e Kohe Ando (JAP) |
| Arbitragem | Quarto árbitro | Ryo Tanimoto (JAP) |
| Gols | 1º gol | Vanderson, aos 2 do 1ºT (Brasil) |
| Gols | 2º gol | Circati, aos 29 do 1ºT (Austrália) |
| Gols | 3º gol | Metcalfe, aos 33 do 1ºT (Austrália) |
| Gols | 4º gol | Raphinha, aos 44 do 1ºT (Brasil) |
| Gols | 5º gol | Bruno Guimarães, aos 24 do 2ºT (Brasil) |
| Gols | 6º gol | Vinicius Júnior, aos 34 do 2ºT (Brasil) |
| Escalação | Austrália | Patrick Beach; Jacob Italiano (Geria), Alessandro Circati, Harry Souttar e Lucas Herrington; Aziz Behich, Jackson Irvine e Paul Okon-Engstler (O’Neill); Connor Metcalfe (McGree), Nestory Irankunda (Younis) e Tete Yengi. Técnico: Tony Popović |
| Escalação | Brasil | Otávio, Vanderson (Matheuzinho), Jair (Vitor Reis), Gabriel Magalhães e Mauro Júnior (Arthur Dias); Danilo (Breno Bidon), Bruno Guimarães (Martinelli) e Gabriel Bontempo (Andrey Santos); Rayan (Estêvão), Raphinha (Endrick) e Vini Júnior (Samuel Lino). Técnico: Carlo Ancelotti |
Fonte: Esportes
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