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Brasil avança na Copa Davis: Fonseca brilha e duplas garantem triunfo sobre a Grécia
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A Seleção Brasileira de tênis garantiu sua permanência no Grupo Mundial I da Copa Davis ao fechar o confronto contra a Grécia com uma vitória de 3 a 1. O domingo decisivo em Atenas foi marcado pelo talento e pela garra dos atletas brasileiros, com destaque para a histórica vitória de João Fonseca sobre o ex-top 10 Stefanos Tsitsipas e o triunfo dominante da dupla Rafael Matos e Marcelo Melo.
Após o empate em 1 a 1 no sábado, a equipe brasileira entrou em quadra determinada a selar a classificação. A primeira vitória do dia veio das mãos experientes de Rafael Matos e Marcelo Melo, que não deram chances aos gregos Aristotelis Thanos e Petros Tsitsipas. Com uma atuação impecável no piso duro, a dupla brasileira venceu por 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 6/2, em apenas 1 hora e 13 minutos, colocando o Brasil em vantagem de 2 a 1 no confronto.
João Fonseca: Uma vitória para a história
Com a pressão de decidir a série, o jovem João Fonseca demonstrou maturidade e técnica ao enfrentar o principal nome da equipe grega, Stefanos Tsitsipas. Em um duelo emocionante e equilibrado, Fonseca superou o adversário em três sets: 6/4, 3/6 e 7/5. A vitória não apenas assegurou o triunfo brasileiro por 3 a 1 sobre a Grécia, mas também representa um marco na carreira do tenista de 18 anos.
“Como já disse, jogar pelo Brasil é diferente, é pressão e um orgulho a mais. Você está aqui pelas conquistas, o capitão (Jaime Oncins) me escolheu. Essa passagem que faremos para fevereiro, vamos entrar de novo em um grupo forte. Estou feliz com o comprometimento e a forma que encarei, sólido e agressivo. Continuei positivo, vamos Brasil”, destacou Fonseca em entrevista à Cazé TV, visivelmente emocionado com o resultado.
O caminho até a vitória
A disputa havia começado no sábado, com João Fonseca garantindo o primeiro ponto para o Brasil ao vencer Stefanos Sakellaridis. No entanto, Thiago Wild acabou sendo derrotado por Stefanos Tsitsipas, empatando a série e transferindo a decisão para os jogos de duplas e o segundo simples do domingo.
Com este resultado, o Brasil assegura sua vaga no Grupo Mundial I e segue firme na busca por um lugar na elite do tênis mundial. A performance da equipe em Atenas reforça a força do tênis brasileiro e a ascensão de uma nova geração de talentos.
Fonte: Esportes
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Brasil vira sobre a Austrália e vence por 4 a 2 em amistoso
A Seleção Brasileira superou um primeiro tempo de sustos e derrotou a Austrália por 4 a 2, nesta terça-feira (29.09), em amistoso disputado no Suncorp Stadium, em Brisbane. Vanderson, Raphinha, Bruno Guimarães e Vinicius Júnior balançaram as redes para o Brasil; Circati e Metcalfe marcaram para os donos da casa. A Seleção ainda tem mais um compromisso nesta Data Fifa: no sábado, encara a Índia às 11h (de Brasília), no Vivekananda Yuba Bharati Krirangan Stadium, em Calcutá.
O jogo começou da melhor forma possível para os brasileiros. Aos dois minutos, uma jogada ensaiada pela ponta direita terminou com Rayan servindo Bontempo, que encontrou Vanderson livre para acertar um belo chute no ângulo e abrir o placar.
O segundo quase saiu em seguida. Raphinha recebeu na entrada da área e soltou uma pancada forte, obrigando Patrick Beach a fazer grande defesa. No rebote, o atacante do Barcelona voltou a finalizar, mas parou novamente no goleiro australiano.
Com o controle da posse de bola e do ritmo da partida, o Brasil ditava as ações, mas foi pego em falha pontual. Aos 29 minutos, após cobrança de escanteio fechado, a defesa brasileira se atrapalhou e Circati empatou para os mandantes.
O golpe abalou a equipe de Carlo Ancelotti, que três minutos depois viu o placar virar. Aos 32, a defesa saiu jogando errado, Metcalfe dominou com liberdade na entrada da área e finalizou com precisão, vencendo Otávio.
Aos poucos, a Seleção voltou a crescer. Aos 42, em mais uma boa trama coletiva, Danilo foi derrubado na área. O árbitro japonês Yusuke Araki revisou o lance no VAR e assinalou o pênalti. Raphinha cobrou com firmeza e deixou tudo igual antes do intervalo.
O segundo tempo começou mais equilibrado. A primeira grande chance foi australiana: aos 15 minutos, Circati apareceu livre na área após escanteio, mas cabeceou por cima, desperdiçando boa oportunidade para os donos da casa.
Do outro lado, o Brasil demorou a criar, mas foi cirúrgico quando chegou. Depois de um primeiro tempo discreto, Vinicius Júnior passou a aparecer mais no jogo. O atacante foi lançado pela esquerda e encontrou Endrick dentro da área, que deu um passe preciso para Bruno Guimarães completar para o fundo das redes e recolocar o Brasil em vantagem.
Aos 30 minutos, quase saiu o quarto. Vini arrancou pela esquerda e inverteu a jogada para Estêvão, que finalizou no canto e viu Patrick Beach fazer mais uma grande defesa. No rebote, a bola ainda bateu em Endrick antes de sair pela linha de fundo.
Aos 34, nada impediu o gol que selou a vitória. Vinicius Júnior fez bela jogada individual, driblou o marcador e foi derrubado dentro da área. O próprio camisa 7 cobrou o pênalti com categoria e converteu.
Nos minutos finais, a equipe de Carlo Ancelotti administrou a vantagem e controlou a partida até o apito final, confirmando o resultado.
| FICHA TÉCNICA | ||
|---|---|---|
| Austrália 2 x 4 Brasil | ||
| Competição | Amistoso | |
| Local | Suncorp Stadium, Brisbane (AUS) | |
| Data | 29 de setembro de 2026 (terça-feira) | |
| Horário | 7h (de Brasília) | |
| Cartões | Amarelos (Austrália) | Irankunda, Souttar |
| Cartões | Amarelos (Brasil) | Gabriel Magalhães, Endrick |
| Cartões | Vermelhos | Nenhum |
| Arbitragem | Árbitro | Yusuke Araki (JAP) |
| Arbitragem | Assistentes | Kota Watanabe (JAP) e Kohe Ando (JAP) |
| Arbitragem | Quarto árbitro | Ryo Tanimoto (JAP) |
| Gols | 1º gol | Vanderson, aos 2 do 1ºT (Brasil) |
| Gols | 2º gol | Circati, aos 29 do 1ºT (Austrália) |
| Gols | 3º gol | Metcalfe, aos 33 do 1ºT (Austrália) |
| Gols | 4º gol | Raphinha, aos 44 do 1ºT (Brasil) |
| Gols | 5º gol | Bruno Guimarães, aos 24 do 2ºT (Brasil) |
| Gols | 6º gol | Vinicius Júnior, aos 34 do 2ºT (Brasil) |
| Escalação | Austrália | Patrick Beach; Jacob Italiano (Geria), Alessandro Circati, Harry Souttar e Lucas Herrington; Aziz Behich, Jackson Irvine e Paul Okon-Engstler (O’Neill); Connor Metcalfe (McGree), Nestory Irankunda (Younis) e Tete Yengi. Técnico: Tony Popović |
| Escalação | Brasil | Otávio, Vanderson (Matheuzinho), Jair (Vitor Reis), Gabriel Magalhães e Mauro Júnior (Arthur Dias); Danilo (Breno Bidon), Bruno Guimarães (Martinelli) e Gabriel Bontempo (Andrey Santos); Rayan (Estêvão), Raphinha (Endrick) e Vini Júnior (Samuel Lino). Técnico: Carlo Ancelotti |
Fonte: Esportes
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