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São Paulo vence o Grêmio e assume liderança provisória do Brasileirão

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O São Paulo garantiu uma importante vitória por 2 a 0 sobre o Grêmio na noite desta quarta-feira (11.02), no Estádio do Morumbis, em partida válida pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. A equipe tricolor soube aproveitar a expulsão de um jogador adversário e contou com a eficácia de seu setor ofensivo para construir o placar, alcançando a liderança provisória da competição.

Destaques da partida

Os gols do triunfo paulista foram anotados por Lucas Moura e Calleri, selando o resultado positivo. O atacante Luciano também teve papel crucial no jogo, participando diretamente da jogada do segundo gol, apesar de ter desperdiçado uma cobrança de pênalti defendida pelo goleiro gremista Weverton, que poderia ter ampliado ainda mais a vantagem são-paulina.

Com o resultado, o São Paulo não apenas mantém sua impressionante série invicta na temporada, que agora chega a cinco jogos (com quatro vitórias e um empate), mas também soma sete pontos no Campeonato Brasileiro, dormindo na ponta da tabela. A invencibilidade no torneio nacional é um fator de celebração para o clube, que, contudo, aguarda os demais resultados da rodada para confirmar sua permanência na liderança.

Para o Grêmio, o cenário é de preocupação. A equipe gaúcha amargou sua segunda derrota na Série A e estacionou nos três pontos, ocupando a 12ª posição.

O jogo

O primeiro tempo foi marcado por oportunidades para o São Paulo. Após uma chance de Luciano anulada por impedimento aos 14 minutos, o Tricolor Paulista abriu o placar de pênalti. Aos 21 minutos, após Marcos Antônio lançar Danielzinho na área, o meio-campista foi puxado por Weverton. Lucas Moura converteu a penalidade máxima, com o goleiro gremista quase alcançando a bola. O São Paulo ainda teve um gol de Calleri anulado por impedimento e outras chances de perigo com o próprio argentino e Enzo Díaz.

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A etapa complementar começou com um lance decisivo que mudou os rumos do jogo. Logo no primeiro minuto, o zagueiro Wagner Leonardo, do Grêmio, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso por segurar Calleri. Com um jogador a mais, o São Paulo ditou o ritmo e ampliou a vantagem. Aos 13 minutos, Lucas Ramon iniciou a jogada, Lucas Moura deu belo passe em profundidade para Luciano, que cruzou rasteiro para Calleri apenas escorar para o fundo das redes.

Ainda houve tempo para um novo pênalti a favor do São Paulo, após Luciano ser derrubado por Gustavo Martins. No entanto, o próprio Luciano cobrou e Weverton fez a defesa, impedindo o terceiro gol. O Grêmio, mesmo com dez homens, tentou reagir e criou uma boa chance com André Henrique, mas não conseguiu diminuir o placar.

Próximos compromissos

São Paulo:

  • Adversário: Ponte Preta (Campeonato Paulista)
  • Data e Horário: 15 de fevereiro (domingo), às 20h30 (de Brasília)
  • Local: Estádio Moisés Lucarelli, Campinas (SP)

Grêmio:

  • Adversário: Atlético-MG (Campeonato Brasileiro)
  • Data e Horário: 25 de fevereiro (quarta-feira), às 21h30 (de Brasília)
  • Local: Arena do Grêmio, Porto Alegre (RS)
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FICHA TÉCNICA
                                                            São Paulo 2 x 0 Grêmio
Competição Campeonato Brasileiro (terceira rodada)
Local Morumbis, em São Paulo (SP)
Data 11 de fevereiro de 2026 (quarta-feira)
Horário 21h30 (de Brasília)
Público 18.491 pessoas
Renda R$ 863.361,00
Cartões Amarelos São Paulo: Luciano, Pablo Maia e Ferreira
Grêmio: Weverton, Wagner Leonardo e André Henrique
Cartões Vermelhos Wagner Leonardo, aos 1′ do 2ºT (Grêmio)
Arbitragem
Árbitro Sávio Pereira Sampaio (DF)
Assistentes Nailton Júnior de Sousa Oliveira (CE) e Leila Naiara Moreira da Cruz (DF)
VAR Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira (MG)
Gols
São Paulo Lucas, aos 25′ do 1ºT
Calleri, aos 13′ do 2ºT
Escalação São Paulo
Jogadores Rafael; Lucas Ramon, Alan Franco (Ferraresi), Sabino e Enzo Díaz; Danielzinho, Bobadilla (Pablo Maia) e Marcos Antônio (Pedro Ferreira); Lucas (Tapia), Luciano (Ferreira) e Calleri.
Técnico Hernán Crespo
Escalação Grêmio
Jogadores Weverton; João Pedro (Enamorado), Balbuena, Wagner Leonardo e Marlon; Noriega, Arthur e Edenilho (Willian); Tetê (Pavon), Amuzu (Gustavo Martins) e Carlos Vinícius (André Henrique).
Técnico Luís Castro

Fonte: Esportes

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Alisson iguala marca histórica de Gylmar e Taffarel ao iniciar sua terceira Copa como titular

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Ser titular da Seleção Brasileira em três Copas do Mundo da FIFA é para poucos. Entre os goleiros, apenas dois conseguiram a façanha: Gylmar, em 1958, 1962 e 1966, e Taffarel, nas edições de 1990, 1994 e 1998.

A partir do sábado (13), contra Marrocos, as duas lendas terão a companhia de um novo integrante no clube: Alisson Becker.

Titular absoluto da Seleção na última década, o goleiro do Liverpool chega a seu terceiro mundial, após participações em 2018 e 2022. Nas duas Copas do Mundo da FIFA anteriores, ele disputou nove jogos — ficou no banco apenas uma vez, contra Camarões, no Catar, quando Tite fez um rodízio em sua escalação.

O feito de Alisson é histórico e vem acompanhado de dois desafios: o primeiro é superar uma temporada em que sofreu quatro lesões. O segundo é igualar outro feito de Gylmar e Taffarel: os dois conquistaram o título da Copa do Mundo da FIFA.

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Gylmar dos Santos Neves, ídolo do Santos e do Corinthians, foi campeão mundial em 1958 e 1962, jogando todos os jogos das duas campanhas. Em 1966, ele esteve nas duas primeiras partidas, mas foi substituído por Manga na derrota para Portugal, que eliminou a seleção ainda na fase de grupos.

Taffarel, por sua vez, consagrou-se com o tetracampeonato em 1994, disputando todos os minutos das sete partidas. Ele virou herói nacional na final contra a Itália, ao defender a cobrança de Daniele Massaro na disputa por pênaltis, vencida por 3 a 2.

Brazil's Taffarel and Alisson on November 28, 2022. (Photo by IMAGO / PA Images)

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O ídolo como treinador

Alisson chega ao momento especial na carreira caminhando lado a lado de Taffarel, uma das lendas que ele iguala em sua terceira Copa do Mundo da FIFA. O ídolo do tetra hoje é o treinador de goleiros da seleção e trabalha diariamente com o camisa 1.

Taffarel é, também, a maior referência de Alisson. No projeto “Cartas que Unem”, da FIFA, o atual goleiro da Seleçãorecebeu uma mensagem de seu irmão, Muriel Becker, que lembra as aventuras dos irmãos na infância.

Na carta, Muriel cita o ídolo em memórias sobre as Copas de 1994 e 1998 e presenteia Alisson com uma camisa de goleiro, como a que Taffarel usou nos Estados Unidos.

Brazil's goalkeepers Alisson (L), Ederson (C) and Weverton (R) on January 29, 2022. (Photo by DOUGLAS MAGNO / AFP via Getty Images)

Temporada difícil

A presença de Taffarel é importante para Alisson no dia a dia, pela confiança que há entre ambos. Eles já trabalharam juntos no Liverpool, entre 2021 e 2025, além de quase uma década de parceria na seleção.

Além de questões técnicas nos treinamentos, Taffarel deu a Alisson a segurança de que ele teria seu espaço na seleção quando estivesse fisicamente bem. Esse apoio foi importante sobretudo na temporada 2025-26, quando o goleiro teve três lesões, a mais grave delas na coxa direita.

O problema físico tirou Alisson dos gramados por dois meses, entre março e maio deste ano. Ele só voltou a campo pelo Liverpool na última rodada da Premier League. Mas, na seleção, o clima nunca foi de corrida contra o tempo: a comissão técnica sempre esperou pelo seu titular.

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“Temos uma boa relação. Antes de ser o treinador de goleiro dele no Liverpool há alguns anos, temos uma amizade muito boa. Sabemos da qualidade e do potencial dele, tanto dentro como fora de campo. É um líder com otimismo e vontade de vencer muito grande”, disse Taffarel à FIFA.

MORRISTOWN, NEW JERSEY - JUNE 04: Alisson #1of Brazil poses for a portrait during the official FIFA World Cup 2026 portrait session on June 04, 2026 in Morristown, New Jersey. (Photo by Sarah Stier - FIFA/FIFA via Getty Images)

Subindo no ranking

Em sua terceira Copa do Mundo como titular da seleção brasileira, Alisson também deve ganhar posições na lista de goleiros brasileiros com mais jogos disputados no torneio.

Ele chega ao evento com 9 jogos disputados (são cinco em 2018, e quatro em 2022) e ocupa a quinta posição no ranking histórico. À sua frente, o gaúcho tem Taffarel (18 jogos), Gylmar (14) e Leão (14) e Júlio César (12).

Caso dispute as três partidas na fase de grupos, Alisson empatará com o ex-goleiro do Flamengo e da Internazionale. Caso a Seleção fique entre as quatro primeiras colocadas, serão oito jogos disputados — assim, o camisa 1 poderia chegar a 17 partidas, transformando-se no vice-líder da estatística.

Fonte: Esportes

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