MP AC
Escritório de Representação em Brasília oferece suporte e acolhimento a membros
MP AC
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) coordena, em Brasília, um escritório de representação compartilhado com mais sete Ministérios Públicos estaduais. A unidade oferece estrutura, comodidade e segurança aos membros que se deslocam à capital federal para o cumprimento de agendas institucionais.
Localizado em área estratégica, próximo ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), o escritório facilita a organização de compromissos junto aos conselhos nacionais, ao Parlamento, a associações representativas e aos tribunais superiores.
O espaço foi implementado em 2021 e dispõe, atualmente, de gabinetes individuais para cada Ministério Público conveniado, salas de reunião, cantina e ambientes de apoio para o atendimento de demandas.
Estão em andamento aprimoramentos voltados à ampliação das áreas de descanso, higiene pessoal e alimentação, além do fortalecimento do suporte logístico, inclusive no que se refere ao transporte.
O procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, ressaltou que o escritório reforça o cuidado com os integrantes da instituição. “O objetivo é oferecer suporte e condições adequadas aos membros que cumprem agendas em Brasília, refletindo a preocupação da instituição com o bem-estar de seus integrantes”, afirmou.



O secretário-geral, promotor de Justiça Adenilson de Souza, destacou o caráter acolhedor e funcional da estrutura. “Trata-se de um local estratégico e seguro, colocado à disposição do membro para que ele se sinta acolhido”, disse.
Endereço:
SAFS Quadra 2
Sala 102
Edifício Via Esplanada
CEP: 70070-600
O prédio fica situado ao lado do Conselho Nacional de Justiça e atrás da Confederação Nacional de Municípios.
Fonte: Ministério Publico – AC
MP AC
MPAC estabelece normas de conduta para preservar imparcialidade institucional durante as Eleições 2026
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) publicou o Ato PGJ nº 93/2026, que estabelece normas de conduta e de uso dos recursos institucionais durante o processo eleitoral deste ano. Assinado pelo procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque, nesta sexta-feira, 25, o ato busca preservar a imparcialidade da instituição, a liberdade de voto e um ambiente de trabalho livre de propaganda e assédio eleitoral.
As orientações são destinadas a membros, servidores, estagiários e colaboradores e tratam, entre outros pontos, da participação política, do uso de espaços e recursos do MPAC, das manifestações em ambientes digitais e das condutas no local de trabalho.
O ato veda a realização de propaganda e a prática de assédio eleitoral no ambiente de trabalho, inclusive por meios digitais institucionais. Também proíbe a utilização de bens, sistemas, dados, equipamentos, e-mail funcional, Microsoft Teams, intranet e demais recursos ou canais do MPAC para favorecer ou prejudicar candidaturas ou agremiações.
A norma também impede o uso de posição de chefia, subordinação ou influência funcional para solicitar voto, apoio, doação, comparecimento a atos ou compartilhamento de conteúdo. Símbolos, logomarca, crachá e outros elementos de identificação do MPAC não podem ser utilizados de forma que sugira apoio institucional.
Aos servidores, é assegurado o exercício dos direitos de cidadania e de participação política fora da jornada de trabalho e sem vinculação com o cargo, desde que sejam respeitados os deveres funcionais e não sejam utilizados recursos ou canais da instituição.
Para os membros, permanece a vedação constitucional ao exercício de atividade político-partidária, nos termos da legislação e das normas do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). O ato esclarece, porém, que são asseguradas manifestações técnico-jurídicas, a defesa de valores constitucionais, da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses tutelados pelo Ministério Público, bem como críticas a ideias ou medidas públicas, observados a impessoalidade, o decoro e os limites estabelecidos em norma.
As chefias deverão orientar suas equipes e adotar medidas para prevenir o uso indevido de recursos e situações de propaganda ou assédio eleitoral no ambiente de trabalho, preservadas a liberdade de consciência, a privacidade e o sigilo das comunicações pessoais.
Para conhecer todas as orientações aplicáveis ao período eleitoral, leia o Ato PGJ nº 93/2026 na íntegra.
Hudson Castelo – Secretaria de Comunicação do MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
-
SEM CATEGORIA5 dias atrásPrefeitura de Rio Branco recupera rota de ônibus no bairro Canaã
-
ESPORTES5 dias atrásFlamengo domina o Bragantino no Maracanã, vence por 2 a 1 e segue firme na liderança
-
SEM CATEGORIA5 dias atrásPrefeitura avança com limpeza do Igarapé Batista para prevenir alagações na capital
-
ESPORTES6 dias atrásCruzeiro vence o Vitória por 3 a 1 e se aproxima da zona de classificação à Libertadores
-
FAMOSOS4 dias atrásAna Hickmann revela segundo dia mais especial de sua vida: ‘Esse dia foi mágico’
-
MP AC5 dias atrásMP na Comunidade leva serviços à população do Calafate em edição do Círio Social
-
AGRONEGÓCIO7 dias atrásAlta de 33% no arroz anima produtor gaúcho, mas diesel ameaça plantio
-
FAMOSOS7 dias atrásSimaria celebra sexta-feira ao som de ‘Regime Fechado’ e relembra sucesso