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MPAC amplia uso da inteligência artificial com ações de capacitação interna

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), tem fortalecido a atuação institucional com a implementação de iniciativas voltadas ao ensino e à aplicação da inteligência artificial nas atividades ministeriais.

A proposta surgiu diante das transformações provocadas pela popularização de ferramentas de IA generativa, como ChatGPT, Google Gemini e Anthropic Claude, que vêm impactando diretamente as profissões jurídicas e exigindo novas competências dos integrantes da instituição.

A partir dessa demanda, o Ceaf estruturou um conjunto de ações integradas que combinam formação teórica, capacitação prática e produção de conteúdos acessíveis.

Entre elas, destaca-se a disponibilização de verbetes sobre inteligência artificial na Seringalpedia, plataforma desenvolvida em parceria com a Secretaria de Planejamento Institucional e Inovação (Secplan), que permite a consulta rápida e contínua sobre conceitos e aplicações da tecnologia.

Os dois verbetes já publicados tratam de inteligência artificial e de complacência na área. A iniciativa contribui para a disseminação de conhecimento estruturado e para a padronização conceitual no âmbito do MPAC.

Outra frente é a oferta de curso na modalidade de ensino a distância (EaD), com conteúdo introdutório sobre inteligência artificial. A formação, assíncrona e disponível permanentemente, busca o nivelamento do conhecimento e o desenvolvimento progressivo de competências digitais em toda a instituição, incluindo membros, servidores e estagiários.

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No campo da capacitação prática, o projeto TutorIA se destaca pela produção de vídeos curtos e objetivos, que orientam sobre o uso de ferramentas tecnológicas aplicáveis ao trabalho ministerial. Em 2025, foram produzidos conteúdos sobre comparação entre modelos de IA generativa, uso da ferramenta de pesquisa jurídica Seringal Link e funcionamento do TranscreveAI.

Como desdobramento, o TutorIA in Loco leva treinamentos presenciais personalizados às unidades que solicitam capacitação, ampliando o alcance das ações e garantindo maior efetividade no aprendizado. Em 2025, foram realizadas cinco visitas do TutorIA in Loco para treinamento direto nas unidades, beneficiando as Promotorias de Educação, Segurança Pública e do Meio Ambiente da Bacia Hidrográfica do Baixo Acre. Também foram atendidos o Núcleo de Apoio Técnico (NAT) e a Corregedoria dos Servidores.

As iniciativas são abertas a todos os integrantes do MPAC e não têm periodicidade fixa, sendo desenvolvidas conforme a identificação de demandas institucionais. Entre os resultados já observados estão o aumento da autonomia dos usuários no uso de ferramentas digitais, a melhoria da eficiência operacional e a ampliação do acesso ao conhecimento sobre inteligência artificial.

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Atualmente, as ações seguem em expansão, com a produção de novos verbetes para a Seringalpedia e o desenvolvimento de novos cursos EaD. Já o TutorIA in Loco permanece disponível para atender aos setores interessados em capacitação personalizada.

Texto: Jaine Araújo
Agência de Notícias do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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Curso de formação aproxima novos membros da realidade social acreana

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realiza, entre os dias 4 e 29 de maio, o curso de formação inicial para promotoras e promotores de Justiça substitutos. Coordenada pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), em parceria com a Corregedoria-Geral do MPAC, a iniciativa reúne 13 promotores e marca o início do estágio probatório dos membros ingressantes.

Além dos nove membros empossados no último dia 30 de abril, também participam da formação outros quatro promotores oriundos do mesmo concurso, que já estão em exercício em comarcas do interior do estado e ainda não haviam realizado o curso de formação.

O curso de formação inicial é previsto na Lei Orgânica do Ministério Público e constitui o primeiro ato do estágio probatório dos membros ingressantes. A iniciativa busca desenvolver conhecimentos e habilidades técnicas vinculadas à prática funcional, além de competências e atitudes relacionadas ao exercício do cargo.

A programação foi estruturada para aproximar os novos membros das diferentes realidades sociais, culturais e territoriais do Acre. Nos primeiros dias, os participantes acompanharam debates sobre acreanidades, formação histórica do estado, panorama social e os desafios da atuação ministerial na realidade amazônica. A programação também abordou temas como bacias hidrográficas e realidades ambientais do Acre, atuação do MPAC em prol de crianças e adolescentes, além de investigação, preparação e atuação no júri. As aulas são ministradas por membros do MPAC e especialistas convidados nas áreas abordadas.

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Ao longo das demais semanas, o curso abordará temas como atuação no combate à violência doméstica, procedimentos investigatórios, direitos humanos, atuação resolutiva, inovação institucional e proteção de dados.

Escuta social e rede de proteção

Entre as atividades da formação, na quarta-feira, 6, os participantes integraram o encontro “Vozes da Sociedade”, espaço de escuta coletiva com representantes de movimentos sociais ligados à igualdade racial, à população LGBTQIA+, às pessoas em situação de rua, a imigrantes e refugiados, às pessoas com deficiência e à defesa das mulheres e do meio ambiente. A proposta foi promover o diálogo sobre as expectativas da sociedade em relação à atuação do Ministério Público.

A programação incluiu ainda visitas técnicas a instituições da rede de proteção social, com o objetivo de aproximar os novos membros da realidade dos serviços de atendimento e acolhimento no estado. Os participantes visitaram a Casa Abrigo Mãe da Mata, que atende mulheres em situação de violência e seus dependentes; o Centro POP, voltado ao atendimento da população em situação de rua; o CAPS AD, equipamento de saúde mental e atenção psicossocial; e o Educandário Santa Margarida, serviço de acolhimento institucional para crianças e adolescentes.

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Durante as visitas, foram apresentados os serviços ofertados pelas unidades, os públicos atendidos, os fluxos de encaminhamento e os principais desafios enfrentados pelas instituições no atendimento a populações em situação de vulnerabilidade. A proposta é proporcionar aos novos membros uma compreensão mais ampla da realidade social acreana e da atuação em rede desenvolvida pelos órgãos de proteção e garantia de direitos.

Texto: Jaine Araújo
Fotos: Clovis Pereira e Diego Negreiros
Agência de Notícias do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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