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MPAC assegura retomada do Conservatório Musical do Juruá

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O procurador-geral de Justiça Oswaldo D’ Albuquerque Lima Neto anunciou, neste domingo, 29, que o Conservatório Musical do Juruá em Cruzeiro do Sul será retomado em parceria com a Procuradoria-Geral do Estado (PGE).

Idealizado pelo promotor de Justiça Iverson Bueno em 2016 e institucionalizado em 2017, no segundo mandato do atual procurador-geral de Justiça, o Conservatório visa transformar realidades, oferecendo oportunidades por meio da música e incentivando o desenvolvimento pessoal e cultural de jovens carentes do Vale do Juruá.

“Cuidar de crianças e adolescentes é uma das principais prioridades da nossa gestão. Entendemos que investir na infância e na juventude é garantir um futuro mais justo, digno e com oportunidades para toda a sociedade”, destaca Oswaldo D’Albuquerque.

O Conservatório Musical do Juruá é fruto de uma parceria do MPAC com 61º Batalhão de Infantaria de Selva, a Sociedade Eunice Weaver (Educandário de Cruzeiro do Sul) e o Poder Judiciário.

Foi inaugurado e funcionava em uma área ampla e arborizada, que antes estava completamente abandonada. Ao longo de sua trajetória, o Conservatório atendeu mais de mil alunos, priorizando crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social. Muitos deles conquistaram visibilidade nacional, sendo que alguns chegaram a participar do The Voice Brasil e outros formaram grupos musicais de destaque, como a banda Garotos do Sótão.

Kelly Souza- Agência de Notícias do MPAC

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Fonte: Ministério Publico – AC

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MPAC discute pautas prioritárias para reunião do Eixo de Direitos Humanos do CNPG

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta quinta-feira, 1º, encontro preparatório para definir as pautas que serão apresentadas pelo Grupo Nacional de Defesa de Direitos Humanos em Sentido Estrito (COPEDH) durante a Reunião Ordinária do Eixo de Direitos Humanos do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG), nos dias 19 e 20 de outubro, em Brasília.

Participaram das discussões o procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, presidente da COPEDH; o promotor de Justiça Thalles Ferreira, membro do grupo; e o procurador-geral adjunto Institucional, Sammy Barbosa Lopes. A agenda integra a preparação dos grupos que compõem o Eixo de Direitos Humanos do CNPG para o encontro nacional.

Entre os temas definidos como prioritários pela COPEDH estão o direito à moradia e à cidade, no marco dos 25 anos do Estatuto da Cidade; democracia e direitos humanos; clínicas de internação compulsória e comunidades terapêuticas; discursos de ódio, extremismo nas redes sociais e proteção de grupos vulnerabilizados; além da defesa dos povos indígenas e das comunidades tradicionais, tendo a educação como eixo estratégico.

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As discussões deverão subsidiar propostas e encaminhamentos para a atuação do Ministério Público nessas áreas. Entre as questões que serão aprofundadas estão o enfrentamento às desigualdades urbanas e à precariedade habitacional; a proteção dos direitos fundamentais e da convivência democrática; as políticas de cuidado em saúde mental; a prevenção aos discursos de ódio e à violência; e a proteção dos direitos dos povos indígenas e das comunidades tradicionais.

Para o procurador-geral de Justiça e presidente da COPEDH, Oswaldo D’Albuquerque, o encontro permitirá avançar na construção de respostas conjuntas para questões presentes em diferentes realidades do país. “São temas que exigem do Ministério Público diálogo, articulação e capacidade de construir respostas conjuntas. O encontro será uma oportunidade para reunir experiências de diferentes estados e estabelecer caminhos que contribuam para uma atuação cada vez mais efetiva na proteção dos direitos humanos”, destacou.

O promotor de Justiça Thalles Ferreira ressaltou a relação entre as pautas selecionadas e a necessidade de uma abordagem integrada. “Os debates sobre direito à moradia e à cidade, democracia e direitos humanos, políticas de cuidado em saúde mental, enfrentamento aos discursos de ódio e proteção dos povos indígenas e comunidades tradicionais não são questões isoladas, mas elementos constitutivos de um compromisso institucional com a dignidade humana em todas as suas expressões”, afirmou.

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Texto: Hudson Castelo
Fotos: Diego Negreiros
Secretaria de Comunicação do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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