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MPAC fortalece parceria institucional com a Escola do Poder Judiciário
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Nesta sexta-feira, 6, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) recebeu o diretor da Escola do Poder Judiciário do Acre (Esjud), desembargador Luís Camolez, em reunião voltada ao fortalecimento da cooperação e à ampliação de parcerias acadêmicas e formativas entre a Esjud e o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf).
Durante o encontro, foram discutidas estratégias para intensificar o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições, especialmente no que diz respeito à oferta de cursos e capacitações conjuntas, beneficiando membros, servidores e estagiários do Ministério Público e do Poder Judiciário.
O procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, classificou a aproximação entre as escolas como essencial para aprimorar a atuação em benefício da sociedade: “O Ministério Público do Acre acredita firmemente que o fortalecimento institucional passa, necessariamente, pela qualificação contínua de seus quadros. Essa parceria com a Escola do Judiciário amplia horizontes e contribui para uma atuação cada vez mais eficiente em benefício da sociedade acreana”, afirmou.

Ao citar o compromisso da Esjud com a integração, o desembargador Luís Camolez enfatizou a missão compartilhada entre as escolas: “Temos diversos pontos em comum, e as escolas não podem atuar de forma dissociada. Devemos caminhar na mesma direção, fortalecendo o conhecimento e a capacitação de todos. Fico muito feliz em perceber que o MPAC compartilha dessa mesma visão”, declarou.
Segundo a diretora do Ceaf, promotora de Justiça Joana D’Arc Dias Martins, a parceria vem sendo construída há algum tempo, mas ganha novo impulso a partir da reunião: “A ideia é compartilhar conhecimentos da melhor forma possível. Queremos estar cada vez mais próximos da Escola do Judiciário, para que todos possamos usufruir desses conhecimentos e oferecer a nossos membros, servidores e estagiários o melhor conteúdo disponível em ambas as escolas”, disse.
O assessor de Relações Institucionais da PGJ, procurador de Justiça Sammy Barbosa Lopes, apontou que a iniciativa entre as escolas reflete a relação mantida entre o MPAC e o Poder Judiciário. “Isso demonstra uma relação institucional muito respeitosa e próxima, sobretudo pautada no respeito e na cooperação existentes no Acre entre o Ministério Público e o Poder Judiciário.”
Fotos: Diego Negreiros
Fonte: Ministério Publico – AC
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MPAC estabelece normas de conduta para preservar imparcialidade institucional durante as Eleições 2026
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) publicou o Ato PGJ nº 93/2026, que estabelece normas de conduta e de uso dos recursos institucionais durante o processo eleitoral deste ano. Assinado pelo procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque, nesta sexta-feira, 25, o ato busca preservar a imparcialidade da instituição, a liberdade de voto e um ambiente de trabalho livre de propaganda e assédio eleitoral.
As orientações são destinadas a membros, servidores, estagiários e colaboradores e tratam, entre outros pontos, da participação política, do uso de espaços e recursos do MPAC, das manifestações em ambientes digitais e das condutas no local de trabalho.
O ato veda a realização de propaganda e a prática de assédio eleitoral no ambiente de trabalho, inclusive por meios digitais institucionais. Também proíbe a utilização de bens, sistemas, dados, equipamentos, e-mail funcional, Microsoft Teams, intranet e demais recursos ou canais do MPAC para favorecer ou prejudicar candidaturas ou agremiações.
A norma também impede o uso de posição de chefia, subordinação ou influência funcional para solicitar voto, apoio, doação, comparecimento a atos ou compartilhamento de conteúdo. Símbolos, logomarca, crachá e outros elementos de identificação do MPAC não podem ser utilizados de forma que sugira apoio institucional.
Aos servidores, é assegurado o exercício dos direitos de cidadania e de participação política fora da jornada de trabalho e sem vinculação com o cargo, desde que sejam respeitados os deveres funcionais e não sejam utilizados recursos ou canais da instituição.
Para os membros, permanece a vedação constitucional ao exercício de atividade político-partidária, nos termos da legislação e das normas do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). O ato esclarece, porém, que são asseguradas manifestações técnico-jurídicas, a defesa de valores constitucionais, da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses tutelados pelo Ministério Público, bem como críticas a ideias ou medidas públicas, observados a impessoalidade, o decoro e os limites estabelecidos em norma.
As chefias deverão orientar suas equipes e adotar medidas para prevenir o uso indevido de recursos e situações de propaganda ou assédio eleitoral no ambiente de trabalho, preservadas a liberdade de consciência, a privacidade e o sigilo das comunicações pessoais.
Para conhecer todas as orientações aplicáveis ao período eleitoral, leia o Ato PGJ nº 93/2026 na íntegra.
Hudson Castelo – Secretaria de Comunicação do MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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