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MPAC participa da abertura da XIV Quinzena da Mulher Negra

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria Especializada de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania e do Centro de Apoio Operacional de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania (CAOP-DH), participou, nesta quinta-feira, 16, da abertura da XIV Quinzena da Mulher Negra, realizada em Rio Branco.

A iniciativa é voltada à celebração, à reflexão e à promoção dos direitos das mulheres negras, em alusão ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, celebrado em 25 de julho, e ao Dia Nacional de Tereza de Benguela.

Representando o MPAC, o promotor de Justiça Thalles Ferreira acompanhou a programação e destacou o compromisso institucional com a promoção dos direitos da população negra. Durante sua fala, ele anunciou que o MPAC realizará, na próxima segunda-feira, 20, uma roda de conversa alusiva ao Dia de Tereza de Benguela e da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, com foco na saúde da população negra.

Ao abordar a importância da iniciativa, Thalles Ferreira ressaltou que eventos como a Quinzena da Mulher Negra fortalecem o diálogo entre as instituições públicas e os movimentos sociais, contribuindo para a construção e o aprimoramento de políticas públicas voltadas à garantia de direitos.

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“Esse compromisso que o Ministério Público assume é com os movimentos sociais, no sentido de buscar a interpretação adequada da política pública, que não é uma política de governo, mas uma política de Estado. Vai depender do compromisso dos movimentos sociais e de cada um de vocês para, junto com os movimentos sociais, construir as ações que serão levadas à apreciação do Poder Judiciário. Precisamos construir essa política”, afirmou.

Também participaram da atividade, pelo MPAC, integrantes do Centro de Atendimento à Vítima (CAV), do Observatório de Violência de Gênero (OBSGênero) e do Centro de Apoio Operacional de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania.

A programação de abertura contou com a palestra “Mulheres Negras, Racismo Cotidiano e Trabalho Invisível: olhares para as serventes e cozinheiras terceirizadas da Universidade Federal do Acre”, ministrada pela professora doutora Sulamita Rosa da Silva, que apresentou os resultados de sua pesquisa de doutorado sobre o racismo cotidiano e o trabalho invisibilizado desempenhado por mulheres negras terceirizadas na Universidade Federal do Acre (Ufac).

A XIV Quinzena da Mulher Negra é realizada de forma conjunta por diversas instituições, entre elas o Departamento de Promoção da Igualdade Racial da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), a Universidade Federal do Acre (Ufac), conselhos e representantes do movimento social.

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Texto:Marcelina Freire
Fotos: Clovis Pereira
Agência de Notícias do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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MPAC participa da abertura de workshop sobre prevenção da violência doméstica voltado às forças de segurança

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), representado pela ouvidora-geral e ouvidora das Mulheres, procuradora de Justiça Kátia Rejane de Araújo Rodrigues, participou, nesta quarta-feira, 15, da abertura do workshop “Antes da Viatura – Homens pela Prevenção da Violência Doméstica”, realizado na Escola do Poder Judiciário do Acre (Esjud), em Rio Branco.

Promovido pela Patrulha Maria da Penha da Polícia Militar do Acre, o evento reuniu integrantes das forças de segurança e representantes do sistema de Justiça para discutir o papel dos homens na prevenção da violência doméstica e familiar contra a mulher.

A programação contou com palestras sobre estatísticas de gênero e o custo humano e social da violência, sobre a atuação dos homens na prevenção da violência contra as mulheres e sobre o papel do sistema de Justiça e da Lei Maria da Penha na reabilitação de autores e na prevenção da violência doméstica.

Durante o evento, foram apresentados dados do Observatório de Gênero do MPAC e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública sobre a violência contra a mulher no estado. As informações apontam que o Acre lidera o ranking nacional de feminicídios, com taxa de 3,37 mulheres mortas a cada 100 mil habitantes. Segundo os dados, 74% dos casos ocorrem dentro das residências e 91% envolvem relacionamentos afetivos.

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O workshop foi encerrado com uma roda de conversa sobre paridade e o papel dos homens na promoção de uma cultura de respeito e proteção às mulheres.

Agência de Notícias do MPAC – Com informações do TJAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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