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MPAC participa da aula inaugural de formação pedagógica inclusiva voltada ao TEA

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) participou, na manhã desta quarta-feira, 8, da aula inaugural da Formação Pedagógica Inclusiva do Transtorno do Espectro Autista (FPI/TEA), realizada no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB-AC). A iniciativa é vinculada à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Acre (Ufac).

A instituição foi representada pela procuradora de Justiça e coordenadora do Grupo de Trabalho na Defesa dos Direitos das Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (GT-TEA), Gilcely Evangelista, que participou da solenidade em nome da Procuradoria-Geral de Justiça.

Na ocasião, a procuradora de Justiça destacou a relevância da iniciativa e ressaltou que a educação inclusiva constitui um direito fundamental, que demanda responsabilidade, preparo e sensibilidade por parte das instituições e profissionais envolvidos. “Essa formação representa um passo concreto na construção de uma rede educacional mais preparada, capaz de reconhecer as singularidades de cada estudante e de transformar diferenças em potência, e não em barreiras. Investir na qualificação de profissionais é investir diretamente na qualidade do ensino e no futuro da nossa sociedade”, afirmou.

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Durante a cerimônia, o Ministério Público do Estado do Acre reafirmou seu compromisso com a defesa dos direitos das pessoas com deficiência, com atuação permanente na promoção e no fortalecimento de iniciativas voltadas à efetivação de uma educação inclusiva e de qualidade nas instituições de ensino.

Texto: Jaine Araújo
Fotos: Clovis Pereira
Agência de Notícias do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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MPAC acompanha certificação de mulheres privadas de liberdade em cursos de qualificação profissional

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) participou, nesta quinta-feira, 11, da cerimônia de certificação de 53 mulheres privadas de liberdade que concluíram cursos de qualificação profissional ofertados pela Educação de Jovens e Adultos (EJA), na Divisão de Estabelecimento Penal Feminino, em Rio Branco.

A solenidade foi realizada pelo governo do Acre, por meio do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), da Secretaria de Estado de Educação (SEE) e do Instituto Estadual de Educação Profissional e Tecnológica (Ieptec). Foram certificadas 15 custodiadas no curso de Auxiliar de Cabeleireiro, 18 no curso de Recepcionista e 20 no curso de Agricultor Orgânico.

A ação busca ampliar as oportunidades de inserção no mercado de trabalho e contribuir para o processo de ressocialização por meio da educação e da capacitação profissional.

Durante a solenidade, também foi reconhecido o desempenho de 33 custodiadas aprovadas no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos para Pessoas Privadas de Liberdade (Encceja PPL) 2025.

O promotor de Justiça Ildon Maximiano, titular da 4ª Promotoria Criminal, que atua perante a Vara de Execução de Penas no Regime Fechado, ressaltou o papel da educação na construção de novas perspectivas para as pessoas privadas de liberdade.

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“Não há transformação sem sonho e não há sonhos sem esforço. O importante desse tipo de certificação é o apoio para a reconstrução de uma nova vida, que passa sempre pela educação. Vale todo o esforço para que o Estado ofereça essas oportunidades e para que as pessoas possam construir um novo caminho”, afirmou.

* Com informações da Agência de Notícias do Acre

Fotos: Clovis Pereira

Fonte: Ministério Publico – AC

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