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MPAC participa da inauguração do Centro de Videomonitoramento em Rio Branco

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria Especializada de Tutela do Direito Difuso à Segurança Pública, participou na manhã desta quarta-feira, 11, da inauguração do Centro Integrado de Videomonitoramento da Prefeitura de Rio Branco. A estrutura vai operar com câmeras distribuídas em vários pontos da cidade, com parte do sistema dotado de tecnologia de reconhecimento facial e integração com o Centro Integrado de Comando e Controle do Estado.

O espaço vai permitir o gerenciamento de grandes eventos e tem como primeira grande operação o período do Carnaval de 2026, quando o monitoramento em tempo real será utilizado no acompanhamento do público, no controle de acessos e no apoio às forças de segurança que atuarão no evento. As imagens captadas também são compartilhadas com os órgãos estaduais de segurança pública, permitindo atuação conjunta e integrada.

Durante o Carnaval, a Polícia Militar deverá utilizar, no próprio local da festa, a lavratura do Termo Circunstanciado de Ocorrência, por meio de aplicativo, para situações de menor potencial ofensivo, sem a necessidade de deslocamento das partes até unidades policiais, com o objetivo de dar maior agilidade ao atendimento e manter o efetivo concentrado no policiamento do evento.

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Na solenidade, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, e o subcomandante da Polícia Militar, coronel Kleison Albuquerque, destacaram a atuação da Promotoria Especializada de Tutela do Direito Difuso à Segurança Pública como parceira permanente da gestão municipal e das forças de segurança, ressaltando a contribuição institucional do Ministério Público no acompanhamento, no diálogo técnico e no fortalecimento das ações de prevenção e planejamento na área da segurança pública.

O promotor de Justiça Rodrigo Curti destacou a relevância da iniciativa para o fortalecimento das políticas públicas de segurança no município. “Este é um exemplo de política pública exitosa, de investimento de recursos públicos que o Ministério Público acompanha de perto, com o objetivo de colaborar para que os órgãos de segurança pública realizem um trabalho mais eficiente. E a possibilidade de lavratura do termo circunstanciado pela Polícia Militar, no próprio local, evita deslocamentos desnecessários, gera economia de recursos e fortalece a atuação preventiva do município na área da segurança pública”, frisou.

A central também foi apresentada como ferramenta de apoio à gestão urbana, ao trânsito e à atuação de órgãos municipais, além de permitir cooperação com instituições como a Polícia Federal e a Defesa Civil, ampliando o compartilhamento de informações e a capacidade de resposta em situações de rotina, grandes eventos e eventuais ocorrências de segurança.

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Fotos: Clóvis Pereira

Fonte: Ministério Publico – AC

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MPAC e instituições parceiras abrem conferência sobre recuperação de ativos no Acre

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), em parceria com a Polícia Civil do Estado do Acre (PCAC) e o Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJAC), abriu, nesta quinta-feira, 20, a I Conferência Recupera no Acre. O evento integra as iniciativas da Rede Nacional de Recuperação de Ativos (Recupera), coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (Senasp/MJSP).

Realizada no auditório do Sebrae, em Rio Branco, a conferência segue até esta sexta-feira, 21, e reúne membros do Ministério Público e representantes do Sistema de Justiça e da Segurança Pública de diferentes estados. A programação inclui palestras e painéis temáticos voltados ao aperfeiçoamento das estratégias de recuperação de ativos relacionados à lavagem de dinheiro e a outros crimes tributários, como instrumento de enfrentamento às organizações criminosas.

Na abertura, o subprocurador-geral de Governança Institucional, Adenilson de Souza, representou o MPAC, destacando a relevância de o Acre sediar o evento. Ele chamou a atenção para as particularidades do enfrentamento ao crime organizado em um estado amazônico e de fronteira.

“Receber no Acre a primeira Conferência Recupera tem um significado especial. Estamos na Amazônia, em um estado de fronteira, onde conhecemos de perto a complexidade de enfrentar organizações criminosas que atravessam territórios, movimentam recursos e constroem redes que não reconhecem os mesmos limites geográficos impostos à atuação do poder público. Se o crime se organiza em rede, o Estado também precisa aprender a agir em rede”, afirmou.

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O secretário-geral do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos do Estado do Acre (Cira), promotor de Justiça Daisson Gomes Teles, apresentou a atuação do colegiado e os resultados alcançados a partir da articulação entre as instituições que o integram. Ele ressaltou que o trabalho desenvolvido pelo Cira está alinhado aos objetivos da Rede Recupera, especialmente no rastreamento e na recuperação de patrimônio relacionado a crimes contra a ordem tributária.

“O Cira é um órgão novo, mas que já vem fazendo um trabalho de excelência na recuperação de ativos. Estamos aqui para tratar de um dos grandes desafios no enfrentamento ao crime organizado: alcançar efetivamente o patrimônio e os recursos que sustentam essas organizações”, destacou.

Representando o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o coordenador-geral de Combate ao Crime Organizado da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência da Senasp, delegado Getúlio Monteiro, explicou que a Rede Recupera articula órgãos e unidades especializadas para aprimorar todas as etapas da recuperação de ativos relacionados à prática ou ao financiamento de crimes, desde a identificação e apreensão até a administração, alienação e destinação dos bens.
“A Rede foi criada para fazer a diferença, transformando divisas que antes apresentavam fragilidades na fiscalização em importantes pontos de atuação e fortalecimento do trabalho das forças de segurança”, declarou.

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A abertura contou ainda com a participação de autoridades de diferentes instituições, entre elas a procuradora-geral do Estado, Janete Melo; o presidente do Tribunal de Justiça do Acre, desembargador Laudivon Nogueira; o delegado-geral da Polícia Civil, Pedro Buzolin; o superintendente da Polícia Federal no Acre, Pedro Sanches; o delegado Jarlen Rodrigues, representando a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp); e a juíza federal Luzia Farias.

Texto: Hudson Castelo
Fotos: Diego Negreiros
Secretaria de Comunicação do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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