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MPAC participa de reunião com representantes do projeto Mãepeutas e confirma presença no I Fórum Estadual sobre Autismo

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde, da Pessoa Idosa e da Pessoa com Deficiência (CAOP Saúde-DI), realizou, nesta terça-feira, 10, reunião com representantes do projeto Mãepeutas: Vozes Plurais, com o objetivo de alinhar a participação institucional no I Fórum Estadual “Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas do Acre”, que será realizado nos dias 9 e 10 de abril.

Participaram do encontro a procuradora de Justiça e coordenadora do CAOP Saúde, doutora Gilcely Evangelista, e as representantes do projeto Rauane Batalha Mendes, Mirza Lopes e Felipe da Silva Almeida.

O fórum abordará temas relacionados às políticas públicas voltadas à pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA), com a participação de secretarias municipais e estaduais de Saúde, Assistência Social e Educação, além de entidades não governamentais, mediadores, cuidadores e mães e pais de pessoas autistas.

Durante a reunião, o Ministério Público foi formalmente convidado a realizar uma fala na abertura do Fórum, contribuindo com dados institucionais e informações sobre a atuação ministerial na pauta do autismo no Estado.

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O convite foi aceito pela procuradora Gilcely Evangelista que apresentará os trabalhos desenvolvidos pelo Grupo de Trabalho TEA (GT-TEA), os avanços alcançados, bem como o relatório com o levantamento de dados realizado em todos os municípios do Acre. Também serão abordadas a Campanha Projeto TEA: Eles não estão sós e ações relacionadas às áreas da saúde e da educação.

Marcelina Freire – Agência de Notícias do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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MPAC recomenda medidas para garantir continuidade dos serviços do Hospital Santa Juliana e da Casa Souza Araújo

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria Especializada de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania, expediu recomendação ao Estado do Acre e ao Hospital Santa Juliana para assegurar a continuidade dos serviços de saúde e assistência prestados pelo hospital e pela Casa de Acolhida Souza Araújo, diante do risco de descontinuidade decorrente de atrasos em repasses financeiros previstos em convênio.

A recomendação, assinada pelo promotor de Justiça Thalles Ferreira Costa, foi encaminhada aos secretários estaduais de Saúde, Planejamento e Fazenda, ao chefe da Casa Civil e à direção do Hospital Santa Juliana.

Conforme apurado pelo MPAC, a Diocese de Rio Branco informou a existência de atrasos nos repasses do Convênio nº 001/2021, acumulando passivo superior a R$ 20 milhões. Embora o Estado reconheça a vigência do convênio e informe que parte dos valores está em análise técnica, o Ministério Público destaca que essa situação não pode comprometer a continuidade da assistência à população.

O procedimento também ressalta a importância do Hospital Santa Juliana, responsável por aproximadamente metade dos partos realizados em Rio Branco e referência em atendimentos de alta complexidade, e da Casa de Acolhida Souza Araújo, que atende principalmente pessoas idosas com histórico de isolamento compulsório relacionado à hanseníase.

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Além disso, o MPAC verificou que a maior parte dos atendimentos do hospital é destinada a pessoas em situação de maior vulnerabilidade, mas identificou falhas no registro de informações dos pacientes, como identidade de gênero, orientação sexual, deficiência, vulnerabilidade social, religião e pertencimento étnico.

Entre as medidas recomendadas ao Estado estão a regularização dos repasses, com cronograma para pagamento dos valores pendentes; a adoção de medidas para garantir a continuidade dos serviços; e o aperfeiçoamento da gestão dos convênios com entidades filantrópicas.

Ao Hospital Santa Juliana, o MPAC recomendou o preenchimento completo dos dados cadastrais dos pacientes para subsidiar políticas públicas voltadas à redução das desigualdades.

A recomendação estabelece prazo de 30 dias para que os destinatários informem ao MPAC as providências adotadas e o cronograma de implementação.

Marcelina Freire – Secretaria de Comunicação/MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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