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MPAC prestigia lançamento do livro “Eva Evangelista – Uma vida dedicada à Justiça”
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) participou, nesta quarta-feira, 27, da solenidade de lançamento do livro “Eva Evangelista – Uma vida dedicada à Justiça”. A obra homenageia a trajetória da desembargadora aposentada Eva Evangelista, destacando conquistas de sua vida pessoal e profissional.
Eva Evangelista iniciou sua carreira em 1975, tornando-se a primeira mulher a ingressar no Poder Judiciário do Acre. Durante o lançamento do livro, que reuniu representantes de diversas instituições, a homenageada falou sobre os desafios enfrentados ao longo de sua trajetória e expressou gratidão pelas experiências vividas em prol da Justiça e da sociedade.
Ao falar sobre a relevância da obra, a procuradora-geral adjunta para Assuntos Administrativos e Institucionais, Rita de Cássia Nogueira, destacou Eva Evangelista como exemplo inspirador e ressaltou como as conquistas da desembargadora abriram espaço para mulheres na carreira jurídica.

“O nome Eva, que remete à figura da primeira mulher segundo a Bíblia, simboliza perfeitamente o pioneirismo de quem desbravou espaços inéditos na área do Direito. Eva Evangelista foi a primeira mulher magistrada, a primeira mulher desembargadora e a primeira mulher presidente do Tribunal de Justiça do Acre. Sua trajetória de dedicação, coragem e compromisso com a Justiça abriu caminhos na carreira jurídica, inspirando outras mulheres a seguir e transformar esse campo”, afirmou.


Também prestigiaram o lançamento do livro o procurador-geral adjunto para Assuntos Jurídicos, Celso Jerônimo de Souza, e os procuradores de Justiça Sammy Barbosa Lopes, Oswaldo D’Albuquerque e Kátia Rejane de Araújo, além da procuradora de Justiça Gilcely Evangelista, filha da homenageada.
Fotos: Diego Negreiros
Fonte: Ministério Publico – AC
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MPAC atua em audiências do programa Meu Pai Tem Nome
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) participou, no sábado, 1º de agosto, da 5ª edição do programa Meu Pai Tem Nome, promovido pela Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC), em Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Tarauacá. A iniciativa promoveu mais de 400 atendimentos voltados ao reconhecimento de paternidade e maternidade, garantindo o direito à filiação e ampliando o acesso da população à cidadania.
Representaram o MPAC, em Rio Branco, os promotores de Justiça Rogério Voltolini Muñoz, Siberman Madeira de Holanda Filho, Juleandro Martins de Oliveira e José Ruy da Silveira Lino Filho. Em Cruzeiro do Sul, participou o promotor de Justiça Marcos Bruno Oliveira da Silva; e, em Tarauacá, o promotor de Justiça Willian da Silva Magalhães. Durante a ação, foram realizados reconhecimentos voluntários e socioafetivos, exames de DNA, emissão de certidões e audiências.
Ao comentar a iniciativa, o promotor de Justiça Siberman Madeira de Holanda Filho enfatizou o alcance social do programa e a importância da realização das audiências aos sábados. “É muito bonito o alcance social que esse projeto concede a essas pessoas. Em dias de semana, as pessoas não conseguem sair dos seus trabalhos, das suas atividades rotineiras para participar das audiências. Num dia de sábado isso é possível. Estamos efetivamente dando essa oportunidade para que elas resolvam seus problemas, principalmente uma questão essencial, que é a identidade da pessoa e a paternidade”, afirmou.



Segundo o promotor de Justiça José Ruy da Silveira Lino Filho, o programa reúne diferentes formas de reconhecimento da filiação e permite que os participantes resolvam diversas demandas em um único atendimento. “Tem essas questões da paternidade e da maternidade socioafetivas. Temos casos de exame de DNA e as pessoas já saem daqui com certidão de nascimento, certidão de casamento e de reconhecimento de paternidade. Percebemos a importância desse projeto”, destacou.

Já o promotor de Justiça Rogério Voltolini Muñoz relatou um dos atendimentos realizados durante a ação, em que o próprio pai tomou a iniciativa de buscar o reconhecimento da paternidade. “O pai teve a iniciativa de buscar saber se era o genitor da criança e, nesse mesmo atendimento, já tratamos sobre guarda, regime de convivência e pensão alimentícia. Normalmente, são as mães que buscam comprovar a paternidade e, neste caso, foi exatamente o oposto”, observou.
A edição do programa Meu Pai Tem Nome realizada no dia 1º de agosto ocorreu simultaneamente em todo o país, como parte do Dia D da Defensoria, mobilização promovida pelo Conselho Nacional das Defensoras e Defensores Públicos-Gerais (Condege). No Acre, a iniciativa contou com a parceria do MPAC, do Tribunal de Justiça do Acre e dos cartórios de registro civil.
Fotos: Jean Oliveira
Secretaria de Comunicação/MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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