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MPAC prestigia lançamento do livro “Eva Evangelista – Uma vida dedicada à Justiça”
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) participou, nesta quarta-feira, 27, da solenidade de lançamento do livro “Eva Evangelista – Uma vida dedicada à Justiça”. A obra homenageia a trajetória da desembargadora aposentada Eva Evangelista, destacando conquistas de sua vida pessoal e profissional.
Eva Evangelista iniciou sua carreira em 1975, tornando-se a primeira mulher a ingressar no Poder Judiciário do Acre. Durante o lançamento do livro, que reuniu representantes de diversas instituições, a homenageada falou sobre os desafios enfrentados ao longo de sua trajetória e expressou gratidão pelas experiências vividas em prol da Justiça e da sociedade.
Ao falar sobre a relevância da obra, a procuradora-geral adjunta para Assuntos Administrativos e Institucionais, Rita de Cássia Nogueira, destacou Eva Evangelista como exemplo inspirador e ressaltou como as conquistas da desembargadora abriram espaço para mulheres na carreira jurídica.

“O nome Eva, que remete à figura da primeira mulher segundo a Bíblia, simboliza perfeitamente o pioneirismo de quem desbravou espaços inéditos na área do Direito. Eva Evangelista foi a primeira mulher magistrada, a primeira mulher desembargadora e a primeira mulher presidente do Tribunal de Justiça do Acre. Sua trajetória de dedicação, coragem e compromisso com a Justiça abriu caminhos na carreira jurídica, inspirando outras mulheres a seguir e transformar esse campo”, afirmou.


Também prestigiaram o lançamento do livro o procurador-geral adjunto para Assuntos Jurídicos, Celso Jerônimo de Souza, e os procuradores de Justiça Sammy Barbosa Lopes, Oswaldo D’Albuquerque e Kátia Rejane de Araújo, além da procuradora de Justiça Gilcely Evangelista, filha da homenageada.
Fotos: Diego Negreiros
Fonte: Ministério Publico – AC
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MPAC discute pautas prioritárias para reunião do Eixo de Direitos Humanos do CNPG
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta quinta-feira, 1º, encontro preparatório para definir as pautas que serão apresentadas pelo Grupo Nacional de Defesa de Direitos Humanos em Sentido Estrito (COPEDH) durante a Reunião Ordinária do Eixo de Direitos Humanos do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG), nos dias 19 e 20 de outubro, em Brasília.
Participaram das discussões o procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, presidente da COPEDH; o promotor de Justiça Thalles Ferreira, membro do grupo; e o procurador-geral adjunto Institucional, Sammy Barbosa Lopes. A agenda integra a preparação dos grupos que compõem o Eixo de Direitos Humanos do CNPG para o encontro nacional.
Entre os temas definidos como prioritários pela COPEDH estão o direito à moradia e à cidade, no marco dos 25 anos do Estatuto da Cidade; democracia e direitos humanos; clínicas de internação compulsória e comunidades terapêuticas; discursos de ódio, extremismo nas redes sociais e proteção de grupos vulnerabilizados; além da defesa dos povos indígenas e das comunidades tradicionais, tendo a educação como eixo estratégico.
As discussões deverão subsidiar propostas e encaminhamentos para a atuação do Ministério Público nessas áreas. Entre as questões que serão aprofundadas estão o enfrentamento às desigualdades urbanas e à precariedade habitacional; a proteção dos direitos fundamentais e da convivência democrática; as políticas de cuidado em saúde mental; a prevenção aos discursos de ódio e à violência; e a proteção dos direitos dos povos indígenas e das comunidades tradicionais.
Para o procurador-geral de Justiça e presidente da COPEDH, Oswaldo D’Albuquerque, o encontro permitirá avançar na construção de respostas conjuntas para questões presentes em diferentes realidades do país. “São temas que exigem do Ministério Público diálogo, articulação e capacidade de construir respostas conjuntas. O encontro será uma oportunidade para reunir experiências de diferentes estados e estabelecer caminhos que contribuam para uma atuação cada vez mais efetiva na proteção dos direitos humanos”, destacou.
O promotor de Justiça Thalles Ferreira ressaltou a relação entre as pautas selecionadas e a necessidade de uma abordagem integrada. “Os debates sobre direito à moradia e à cidade, democracia e direitos humanos, políticas de cuidado em saúde mental, enfrentamento aos discursos de ódio e proteção dos povos indígenas e comunidades tradicionais não são questões isoladas, mas elementos constitutivos de um compromisso institucional com a dignidade humana em todas as suas expressões”, afirmou.
Texto: Hudson Castelo
Fotos: Diego Negreiros
Secretaria de Comunicação do MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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