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MPAC sedia reunião do Comitê de Política Antimanicomial do Sistema de Justiça

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da 1ª Promotoria de Justiça Especializada de Defesa da Saúde e do Núcleo de Apoio e Atendimento Psicossocial (Natera), sediou, nesta segunda-feira, 27, a reunião do Comitê Estadual Interinstitucional de Monitoramento da Política Antimanicomial no âmbito do Poder Judiciário do Estado do Acre (Ceimpa), com o objetivo de discutir os avanços na política antimanicomial no estado.

Durante o encontro, foram debatidas ações voltadas à desinstitucionalização de pessoas em conflito com a lei que apresentam transtornos mentais ou deficiência psicossocial, especialmente aquelas que se encontram no sistema prisional.

Também foram discutidas as medidas para ampliar o acesso à Rede de Atenção Psicossocial (Raps), com destaque para iniciativas envolvendo a implantação e o fortalecimento de serviços como os Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) em municípios do interior.

O promotor de Justiça Glaucio Oshiro destacou a importância do espaço de diálogo e reforçou o compromisso institucional do MPAC com a temática. “Foi um prazer receber uma reunião do Ceimpa. O Ministério Público está sempre à disposição. Este é um espaço de debate importante. O MPAC é sempre dedicado à política antimanicomial, tanto por integrar o Ceimpa quanto por atuar em um processo mais abrangente, fundamental para o fortalecimento dessa política”, afirmou.

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O coordenador do Ceimpa, juiz Robson Aleixo, ressaltou que o encontro representou mais do que uma reunião ordinária, reforçando o caráter contínuo do trabalho realizado pelo comitê. Ele também mencionou ações desenvolvidas em Cruzeiro do Sul e apontou avanços observados no município, como a instalação de serviços essenciais nas áreas de assistência social e saúde mental.

Instituído por meio da Portaria n.º 2787/2024, o Ceimpa tem como atribuições propor e acompanhar ações articuladas para a desinstitucionalização de pessoas com transtorno mental em conflito com a lei, promover a integração entre o Sistema de Justiça e as políticas públicas de saúde, assistência social e direitos humanos, além de fomentar a expansão da Rede de Atenção Psicossocial e contribuir para o fortalecimento de serviços de acompanhamento psicossocial e medidas terapêuticas aplicáveis à pessoa custodiada.

Além do MPAC, o comitê reúne representantes do Poder Judiciário, da Defensoria Pública, da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB/AC), do Instituto Médico Legal (IML), do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), além de órgãos estaduais e municipais das áreas de saúde, assistência social e direitos humanos. Também integram o grupo o Conselho Penitenciário, o Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (Cosems), a equipe de Acompanhamento Psicossocial, o Hospital de Saúde Mental do Acre (Hosmac), o Conselho Regional de Psicologia e o Conselho Estadual de Saúde.

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Texto: Marcelina Freire
Fotos: Clovis Pereira
Agência de Notícias do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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Cruzeiro do Sul: MPAC realiza visitas institucionais a órgãos da rede de assistência social e saúde

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da 1ª Promotoria de Justiça Cível de Cruzeiro do Sul, realizou nesta segunda-feira, 6, visitas institucionais a órgãos das áreas de assistência social e saúde do município, com o objetivo de fortalecer o diálogo com a rede de atendimento e conhecer as principais demandas dos serviços públicos.

Pela manhã, a promotora de Justiça Taís Leite Milhomem esteve na Secretaria Municipal de Assistência Social, no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e no Centro de Referência de Assistência Social (Cras). À tarde, as visitas foram realizadas à Secretaria Municipal de Saúde, à Central Única de Atendimentos e ao Sistema de Regulação.

Durante as agendas, a promotora foi recebida por gestores e servidores dos órgãos, que apresentaram a estrutura de funcionamento dos serviços e as principais demandas institucionais.

Recém-chegada à comarca, a promotora passou a atuar na 1ª Promotoria de Justiça Cível, com atribuições nas áreas da saúde, direitos da pessoa idosa e da pessoa com deficiência, patrimônio público, improbidade administrativa e demais áreas da tutela coletiva. Ela também exerce, por designação, funções na Promotoria Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente.
As visitas tveram como objetivo estreitar o diálogo com a rede pública, conhecer a estrutura e o funcionamento dos órgãos, além de identificar as principais demandas que subsidiarão a atuação do Ministério Público nas áreas de sua atribuição.

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“Acredito que o Ministério Público precisa entender a composição e os órgãos da rede, além da realidade, das demandas e das problemáticas locais, para poder realizar as devidas articulações e sanar eventuais irregularidades”, destacou.

Marcelina Freire – Agência de Notícias do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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