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Procurador-geral anuncia reinstalação de Promotoria Especializada do MPAC durante reunião do CNMP

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O procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Acre, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, anunciou, nesta quarta-feira (27), durante reunião promovida pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), a reinstalação da Promotoria Especializada de Conflitos Agrários do MP acreano, além da criação de um Núcleo Especializado com atuação em todo o Estado. O anúncio ocorreu no âmbito da 31ª edição do programa “Segurança Pública em Foco”, iniciativa da Comissão do Sistema Prisional, Controle Externo da Atividade Policial e Segurança Pública, presidida pela Conselheira Ivana Cei, que debateu estratégias institucionais relacionadas aos conflitos fundiários e ao controle externo da atividade policial.

Durante o encontro, que teve como tema “Conflitos fundiários e o controle externo da atividade policial: o caso Sales Pimenta”, o CNMP promoveu discussões sobre a necessidade de fortalecimento das instituições de justiça em áreas marcadas por tensão agrária, violência no campo e vulnerabilidade social. A reunião também abordou mecanismos de atuação articulada entre Ministério Público, forças de segurança e órgãos de direitos humanos, especialmente na Amazônia Legal.

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Ao se manifestar durante a programação, Oswaldo D’Albuquerque enalteceu a atuação da Conselheira Ivana Cei à frente da Comissão do Sistema Prisional, Controle Externo da Atividade Policial e Segurança Pública, destacando a relevância institucional do debate promovido pelo CNMP. Segundo ele, a iniciativa reforça o papel do Conselho na construção de soluções voltadas à prevenção de conflitos e ao fortalecimento da atuação ministerial em regiões sensíveis do país.

Ao defender a reinstalação da Promotoria Especializada, Oswaldo D’Albuquerque afirmou que o Ministério Público precisa atuar de forma preventiva e resolutiva nos conflitos fundiários, aproximando-se das comunidades e fortalecendo o diálogo institucional. “A presença do Ministério Público nas áreas conflituosas é essencial para assegurar mediação qualificada, prevenir a escalada da violência e garantir a efetividade dos direitos fundamentais. O papel da instituição é construir pontes, promover segurança jurídica e contribuir para a pacificação social”, declarou.

Segundo o PGJ, a criação do Núcleo Especializado permitirá atuação integrada e permanente em todo o território acreano, reunindo esforços institucionais voltados à prevenção de conflitos agrários e à defesa da ordem pública. “Estamos estruturando um espaço técnico e interinstitucional capaz de articular soluções, acompanhar demandas sensíveis e fortalecer uma atuação resolutiva do Ministério Público em temas que exigem diálogo, equilíbrio e responsabilidade institucional”, acrescentou.

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Oswaldo D’Albuquerque participou da reunião acompanhado do membro auxiliar do CNMP, o promotor de Justiça acreano Vinícius Menandro Evangelista de Souza. A programação teve transmissão ao vivo pelo canal oficial do CNMP no YouTube e integrou a agenda nacional de debates sobre segurança pública, controle externo da atividade policial e proteção de populações vulneráveis em áreas de conflito fundiário.

Texto: Chico Araújo
Fotos: Leonardo Prado/CNMP

Fonte: Ministério Publico – AC

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MPAC lançará livro da promotora de Justiça Joana D’Arc sobre direito fundamental ao clima

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizará o lançamento do livro Direito Fundamental ao Clima: Constitucionalismo Climático, Direitos Fundamentais e o Papel do Ministério Público, de autoria da promotora de Justiça e diretora do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), Joana D’Arc Dias Martins. O evento está previsto para o dia 17 de agosto, na sede da instituição, em Rio Branco.

A realização do lançamento pelo MPAC foi definida nesta segunda-feira, 3, durante reunião entre a promotora e o procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto. Na ocasião, a autora apresentou oficialmente a obra ao chefe do Ministério Público acreano e entregou um exemplar da publicação.

O livro analisa a emergência climática sob a perspectiva dos direitos humanos e do constitucionalismo contemporâneo, defendendo o reconhecimento do direito a um clima limpo, estável e seguro como um direito humano fundamental.

Na obra, Joana D’Arc demonstra como as mudanças climáticas ultrapassam a dimensão ambiental e repercutem diretamente sobre direitos essenciais, como a vida, a saúde, a moradia, a alimentação, a segurança e a dignidade humana. O estudo também destaca que os impactos da crise climática atingem de forma mais intensa as populações em situação de vulnerabilidade, reforçando a importância da justiça climática na formulação de políticas públicas e na atuação das instituições.

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Este é o quarto livro publicado pela promotora Joana D’Arc. Segundo a autora, um dos principais diferenciais da obra é a abordagem voltada ao papel do Ministério Público brasileiro na promoção da justiça climática. “Na obra, trato dos aspectos mais modernos relacionados ao reconhecimento do direito ao clima como um direito fundamental, com foco na atuação do Ministério Público, que recebeu da Constituição Federal o dever de proteger os direitos fundamentais”, afirmou.

Ao receber a publicação, o procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, parabenizou a promotora e destacou a relevância da produção acadêmica para o fortalecimento do debate jurídico sobre a proteção do meio ambiente e dos direitos fundamentais. “É uma obra que qualifica o debate jurídico e reafirma o compromisso do Ministério Público com a defesa dos direitos fundamentais e com a construção de respostas cada vez mais efetivas diante da crise climática. Para o MPAC, é motivo de orgulho realizar o lançamento de mais um importante trabalho da Dra. Joana D’Arc”, afirmou.

Texto: Hudson Castelo
Fotos: Diego Negreiros
Secretaria de Comunicação do MPAC

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Fonte: Ministério Publico – AC

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