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Zelensky diz que Ucrânia ‘está quebrando o 2º maior exército do mundo’
Em discurso, presidente ucraniano ainda apontou que a Rússia já não tem potencial para ditar algo a alguém.
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Oito meses após o início da guerra, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, proclamou que a Ucrânia “está quebrando o chamado segundo maior exército do mundo” e, a partir de agora, a Rússia será “um mendigo” porque perdeu todo o potencial militar, econômico e político global neste conflito. “Nunca mais a Rússia será um sujeito que possa ditar algo a alguém. Já não tem o potencial para ditar. O mundo vê isso. O potencial da Rússia está sendo desperdiçado nesta loucura: em uma guerra contra o nosso Estado e contra todo o mundo livre”, disse Zelensky no habitual discurso noturno. “Estão implorando por algo no Irã, estão tentando obter algo dos países ocidentais inventando vários disparates sobre a Ucrânia, intimidando, enganando”, acrescentou. Refletindo sobre a situação atual na Rússia, Zelensky afirmou que “havia influência do gás, e não há mais, assim como havia influência militar, e está se evaporando”. “Havia influência política, agora há um isolamento crescente. Havia ambições ideológicas, agora só há repugnância”. analisou. Para o presidente ucraniano, houve uma “mudança muito importante” na situação geopolítica da Eurásia. “Quanto mais potencial a Rússia perder agora, mais liberdade real todos os povos ganharão, tanto ao lado da Rússia como dentro das suas fronteiras. A Ucrânia em primeiro lugar”, declarou. De acordo com Zelensky, em 24 de fevereiro, quando as tropas russas invadiram a Ucrânia, o Kremlin nem sequer podia imaginar o que estava acontecendo. “Não há nenhum oficial ou propagandista russo que não compreenda para onde isto vai. Começaram a se lembrar de 1917 há muito tempo. O sentimento de fracasso na Rússia está ficando cada vez mais forte”, argumentou.
*Com informações da EFE
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Suspensão de voos nos EUA provoca impacto pontual no Brasil
A companhia aérea Azul registrou atrasos na decolagem de alguns voos, enquanto os voos da Gol e da Latam Brasil partiram no horário previsto.
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O caos aéreo registrado na manhã desta quarta-feira (11) nos Estados Unidos, onde todas as companhias aéreas tiveram que suspender decolagens das 9h às 11h (horário de Brasília) após uma falha em um sistema, surtiu efeitos pontuais no Brasil.
A companhia aérea Azul registrou atrasos na decolagem de alguns voos, enquanto os voos da Gol e da Latam Brasil partiram no horário previsto.
Cerca de 4.000 voos sofreram atrasos nesta manhã nos Estados Unidos, segundo o site de rastreamento FlightAware. Outros 600 domésticos e internacionais teriam sido cancelados.
“A Azul informa que em virtude de problemas no sistema da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos da América registrado esta manhã, os voos AD 8703 (Fort Lauderdale-Viracopos) e AD 8709 (Orlando-Viracopos) sofreram atrasos na decolagem”, informou a companhia aérea, em nota.
“A Azul destaca que o sistema da FAA [autoridade aérea americana] foi normalizado ainda pela manhã e o embarque de clientes retomado logo em seguida”, disse. A companhia opera dois voos diários para a Flórida e dois voos diários para Orlando, partindo do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).
Também por meio da sua assessoria de imprensa, a Latam Brasil informou que as suas rotas estão operando normalmente. O voo LA8195 (Miami-São Paulo/Guarulhos) decolou nesta manhã sem atraso, segundo a companhia. A aérea opera 28 voos por semana entre Brasil e Estados Unidos, com destino a Miami, Nova York, Boston e Orlando.
Já a Gol -que realiza voos diários entre Brasília e Miami, e Brasília e Orlando- informou que os dois voos que partiram do Brasil na manhã desta quarta estavam no horário e não houve mudanças. Ambos os voos têm o seu retorno para a capital federal dentro do previsto.
Segundo a Gol, para a alta temporada, até 31 de janeiro, foram incluídas mais três operações por semana entre Brasília e Orlando, totalizando dez voos semanais nesta rota.
No primeiro trimestre de 2022, os Estados Unidos foram o segundo principal destino de viagem dos brasileiros, só atrás da Europa, de acordo com a Abav (Associação Brasileira de Agências de Viagens).
Segundo a instituição, até a manhã desta quarta, não havia manifestações de passageiros brasileiros no território americano com dificuldades de retornar ao país.
A Administração Federal de Aviação americana (FAA, na sigla em inglês) informou nesta manhã, no seu perfil no Twitter, que “operações de tráfego aéreo estão sendo retomadas gradualmente nos EUA após uma interrupção noturna no sistema de aviso às missões aéreas que fornece informações de segurança para tripulações de voo. O impedimento de decolagens foi suspenso.”
A Casa Branca afirmou que não há evidências de ataque cibernético.
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