Política
Alckmin defende reforma tributária e reindustrialização em posse no MDIC
O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) disse, nesta quarta-feira (4), que a reforma tributária e a reindustrialização do país são fundamentais para a retomada do desenvolvimento do país.
POLÍCIA
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) disse, nesta quarta-feira (4), que a reforma tributária e a reindustrialização do país são fundamentais para a retomada do desenvolvimento do país.
As falas aconteceram durante a cerimônia em que tomou posse como ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. A cerimônia ocorreu no Palácio do Planalto e contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) , empossado há quatro dias.
Embora Lula tenha declarado, em novembro, que o ex-governador de São Paulo não disputaria vaga de ministro por ser vice-presidente (eleito), Alckmin acumulará as duas funções a partir de janeiro.
“A reindustrialização é essencial para que possamos retomar o o desenvolvimento sustentável e que essa retomada ocorra sobre prisma o da justiça social”, disse o vice-presidente e ministro durante a cerimônia.
Assim como outros ministros, Alckmin usou diversas vezes a palavra “reconstrução” e teceu críticas ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PL).
Em outro momento, o vice-presidente também defendeu a realização da reforma tributária -a qual classificou como fundamental- para atingir o desenvolvimento e para conseguir avançar uma política industrial contemporânea..
Na ocasião, o petista disse que ele foi escolhido para coordenar a transição de governo, porque “ele não disputa vaga de ministro porque é o vice-presidente da República”.
Depois, seu nome ganhou força para a pasta diante da dificuldade de Lula em encontrar um titular, ao ouvir a recusa de empresários para o posto. Josué Gomes da Silva, da Coteminas, e Pedro Wongtschowski, do grupo Ultra, declinaram do convite.
Com Alckmin na pasta, o PSB acumula três ministérios: Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Justiça e Segurança Pública; e Portos e Aeroportos.
O vice-presidente assumiu um papel de liderança, ao coordenar o gabinete de transição do então governo eleito.
Para aliados de Alckmin e Lula, o poder delegado ao ex-tucano neste momento indicou que ele poderá ter papel-chave e virar um braço direito do presidente eleito a partir de 1º de janeiro de 2023, dividindo funções de coordenação e negociação no governo.
Fica claro, com as funções que tem exercido, que ele tentará se descolar do figurino de vice decorativo que coube aos antecessores Michel Temer (MDB) e Hamilton Mourão (Republicanos).
Como integrante da equipe econômica de Lula, Alckmin terá que equilibrar-se entre fazer a articulação com o setor produtivo e substituir o mandatário -o que deve ocorrer com frequência dada a expectativa de que o petista se dedique a estreitar relações com governos estrangeiros.
Mais do que vice e ministro, Alckmin também é um dos cotados para a disputa presidencial de 2026, já que Lula declara não pretender concorrer à reeleição.
É justamente na equipe econômica que também atuarão seus adversários nessa seara: Fernando Haddad (PT), futuro ministro da Fazenda, e Simone Tebet (MDB), futura ministra do Planejamento.
Na campanha, Alckmin foi a versão encarnada de uma nova carta ao povo brasileiro. Tornou-se o primeiro sinal de que Lula mirava além do PT para voltar ao Planalto e foi fiador de uma frente ampla que compartilha a avaliação de que Bolsonaro representa um risco à democracia.
Desde que entrou para o time de Lula, Alckmin manteve seu estilo discreto. Uma hora antes de ser anunciado ministro, questionado por jornalistas sobre o posto, balançou a cabeça sem dizer que sim ou que não.
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