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Operação TONITRUUM: PCAC integra Força Tarefa no combate a facções criminosas no Acre
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Nesta terça-feira, 01, a Força Tarefa de Segurança Pública do Acre, composta pelas Polícias Federal, Civil, Militar e Penal, deflagrou a Operação TONITRUUM com o objetivo de combater facções criminosas que atuam no estado. As investigações tiveram início a partir da “Operação Tempestade”, deflagrada em 2022, e com o material coletado e aprofundamento das investigações, foi possível identificar outros membros de uma facção criminosa que opera no Acre.
Mais de 60 policiais participaram da operação, cumprindo 28 mandados judiciais expedidos pela Vara de Delitos de Organizações Criminosas de Rio Branco. Desses mandados, 16 eram de prisão preventiva e 12 de busca e apreensão. As ações ocorreram em diferentes cidades, incluindo as cidades acreanas, Rio Branco e Cruzeiro do Sul, e também Caçapava(SP), Campo Largo (PR) e Porto Velho (RO).
Os investigados enfrentarão acusações relacionadas à participação em organização criminosa, cuja pena varia de 3 a 8 anos de reclusão, além de possíveis crimes associados, como tráfico de drogas (Lei 11.343/2006) e posse irregular de armas (Lei 10.826/2003).
O nome da operação, “TONITRUUM”, tem origem no latim e significa “Trovejar”, fazendo referência à operação que deu origem à presente investigação.
Essa ação demonstra o esforço das autoridades de segurança do estado do Acre em combater e desmantelar organizações criminosas que causam impacto negativo na sociedade, bem como reforça o compromisso das diferentes forças policiais em atuarem conjuntamente no combate ao crime e na preservação da ordem pública.
Fonte: Ascom/ PCAC.

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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.
Fonte: Governo AC
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